Exames


RAIVA - sorologia

Sinônimos:
anticorpos anti-rábicos

Método:
Microteste Simplificado de Inibição de Fluorescência - SFIMT

Prazo:
30 dias úteis

Interpretação:

Referência:
Interpretação: Resultados acima de 0,5 UI/mL são considerados Reagentes (OMS, 1992) OBS: Organização Mundial da Saúde (OMS), através de sua comissão de estudos em raiva, considera sa- tisfatórios resultados maiores ou iguais a 0,5 UI/mL, obtidos por respostas a vacinação. As pes- soas sob risco constante de infecção devem ser RE- VACINADAS quando o título for menor que 0,5 UI/mL.

RAPAMICINA (SIROLIMUS), DOSAGEM

Sinônimos:
Sirolimus; Rapamune®

Método:
Cromatografia Líquida/Espectrometria de massas em tandem (LC-MS/MS)

Prazo:
15 dias

Interpretação:
- A rapamicina, também conhecida como sirolimus ou Rapamune®, é um imunossupressor indicado para a profilaxia da rejeição de órgãos em transplantados renais. Em geral, é utilizada em associação com a ciclosporina. Sua dosagem é útil pra monitorização terapêutica dos indivíduos que fazem uso dessa medicação.

Referência:
Nível terapêutico : 5,0 a 15,0 ng/mL Nível tóxico : acima de 15,0 ng/mL Método desenvolvido e validado pela área de Análises Clínicas.

REAÇÃO DE RIVALTA

Sinônimos:
Diferenciação entre transudato e exudato

Método:
Floculação

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diferenciação entre transudato (positivo) e exsudato (negativo).

Referência:
Positivo = exudato Negativo = trasudato

RELAÇÃO PROTEÍNA/CREATININA URINÁRIA

Sinônimos:

Método:
Colorimetrico

Prazo:
24h

Interpretação:
fUso: avaliação da perda protéica urinária; indicador de doença renal. Habitualmente indivíduos normais não apresentam proteinúria. Pequenas quantidades de proteína na urina (<0,05 a 0,10) podem ser encontradas, devido a interferentes: acetaminofen, aminofilina, aminopirina, aspirina, anfotericina B, ampicilina, bacitracina, bromato, captopril, carbamazepina, cefaloridina, cefalotina, corticosteróides, ciclosporina, gentamicina, ferro, kanamicina, metilcilina, oxacilina, fenitoína, rifampicina, tobramicina, tetraciclina, vancomicina, vitamina D, vitamina K.

Referência:
Proteinúria: 1,0 a 15,0 mg/dL Relação Proteína/Creatinina: Normal < 0,2 Creatinina Urinária: 63,0 a 250,0 mg/dL

RENINA

Sinônimos:
Quantificação de Renina

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial da hipertensão arterial; diferenciação entre aldosteronismo primário e secundário; monitoramento da terapia com mineralocorticóides; seguimento de portadores de defeito da 21-hidroxilase em tratamento. Valores diminuídos: hiperaldosteronismo primário. Valores aumentados: hipertensão renovascular.

Referência:
Valor de Referência (5º - 95º Percentil): Em pé: 4,4 a 46,1 uUI/mL Em Repouso: 2,8 a 39,9 uUI/mL Pode apresentar valores diminuidos em pacientes em uso de adrenergicos, angiotensina,AAS, clonidi- na, corticoides ou com dieta normal de sodio.

RENINA - Atividade

Sinônimos:
Atividade de Renina

Método:
Radioimunoensaio

Prazo:
15 dias

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial da hipertensão arterial; diferenciação entre aldosteronismo primário e secundário; monitoramento da terapia com mineralocorticóides; seguimento de portadores de defeito da 21-hidroxilase em tratamento. Valores diminuídos: hiperaldosteronismo primário. Valores aumentados: hipertensão renovascular.

Referência:
Renina Atividade Dieta hipossódica: Repouso: 3,0 a 7,0 ng/mL/hora Dieta normossódica: Repouso: 0,3 a 0,8 ng/mL/hora Posição ortostática (mínimo 2h): 0,5 a 2,5 ng/mL/hora

RESISTENCIA A PROTEINA C ATIVADA (RPCA)

Sinônimos:
RPCA

Método:
Coagulométrico

Prazo:
30 dias

Interpretação:

Referência:
- Variante do Fator V Leinden : Relação < 1,5 - Suspeita de Concentrações Baixas de Proteina C: Relação : 1,5 a 2,0 - Normal : Superior a 2,1 O fenótipo de resistencia a proteína C ativada se deve em mais de 90% dos casos, a mutação do fator V : Q 506 (Fator V Leiden). Esta determinação não deve ser realizada por pa- cientes submetidos a tratamento com anticoagulan- tes.

