Exames


T3 - TRIIODOTIRONINA

Sinônimos:
T3

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do hipotireoidismo e hipertireoidismo. A triiodotironina (T3) é formada a partir do T4 nos tecidos periféricos (aproximadamente 80%), sendo também sintetizada (20%) pelas células foliculares da glândula tireóide. Interferentes: preservativos orais +, estrógenos +, andrógenos -, prednisona -, dexametasona -, corticóides -, deficiência de iodo -.

Referência:
Cordão umbilical : 15,0 a 100,0 ng/dL 0 a 6 dias : 100,0 a 270,0 ng/dL 1 semana a 1 ano : 105,0 a 245,0 ng/dL 2 a 5 anos : 105,0 a 269,0 ng/dL 6 a 10 anos : 94,0 a 241,0 ng/dL > 11 anos : 94,0 a 240,0 ng/dL Adulto : 60,0 a 215,0 ng/dL

T3 - TRIIODOTIRONINA LIVRE

Sinônimos:
T3L, Free T3, FT3

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do hipotireoidismo e hipertireoidismo. Aproximadamente 0,5% do T3 circula na forma livre (não ligada às proteínas), sendo considerado a fração biologicamente ativa.

Referência:
2,00 a 4,40 pg/mL Limite de detecção : 0,2 pg/mL

T3 - TRIIODOTIRONINA RETENÇÃO

Sinônimos:
Triiodotironina Retenção, T3 uptake

Método:
Quimioluminescencia

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de hipotireoidismo e hipertireoidismo. Interferentes: salicilatos +, fenitoína +, fenilbarbitúricos +.

Referência:
24 a 35 % RT3 = Thyroid Uptake (TU)

T3 - TRIIODOTIRONINA REVERSO

Sinônimos:

Método:
ELISA

Prazo:
48 horas

Interpretação:
Uso: Formado, em sua grande maioria, em uma pequena parcela tiróide e na maioria parte pela metabolização periférica do T4, não apresentando função biológica conhecida. Sua determinação está indicada em pacientes com doença grave sistemica, onde o T3 e T4 estão diminuídos e o T3 Reverso está aumentado.

Referência:
13,5 a 50,2 ng/dL Metodologia antiga: Radioimunoensaio Valores de referência antigos: 8,0 a 40,0 ng/dL ATENÇÃO: Novos valores de referência e metodologia a partir 13/08/12.

T4 - TIROXINA

Sinônimos:
Tetraiodotironina, tiroxina, T4 total

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. A tiroxina (T4) é produzida exclusivamente pela tireóide, circulando ligada a proteínas carreadoras (TBG - Thyroid binding globulin 75%, TGPA 15% e albumina 10%). A medida de T4 total é um procedimento comum para avaliar o estado da tiróide de um paciente. Na atualidade, a dosagem de T4 total está sendo praticamente substituída pela dosagem dos níveis de T4 livre. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo. Diversas outras condições fisiológicas e patológicas não associadas diretamente à função tireoidiana podem interferir diretamente na dosagem de T4: insuficiência renal, cirrose, hepatites, câncer, infecção, inflamação severa, doenças psiquiátricas. Interferentes: amiodarona +, anfetaminas +, heroína +, levodopa +, metadona +, propanolol +, tireotrofina +, TRH +, aminosalicílico -, androgênicos -, anticonvulsivantes -, corticosteróides -, aspirina -, etionamida -, furosemida -, lítio -, penicilina -, fenilbutazona -, propiltiuracil -, reserpina -, butazona -, rifampicina -, sulfonamidas -, triiodotironina -.

Referência:
cordão umbilical : 6,0 a 15,0 ug/dL 1 a 6 dias : 14,0 a 28,4 ug/dL 7 dias a 3 meses : 8,1 a 15,7 ug/dL 4 meses a 5 anos : 5,6 a 14,9 ug/dL 6 anos a 15 anos : 4,6 a 12,7 ug/dL Adultos : 4,8 a 13,7 ug/dL Limite de detecção : 0,3 ug/dL

T4 - TIROXINA LIVRE

Sinônimos:
Tiroxina livre

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. O T4 livre corresponde a 0,02-0,04% do T4 total, estando precocemente elevado nas fases iniciais do hipertireoidismo, quando os níveis de T4 e T3 totais estão ainda dentro dos limites de normalidade. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo.

Referência:
0,70 a 1,80 ng/dL Limite de detecção : 0,1 ng/dL

T4 - TIROXINA LIVRE - Curva

Sinônimos:
Tiroxina livre

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. O T4 livre corresponde a 0,02-0,04% do T4 total, estando precocemente elevado nas fases iniciais do hipertireoidismo, quando os níveis de T4 e T3 totais estão ainda dentro dos limites de normalidade. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo.

Referência:
0,70 a 1,80 ng/dL Limite de detecção : 0,1 ng/mL

T4 - TIROXINA NEONATAL

Sinônimos:

Método:
Imunofluorimétrico

Prazo:
3 dias

Interpretação:
Uso: diagnóstico precoce do hipotireoidismo congênito. Doença causada pela produção deficiente dos hormônios da tireóide. Neste caso podem ocorrer deficiências físicas e mentais em graus variados.

Referência:
Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico.

TELOPEPTÍDEO - (CROSS-LINKS) - NTX

Sinônimos:
N TELOPEPTIDIO ,TELOPEPTIDIO N TERMINAL

Método:
Eletroquimioluminométrico

Prazo:
24 horas

Interpretação:
Uso: avaliação da velocidade de reabsorção nos processos osteoporóticos. Valores aumentados: reabsorção óssea acelerada, menopausa, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, doença de Paget. Valores diminuídos: controle pós-tratamento. Espera-se tipicamente decrescimo de 30 a 40% nos níveis de N-telopeptideo basal após 3 meses de terapia anti-reabsortiva na monitoração da terapia, os pacientes devem ser mantidos com níveis menores ou iguais a 35 nBCE/nmol creatinina. O NTx é um excelente marcador de reabsorção óssea pelos osteoclastos liberando porções de colágeno na circulação que são excretadas na urina. Não apresenta variações com a dieta sendo o principal colágeno dos ossos, e uma queda superior a 30% na sua concentração basal indica bom resultado terapêutico.

Referência:
Mulheres 5 a 65 nM BCE/mM creatinina Homens 3 a 51 nM BCE/mM creatinina BCE: Equivalentes de colágeno ósseo.

TEMPO DE ATIVIDADE DE PROTROMBINA

Sinônimos:
TAP

Método:
Fibrômetro e coagulômetro

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: controle terapêutico de anticoagulantes orais; avaliação da função hepática e desordens de coagulação. Devido às diferenças de sensibilidade das tromboplastinas obtidas em diferentes fontes, é recomendada uma padronização, utilizando-se uma tromboplastina de referência mundial (INR - International Normalization Ratio). Os pacientes que utilizam anticoagulantes orais, em fase estável de anticoagulação, podem ser monitorados de um modo mais racional e seguro, utilizando este parâmetro.

Referência:
Atividade de protrombina: 70% a 100% RNI : 2,0 a 3,0 Anticoagulação convencional RNI : 2,5 a 3,5 Coagulação intensiva RNI - Intervalo de Refêrencias(Alvos Terapeuticos) Recomendações do American College of Physicians, National Heart Lung and Blood Institute for Haematology.

TEMPO DE COAGULAÇÃO

Sinônimos:

Método:
Duke

Prazo:
12h

Interpretação:
Ver Tempo de Sangramento e Coagulação.

Referência:
4 a 10 minutos

TEMPO DE SANGRAMENTO

Sinônimos:
TS

Método:
Duke

Prazo:
12h

Interpretação:
Ver Tempo de Sangramento e Coagulação.