RETICULÓCITOS - Contagem

Sinônimos:

Método:
Automatizado

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial das anemias; controle terapêutico. Valores aumentados: anemia hemolítica, anemia por perda de sangue, início da terapêutica específica de algumas anemias (deficiência de ferro ou anemia megaloblástica). Valores diminuídos: anemia aplástica, anemia ferropriva e megaloblástica antes do tratamento.

Referência:
0,5 a 1,5 % Exame automatizado realizado no equipamento Sysmex XT 2000i.

RICKETTSIA - Reação de Weil-Felix

Sinônimos:
Reação de Weil - Felix, Febre maculosa

Método:
Aglutinação

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico das riquetsioses. A reação de Weil-Felix não faz o diagnóstico diferencial entre tifo endêmico e murino. Sua positividade indica somente a presença de uma infecção causada por riquétsia.

Referência:
Não reagente

RISCO FETAL - Avaliação

Sinônimos:
Risco Fetal Triplo

Método:
Fluorimetria

Prazo:
15 dias

Interpretação:
Uso: avaliação de bem estar fetal; avaliação de risco fetal para o desenvolvimento de síndrome de Down, trissomia do 18 e defeitos do tubo neural em gestantes de risco. O teste do risco fetal é realizado entre 16-20 semanas de gestação, para a avaliação do risco da presença da síndrome de Down e defeitos do tubo neural na gestação (anencefalia, espinha bífida com ou sem mielomeningocele). Mulheres de todas as idades podem ser testadas, embora haja maior indicação para aquelas com idade superior a 35 anos. O teste deve ser realizado nesta faixa de idade gestacional. É necessário um resultado de ultra-som recente, apontando a idade gestacional ultrassonográfica e a notação do peso materno. A gestação múltipla (mais de um bebê) inabilita a execução do teste, assim como a presença de diabetes mellitus insulino dependente anterior à gestação. Para a análise clínico-estatística, é aconselhável a indicação de história prévia e familiar destes problemas. O teste compreende as seguintes dosagens: alfafetoproteína (produzida pelo fígado fetal e saco vitelínico), estriol não conjugado (produzido pelo fígado fetal) e beta-hCG (produzido pela placenta). Valores aumentados (alfafetoproteína): gravidez com defeito de tubo neural, defeito de parede abdominal, insuficiência placentária, síndrome de Turner, nefrose congênita, morte intrauterina. Valores diminuídos (alfafetoproteína): síndrome de Down. Valores normais (estriol não conjugado): bem estar fetal. Valores diminuídos (estriol não conjugado): síndrome de Down. Valores aumentados (beta-hCG): síndrome de Down. Os valores são comparados a tabelas populacionais locais para o estabelecimento da mediana, considerando a raça e a idade. Os valores de cada paciente são divididos pela mediana correspondente, obtendo o MoM (múltiplo da mediana). Por ser um teste de triagem e não um teste diagnóstico, seu resultado fornece um risco relativo para um problema particular na gravidez, em termos de probabilidade de nascimentos. Quando a história clínica é compatível, existem casos anteriores e os procedimentos de imagem são também sugestivos, o teste assume maior confiabilidade.

Referência:
Rastreamento positivo para Síndrome de Down - Superior ou igual a 1/250. Exemplo 1/70 Rastreamento positivo para Síndrome de Edwards - Superior ou igual a 1/300 Rastreamento positivo p/ Def. Abertos Tubo Neural - AFP: MoM superior ou igual a 2,50 OBSERVAÇÕES: - Os cálculos apresentados dependem de uma corre- ta determinação da idade gestacional. - Por se tratar de teste de rastreamento, as con- clusões acima não são diagnósticas, mas sim indicativas das probabilidades de ocorrência de gestação afetada pelas anomalias investigadas. É fundamental que o médico assistente faça um julga- mento clínico independente e crítico na inter- pretação dos resultados e na determinação da conduta a ser seguida para cada paciente em par- ticular.

RISCO FETAL - Avaliação (1° Trimeste)