Referência:
Até 5 minutos

TEMPO DE TROMBINA

Sinônimos:
TT

Método:
Fibrômetro

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico e monitoramento da coagulação intravascular disseminada (CIVD); controle de terapêutica heparínica e fibrinolítica. Valores aumentados (geralmente acima de 30 segundos): presença de heparina circulante, presença de produtos de degradação da fibrina, depleção de fibrinogênio, disfibrinogenemia, doenças hepáticas, paraproteínas.

Referência:
até 22 segundos

TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADO

Sinônimos:
TTPA

Método:
Fibrômetro e coagulômetro

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: monitoramento da terapia com heparina; triagem para defeitos da coagulação (via intrínseca). Isoladamente, é o melhor teste para detectar problemas na coagulação, obtendo resultados anormais em 90% dos casos. Valores aumentados: deficiências de um ou mais fatores (I - fibrinogênio, II - protrombina, V - fator lábil, VIII, IX, X, XI e XII).

Referência:
Ratio : 0,80 a 1,25

TEOFILINA

Sinônimos:
Aminofilina

Método:
Turbidimetria

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: avaliação da concentração sérica da teofilina (droga terapêutica). A teofilina é uma metilxantina, usada comumente no tratamento da asma e da doença pulmonar obstrutiva crônica. Seus efeitos tóxicos são encontrados em pacientes com náuseas, vômitos, taquicardia, arritmias e convulsões. Interferentes: eritromicina, fenobarbital, cimetidina, fumo, alopurinol, propanolol, anticoncepcionais orais.

Referência:
Niveis terapeuticos: 10,0 a 20,0 ug/mL Niveis toxicos : acima de 20,0 ug/mL

TESTE DE ABSORÇÃO DA D-XILOSE , plasma

Sinônimos:
XILOSE

Método:
Colorimétrico

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação diagnóstica de intolerância ao glúten, espru tropical, doença celíaca, insuficiência pancreática (valores normais), síndromes malabsortivas e função jejunal. A D-xilose, por sua estrutura monossacarídica pentamérica, é absorvida no duodeno e jejuno de forma diferente de outros monossacarídeos, não requerendo enzimas pancreáticas no processo. Após a ingestão de uma solução de d-xilose, são coletadas amostras de sangue ou urina num período de 5 horas para determinar a quantidade de xilose absorvida. É esperado que em pessoas normais haja uma excreção urinária entre 16-25% da xilose administrada nas 5 horas de exame, ou 30-52 g/dL no sangue em duas horas. A absorção é diminuída em esteatorréia por má absorção do intestino delgado, giardíase, gastroenterites virais, verminoses ou idade avançada. É normal em esteatorréia pancreática, cirrose hepática, pós-gastrectomia e má nutrição. Alguns fatores podem estar associados a baixos resultados na prova sem, no entanto, haver distúrbio da absorção intestinal, como insuficiência renal, vômitos, hipomotilidade, estase intestinal, desidratação e uso de certos medicamentos.

Referência:
Criança Apos 1 hora < 6 meses : 15,0 mg/dL > 6 meses : 30,0 a 50,0 mg/dL Apos 2 horas < 6 meses : 30,0 a 40,0 mg/dL Adultos > 33,0 mg/dL Metodologia desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas.

TESTE DE ABSORÇÃO DA LACTOSE

Sinônimos:

Método:
Enzimático

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: estudo de deficiência enzimática intestinal (lactase), resultante de dano ou disfunção da mucosa em casos de deficiência idiopática, spru, doença celíaca e gastroenterite.

Referência:
Deficiência : elevação inferior a 20 mg/dL em relação a Basal. Normal: elevação de 20 a 25 mg/dL na glicemia

TESTE DE ABSORÇÃO DA MALTOSE

Sinônimos:

Método:
Enzimático

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: estudo de deficiência enzimática intestinal , resultante de dano ou disfunção da mucosa em casos de deficiência idiopática, spru, doença celíaca e gastroenterite.