Sinônimos:
Risco de Síndrome Down e de Edwards

Método:
Fluorimetria

Prazo:
15 dias

Interpretação:
Uso: probabilidade de gestação afetada pelas anomalias investigadas: Síndrome de Down, Síndrome de Edwards. Este teste consiste na combinação do marcador ultra-sonográfico Translucência Nucal (TN) e de dois marcadores bioquímicos de soro materno, Proteína Plasmática A Associada à Gravidez(PAPP-A,), e subunidade ß-livre da gonadotrofina coriônica humana (ß-hCG livre). Tanto a PAPP-A quanto o ß-hCG livre, são expressos em múltiplos da mediana (sigla inglesa MoM, multiples of the median). A mediana é o valor que se situa no meio da fila ordenada de valores, desde o mais baixo até o mais alto. No cálculo de risco não são utilizados os valores absolutos destes marcadores, pois estes sofrem flutuações ao longo da gravidez: • a concentração de ß-hCG livre diminui a partir do pico na 10ª semana; • a concentração de PAPP-A aumenta 45% por semana ao longo do 1º trimestre. As medianas de TN, por sua vez, estão relacionadas ao comprimento cabeça-nádega (CCN), que é uma das medidas obtidas a partir de ultra-sonografia no primeiro trimestre de gestação. Estudo realizado em nosso laboratório, demonstrou que 97,5% dos fetos possuem valor de TN = 2,7 mm. Em virtude da necessidade de medida da TN para se obter um melhor desempenho da triagem de 1º trimestre, a idade gestacional deve obrigatoriamente ser determinada por ultra-sonografia (CCN). O período indicado para coleta é entre 10 e 13 semanas e seis dias de idade gestacional (CCN de 32 a 79 mm) e avalia o risco para Síndrome de Down (Trissomia do 21) e Síndrome de Edwards (Trissomia do 18).

Referência:
Triagem Negativa: risco diminuido de gestação afetada. Triagem Positiva para Sindrome de Down: risco para Sindrome de Down superior ou igual a 1/400. Triagem Positiva para Sindrome de Edwards: risco superior ou igual a 1/300

ROTAVÍRUS - Pesquisa

Sinônimos:
Vírus da Gastroenterite infantil

Método:
Imunocromatográfico

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de gastroenterite viral. Os rotavírus são a principal causa mundial de gastroenterites com desidratação em crianças. O diagnóstico precoce através da detecção do rotavírus nas fezes evita o uso desnecessário de antibióticos e orienta medidas epidemiológicas. Os rotavírus podem também causar infecção em adultos. A doença é geralmente moderada, com casos também ocorrendo entre viajantes, de forma epidêmica, após contato com a água.

Referência:
Reagente : presença do antigeno Não reagente : ausência do antigeno Pesquisa do antigeno rotavirus p/ imunoensaio

RUBÉOLA - Anticorpos IgG

Sinônimos:
Sorologia para rubéola

Método:
Eletroquimioluminescência (ECLIA)

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação pré-natal de mulheres. A presença de anticorpos da classe IgG indica imunidade adquirida natural ou artificialmente. A infecção primária pós-natal pelo vírus da rubéola é geralmente uma doença ligeira, auto-limitada, caracterizada por um exantema maculopapular, febre, mal-estar e linfoadenopatia. Em contraste com as infecções pós-natais, as infecções primárias pré-natais podem ter efeitos devastadores. As infecções intra-uterinas podem prejudicar gravemente o feto, principalmente se a infecção ocorrer durante os primeiros quatro meses de gestação. A criança congenitamente infectada pode exibir uma ou mais de uma série de deformações conhecidas coletivamente como Síndrome da Rubéola Congénita (SRC). Entre estas se encontram baixo peso à nascença, cataratas, surdez, doenças cardíacas congénitas e atraso mental. A Organização Mundial de Saúde (OMS) conduziu um estudo a nível mundial sobre a rubéola, a SRC e a vacinação contra a rubéola em 1995 e 1996. Observaram uma incidência de SRC de 60 a 220 casos com 100000 nados vivos durante surtos epidémicos em países em desenvolvimento, uma taxa semelhante às dos países industrializados antes da vacinação. Tanto a imunidade ao vírus da rubéola adquirida naturalmente como a adquirida por vacinação, associada à persistência dos anticorpos, mostraram que protegem da rubéola clínica em caso de nova infecção. A utilização generalizada de vacinas de grande eficácia e segurança reduziu drasticamente a incidência da rubéola e da SRC nos Estados Unidos. Apesar desta redução, continuam a haver surtos de rubéola. O número de casos de rubéola comunicados anualmente à delegação regional da OMS para a Europa tem permanecido razoavelmente estável ao longo da última década, com 304320 casos registados durante 2003. Estas ocorrências revelam a necessidade de continuar a vigilância serológica para identi?car indivíduos susceptíveis e reduzir o risco potencial de SRC. A presença de pelo menos 10 Unidades Internacionais (UI) de anticorpos por ml de amostra é indicativa de exposição passada ao vírus da rubéola. Níveis de anticorpos inferiores a 10 UI/ml podem não ser suficientes para proteger da doença clínica após a exposição ao vírus da rubéola.