Referência:
Normal : elevação de 20 a 25 mg/dl na glicemia em relação ao tempo basal. Deficiência : elevação inferior a 20 mg/dL

TESTE DE ABSORÇÃO DA SACAROSE

Sinônimos:

Método:
Enzimático

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: estudo de deficiência enzimática intestinal

Referência:
Normal : elevação de 20 a 25 mg/dl na glicemia em relação ao tempo basal. Deficiência : elevação inferior a 20 mg/dL

TESTE DE ESTÍMULO DE ACTH APÓS INSULINA

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing, síndrome do ACTH ectópico (ex. carcinoma de pulmão, tumor de ilhotas pancreáticas, tumores carcinóides, carcinoma medular de tireóide), doença de Addison, hipopituitarismo e tumores pituitários produtores de ACTH (ex. síndrome de Nelson); avaliação de função adrenal. Valores aumentados: doença de Addison, tumores produtores de ACT, stress, síndrome de Cushing hipofisária. Valores diminuídos: adenoma de glândulas supra-renais, carcinoma de células supra renais. Interferentes: corticosteróides, estrogênios, espironolactona, anfetaminas, álcool, lítio, gravidez, fase do ciclo menstrual, atividade física.

Referência:
Basal : 0,0 a 46,0 pg/mL

TESTE DE ESTÍMULO DE ACTH E CORTISOL APÓS DDAVP

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência/Eletrouimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing (elevação do cortisol em 4 vezes) e para controle de cura cirúrgica.

Referência:
ACTH : elevação de 50% em relação ao basal. CORTISOL : elevação de 20% em relação ao basal.

TESTE DE ESTÍMULO DE CORTISOL APÓS INSULINA

Sinônimos:

Método:
Enzimático/automatizado - Eletroquimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso : investigação de síntese dos esteroides adrenais. Doença de Addison. A prova somente será considerada válida se os níveis de glicose após insulina reduzirem a pelo menos 50% do valor basal ou se a glicose for <40,0 mg/dL.

Referência:
Normal : valores acima de 30,0 ug/dL ou aumento de 50% em relação ao valor basal.

TESTE DE ESTÍMULO DE GASTRINA APÓS SECRETINA

Sinônimos:

Método:
Radioimunoensaio

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de gastrinoma

Referência:
Não detectavel a 90,0 pg/mL Aumento de 2 vezes os níveis basais ou maior que 200 pg/mL sugere gastrinoma.

TESTE DE ESTÍMULO DE PEPTÍDEO C APÓS GLUCAGON

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Avaliação da reserva pancreática (função da célula beta).

Referência:
0,9 a 4,0 ng/mL Obs : valor médio 1,6 ng/mL .Amostras coletadas antes da dose de insulina(em diabéticos),com valor inferior a 0,8 ng/mL indica reserva pancreática funcional comprometida.

TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS AMPLICTIL

Sinônimos:
Estímulo de prolactina após AMPLICTIL

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Avaliação da reserva de prolactina e hiperprolactinemia .Útil no diagnóstico de prolactinomas e desordes hipotalâmicas

Referência:
Aumento de 2 a 4 vezes o valor basal. Aos 60 minutos ocorre o pico máximo permanecendo por até 3 horas.

TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS PLASIL

Sinônimos:
Estímulo de prolactina após PLASIL

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Avaliação da reserva de prolactina e hiperprolactinemia. Útil no diagnóstico de prolactinomas e desordes hipotalâmicas Resposta normal: aumento 3 vezes os níveis basais ou maior que 20 ng/mL.

Referência:
Aumento de 50 ng/mL sobre o basal aos 60 minutos.

TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS TRH

Sinônimos:
Estímulo de prolactina após TRH

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação das reservas de TSH e prolactina; avaliação da supressão do TSH por hormônios tireoidianos; confirmação de hipertireoidismo endógeno; monitoramento da terapêutica de supressão hormonal. O TRH é um hormônio liberador de tirotropina sintético, com potente atividade estimuladora da liberação de prolactina e TSH. O principal uso deste teste é a avaliação de pacientes com suspeita de insuficiência pituitária, freqüentemente combinada com teste de liberação de gonadotropinas. Em indivíduos normais, o TSH plasmático sobe rapidamente após a administração de TRH. Em pacientes com tirotoxicose, hipotireoidismo secundário ou insuficiência pituitária primária, há resposta reduzida devido à supressão do feedback da via pituitária. Os níveis de prolactina normalmente devem subir de 2 a 3 vezes o valor basal. Respostas de TSH insuficientes também podem ocorrer em doenças como depressão, síndrome de Cushing, acromegalia e uso de medicamentos.

Referência:
Resposta normal: pico maior que 20 ng/mL e valores 3 vezes o basal aos 30 minutos.

TESTE DE ESTÍMULO DE TESTOSTERONA APÓS CORTROSINA

Sinônimos:
Estímulo de testosterona após TRH

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:

Referência:

TESTE DE ESTÍMULO DE TESTOSTERONA APÓS HCG

Sinônimos:
Testosterona, teste de reserva testicular

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Avaliação funcional das células de Leydig testiculares; diagnóstico de hipogonadismo hipogonadotrófico. Os portadores de doença gonadal primária apresentam uma resposta diminuída e os portadores de insuficiência gonadal secundária ou hipotalâmica tem resposta normal.

Referência:
Adulto : aumento de 2 vezes o valor basal Pré púberes : aumento superior a 150,0 ng/dL

TESTE DE ESTÍMULO DO FSH APÓS LHRH

Sinônimos:
FSH

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação da reserva gonadotrófica em indivíduos com retardo puberal ou hipogonadismo.

Referência:
Resposta normal Em pacientes com deficiência hipofisária, não ha - verá resposta ao estímulo. Resposta normal exclui hipogonadismo hipofisário. Pacientes com deficiência hipotalâmica apresentam -se com níveis baixos, que podem se elevar após LHRH. Mulheres Fase folicular : 2,50 a 10,20 mUI/mL Meio do ciclo : 3,10 a 17,70 mUI/mL Fase lutea : 1,50 a 9,10 mUI/mL Posmenopausa : 23,00 a 116,00 mUI/mL Homens : 1,60 a 8,00 mUI/mL 0 a 9 anos :0,50 a 4,50 < 3,00 mUI/mL 10 a 13 anos :0,40 a 6,50 0,30 a 4,00 mUI/mL 14 a 17 anos :0,80 a 8,50 0,40 a 7,40 mUI/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH APÓS EXERCÍCIO

Sinônimos:
Estímulo do HGH após exercício

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL

Referência:
Aumento dos niveis de HGH de, pelo menos 5,0 ng/mL sobre o basal. Valor Basal: Masculino Até 3,0 ng/mL Feminino Até 8,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM ARGININA

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL

Referência:
No tempo 90 observa-se resposta de no minimo 10 ng/mL em relação a basal Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM CLONIDINA

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL

Referência:
No tempo 90 observa-se resposta de no minimo 10 ng/mL em relação a basal Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM GLUCAGON

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL

Referência:
Normal: aumento dos niveis de HGH > 5 ng/mL sobre o basal. Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM INSULINA

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL A prova somente será considerada válida se os níveis de glicose após insulina reduzirem a pelo menos 50% do valor basal ou se a glicose for <40,0 mg/dL

Referência:
No tempo 90 observa-se resposta de no minimo 10 ng/mL em relação a basal Obs: valores elevados de GH nos tempos iniciais podem ocorrer devido ao estresse do paciente. Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM PROPANOLOL

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL

Referência:
Aumentos de GH de pelo menos 10 ng/mL aos 90 min. Valores Basais: Masculino até 3,0 ng/ml Feminino até 8,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM TRH

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: No acompanhamento de tratamento da acromegalia.Teste coadjuvante no acompanhamento da resposta ao tratamento.