Referência:
Não Reagente : Inferior a 10,0 UI/mL Inconclusivo : Entre 10,0 e 20,0 UI/mL* Reagente : Superior a 20,0 UI/mL * Para resultados inconclusivos, sugere-se confir- mação em nova amostra, a critério médico. Valores muito baixos para conferir imunidade efetiva.

RUBÉOLA - Anticorpos IgM

Sinônimos:
Sorologia para rubéola

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de infecção aguda de rubéola. A rubéola é uma doença sistêmica, transmitida por inalação de gotículas infectantes. É moderadamente contagiosa; um ataque geralmente confere imunidade permanente. O quadro clínico da rubéola é de difícil distinção entre outras doenças virais. O diagnóstico definitivo pode ser obtido apenas pelo isolamento do vírus ou por testes sorológicos. A principal importância da rubéola consiste no seu efeito devastador sobre o feto no útero. A infecção durante gravidez, particularmente no primeiro trimestre, pode resultar em morte fetal ou a "síndrome de rubéola", um espectro de defeitos congênitos que incluem catarata, surdez, glaucoma, doença de coração congênita, e retardamento mental. Aproximadamente 10-20% dos recém-nascidos infectados no útero não sobrevivem além do primeiro ano de vida. O aparecimento de anticorpos IgG e IgM está associado com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Os anticorpos IgM se tornam detectáveis em poucos dias após o começo dos sinais clínicos, atingindo o pico máximo após 7 a 10 dias. Anticorpos do tipo IgM no soro de um recém nascido sugerem infecção congênita, uma vez que os mesmo não atravessam a barreira placentária. Em gestantes com níveis baixos de IgM, sem história clínica da doença, deve-se utilizar o teste de avidez de IgG. Se a infecção for aguda, os anticorpos são de baixa avidez (menor que 40%); se a infecção ocorreu há mais de 3 ou 4 meses, a avidez será maior que 60%. É possível, para comprovar a fase aguda, realizar uma pesquisa do vírus por PCR no líquido amniótico.

Referência:
Não Reagente: Inferior a 0,8 UI/mL Inconclusivo: Entre 0,8 e 1,0 UI/mL Reagente: Superior a 1,0 UI/mL Infecção Recente: Superior a 3,0 UI/mL* * Pacientes com resultados entre 1,0 e 3,0 UI/mL, é possível o uso do teste de Avidez de IgG para auxiliar na diferenciação entre reativação de in- fecção pregressa ou infecção primária. Valores antigos: Não Reagente : Inferior a 1,0 UI/mL Infecção Recente : Superior a 3,0 UI/mL ATENÇÃO: Novos valores de referência a partir de 22/10/12.

RUBÉOLA NEONATAL - Anticorpos IgM

Sinônimos:
Sorologia para rubéola

Método:
Enzimaimunoensaio

Prazo:
7 dias

Interpretação:
Uso: diagnóstico de infecção aguda de rubéola. A rubéola é uma doença sistêmica, transmitida por inalação de gotículas infectantes. É moderadamente contagiosa; um ataque geralmente confere imunidade permanente. O quadro clínico da rubéola é de difícil distinção entre outras doenças virais. O diagnóstico definitivo pode ser obtido apenas pelo isolamento do vírus ou por testes sorológicos. A principal importância da rubéola consiste no seu efeito devastador sobre o feto no útero. A infecção durante gravidez, particularmente no primeiro trimestre, pode resultar em morte fetal ou a "síndrome de rubéola", um espectro de defeitos congênitos que incluem catarata, surdez, glaucoma, doença de coração congênita, e retardamento mental. Aproximadamente 10-20% dos recém-nascidos infectados no útero não sobrevivem além do primeiro ano de vida. O aparecimento de anticorpos IgG e IgM está associado com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Os anticorpos IgM se tornam detectáveis em poucos dias após o começo dos sinais clínicos, atingindo o pico máximo após 7 a 10 dias. Anticorpos do tipo IgM no soro de um recém nascido sugerem infecção congênita, uma vez que os mesmo não atravessam a barreira placentária. Em gestantes com níveis baixos de IgM, sem história clínica da doença, deve-se utilizar o teste de avidez de IgG. Se a infecção for aguda, os anticorpos são de baixa avidez (menor que 40%); se a infecção ocorreu há mais de 3 ou 4 meses, a avidez será maior que 60%. É possível, para comprovar a fase aguda, realizar uma pesquisa do vírus por PCR no líquido amniótico.

Referência:
Não reagente

RUBEOLA AVIDEZ - Anticorpos IgG

Sinônimos:
Avidez Rubeola

Método:
ELISA

Prazo:
48h

Interpretação:
Uso: complementação para o diagnóstico da fase aguda da rubeola.

Referência:
< 30% : Fase aguda > 50% : Fase cronica (Avidez de anticorpos IgG anti rubeola)

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