Referência:
No tempo 90 observa-se resposta de no minimo Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO LH APÓS LHRH

Sinônimos:
LH, Gonadotrofina hipofisária

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação da reserva gonadotrófica em indivíduos com retardo puberal ou hipogonadismo.

Referência:
Resposta normal Em pacientes com deficiência hipofisária, não ha - verá resposta ao estímulo. Resposta normal exclui hipogonadismo hipofisário. Pacientes com deficiência hipotalâmica apresentam -se com níveis baixos, que podem se elevar após LHRH. Normalmente o LH responde rapidamente ao estímulo, atingindo o pico após 30 minutos da administração do LHR Incremento máximo Homens 17 a 70 anos : 1,50 a 9,30 mUI/mL Mulher Fase folicular : 1,90 a 12,50 mUI/mL Fase ovulatória : 8,70 a 76,30 mUI/mL Fase lutea : 0,50 a 16,90 mUI/mL Pos-menopausa : 15,90 a 54,00 mUI/mL Contraceptivos : 0,70 a 5,60 mUI/mL Criança 1 a 7 anos: Masculino <0.10 mUI/mL Feminino <0.45 mUI/mL 8 a 9 anos: Masculino <0.44 mUI/mLL Feminino <3.36 mUI/mL 10 a 11 anos: Masculino <2.28 mUI/mL Feminino <5.65 mUI/mL 12 a 14 anos: Masculino 0.31 a 5,29 mUI/mL Feminino <11.00 mUI/mL 15 a 17 anos: Masculino 0,15 a 5,33 m

TESTE DE ESTÍMULO DO LH E FSH APÓS LHRH

Sinônimos:
LH e FSH após Gonadorelina ( LHRH, GNRH ou HRF )

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: investigação da integridade do eixo gonadal - pituitário. A gonadorelina (LH-RH) é um decapeptídeo que causa a liberação de LH e FSH da pituitária. Neste teste, ambas as gonadotropinas deverão apresentar um incremento de pelo menos duas vezes o valor da amostra basal. Ocorre, portanto, uma avaliação da capacidade da pituitária em responder a um estímulo. A maioria das mulheres normais responde com aumentos de 2-5 vezes o valor basal. A resposta máxima do LH usualmente antecede a do FSH. Respostas fracas podem ser encontradas em doença hipotalâmica, hipopituitarismo, hipogonadismo hipogonadotrófico e pacientes anoréxicos. Respostas exageradas podem ser vistas em alguns casos de síndrome do ovário policístico.

Referência:
Resposta normal Em pacientes com deficiência hipofisária, não ha - verá resposta ao estímulo. Resposta normal exclui hipogonadismo hipofisário. Pacientes com deficiência hipotalâmica apresentam -se com níveis baixos, que podem se elevar após LHRH. Normalmente o LH responde rapidamente ao estímulo, atingindo o pico após 30 minutos da administração do LHRH. LH Mulheres Fase folicular : 1,90 a 12,50 mUI/mL Fase ovulatória : 8,70 a 76,30 mUI/mL Fase lutea : 0,50 a 16,90 mUI/mL Pos-menopausa : 15,90 a 54,00 mUI/mL Contraceptivos : 0,70 a 5,60 mUI/mL Homens 17 a 70 anos : 1,50 a 9,30 mUI/mL Criança 1 a 7 anos: Masculino <0.10 mUI/mL Feminino <0.45 mUI/mL 8 a 9 anos: Masculino <0.44 mUI/mL Feminino <3.36 mUI/mL 10 a 11 anos: Masculino <2.28 mUI/mL Feminino <5.65 mUI/mL 12 a 14 anos: Masculino 0.31 a 5,29 mUI/mL Feminino <11.00 mUI/mL 15 a 17 anos: Masculino 0,15 a 5,33 mUI/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO TSH APÓS TRH

Sinônimos:
Teste de TRH

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação das reservas de TSH e prolactina; avaliação da supressão do TSH por hormônios tireoidianos; confirmação de hipertireoidismo endógeno; monitoramento da terapêutica de supressão hormonal. O TRH é um hormônio liberador de tirotropina sintético, com potente atividade estimuladora da liberação de prolactina e TSH. O principal uso deste teste é a avaliação de pacientes com suspeita de insuficiência pituitária, freqüentemente combinada com teste de liberação de gonadotropinas. Em indivíduos normais, o TSH plasmático sobe rapidamente após a administração de TRH. Em pacientes com tirotoxicose, hipotireoidismo secundário ou insuficiência pituitária primária, há resposta reduzida devido à supressão do feedback da via pituitária. Os níveis de prolactina normalmente devem subir de 2 a 3 vezes o valor basal. Respostas de TSH insuficientes também podem ocorrer em doenças como depressão, síndrome de Cushing, acromegalia e uso de medicamentos.

Referência:
Resposta normal: aumento de 10 vezes o valor basal

TESTE DE ESTIMULO DE 17 OH PROGESTERONA APÓS ACTH

Sinônimos:
Teste da Cortrosina c/dosagem de 17OH Progesterona

Método:
Elisa

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da Hiperplasia Adrenal Congênita, deficiência da 21 - hidroxilase, diagnóstico de hirsutismo e infertilidade feminina; monitoramento terapêutico. A 17 - alfa - hidroxiprogesterona (17-OHP) é um esteróide intermediário na biossíntese do cortisol. O termo hiperplasia adrenal congênita é utilizado para definir uma síndrome que reúne erros inatos do metabolismo esteróide. São desordens geneticamente determinadas na produção dos esteróides adrenocorticais, como resultado de deficiências enzimáticas específicas. Estima-se que mais de 90% dos casos desta patologia sejam devidos à deficiência de 21 - hidroxilase, resultado de mutações hereditárias dos genes da 21 - hidroxilase B, situados próximos ao complexo HLA. Os casos podem ser classificados em formas clássicas e não-clássicas. Nas formas clássicas, o diagnóstico é facilitado pela presença de níveis extremamente elevados de 17 - alfa - hidroxiprogesterona, enquanto que nas não-clássicas, esta alteração pode ser leve, borderline ou mesmo inexistente. Nestes casos, geralmente subclínicos, persistindo a suspeita clínica, é recomendado a realização do teste dinâmico de estimulação com ACTH exógeno. A resposta normal é o de aumento até 20-25 ng/mL 60 minutos após a administração do ACTH, enquanto que em indivíduos com deficiência de 21 - hidroxilase os níveis de resposta são muito superiores.

Referência:
Valores de referência e metodologia antigos: Raramente excede 2000,0 ng/dL Pacientes com hiperplasia adrenal congênita apresentam níveis muito elevados (geralmente superiores a 10.000 ng/dL). Metodologia: Radioimunoensaio ATENÇÃO: Nova metodologia e valores de referência a partir de 10/09/12. Homens: 59,0 a 344,0 ng/dL Mulheres: Fase folicular: 11,0 a 108,0 ng/dL Fase lútea: 95,0 a 500,0 ng/dL Gravidez: Primeiro trimestre: 250,0 a 978,0 ng/dL Segundo trimestre: 340,0 a 850,0 ng/dL Terceiro trimestre: 453,0 a 1886,0 ng/dL Pré Pubere: 1 a 6 meses: 13,0 a 173,0 ng/dL 6 meses a 1 ano: 11,0 a 173,0 ng/dL 1 a 11 anos: 10,0 a 139,0 ng/dL

TESTE DE ESTIMULO DE GLICOSE APÓS INSULINA

Sinônimos:

Método:
Enzimático/ automatizado

Prazo:
24h

Interpretação:
Ver Curva Glicêmica (Prolongada - 0 a 300 minutos).

Referência:
Hipoglicemia aos 30 minutos Após adm. EV de TRH,LHRH e Insulina

TESTE DE ESTIMULO RENINA/ALDOSTERONA

Sinônimos:
Teste de estimulo renina/aldosterona (deambulação)

Método:
Quimioluminescência/Radioimunoensaio

Prazo:
48 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial da hipertensão arterial; diferenciação entre aldosteronismo primário e secundário; monitoramento da terapia com mineralocorticóides; seguimento de portadores de defeito da 21-hidroxilase em tratamento. Valores diminuídos: hiperaldosteronismo primário. Valores aumentados: hipertensão renovascular.

Referência:
Renina Em pé : 4,4 a 46,1 uUI/mL Em Repouso: 2,8 a 39,9 uUI/mL Aldosterona Adultos: Deitado - 1,0 a 10,5 ng/dL Em pé - 3,4 a 27,3 ng/dL Crianças: No nascimento - 30,0 a 190,0 ng/dL De 1 mês a 2 anos - 2,0 a 110,0 ng/dL De 3 a 16 anos - 1,2 a 34,0 ng/dL ATENÇÃO: Novos valores de referência e metodologia 25/02/13. Metodologia antiga: ELISA Valores de referência antigos: Aldosterona: 2,5 a 31,5 ng/dL (sem restrição de ingestão de sal, em repouso)

TESTE DE LIBERAÇÃO DE CORTISOL APÓS CORTROSINA

Sinônimos:
Estímulo com ACTH p/ Cortisol

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: determinação da resposta adrenal ao ACTH; diagnóstico diferencial de insuficiência adrenal. Este teste, ao utilizar uma forma sintética de ACTH de ação rápida, causa um aumento súbito na concentração do cortisol sérico. Em pacientes com insuficiência adrenal, não existem mudanças na concentração do cortisol. Pacientes com causas secundárias de insuficiência adrenal apresentam mudanças pequenas na cortisolemia, devendo ser investigados com outros protocolos. Na doença de Addison, os valores não apresentam alterações (resposta normal ao teste exclui insuficiência adrenal primária), enquanto que em hiperplasia adrenal congênita, os níveis de cortisol sobem 4-6 vezes o valor basal.

Referência:
Normal: o pico de cortisol excede 30,0 ug/dL em relação ao basal ou incremento de 50%.

TESTE DE MISTURA PARA TTPA PROLONGADO

Sinônimos:
DILUTE RUSSEL VIPER TIME

Método:
Fibrômetro e coagulômetro

Prazo:
48 horas

Interpretação:
Uso: controle terapêutico de anticoagulantes orais; avaliação da função hepática e desordens de coagulação. Devido às diferenças de sensibilidade das tromboplastinas obtidas em diferentes fontes, é recomendada uma padronização, utilizando-se uma tromboplastina de referência mundial (INR - International Normalization Ratio). Os pacientes que utilizam anticoagulantes orais, em fase estável de anticoagulação, podem ser monitorados de um modo mais racional e seguro, utilizando este parâmetro.

Referência:
O esperado é apresentar uma correção para o valor normal (25-39 s)

TESTE DE PATERNIDADE DUO [FILHO (A) E SUP. PAI (OU MÃE)]

Sinônimos:
Investigação de Vínculo Genético de Filiação

Método:
PCR - STR - Sequenciador ABI

Prazo:
15 dias uteis

Interpretação:
Interpretação: O Laboratório Alvaro emprega em suas análises o DNA genômico extraído de leucócitos presentes no sangue dos examinandos (Suposto Pai, Mãe e Filho (a)). Para cada indivíduo determina-se os seus dois alelos de cada um dos treze locos em estudo. Na identificação de cada loco de microssatélite utiliza-se a tecnologia da PCR (Polymerase Chain Reaction, Reação em Cadeia pela Polimerase) que amplifica os locos e promove a marcação destes utilizando-se oligonucleotídeos marcados com grupos fluorescentes de quatro cores diferentes. Os alelos amplificados e marcados são analisados em sequenciador automático ABI-PRISM Genetic Analizer (sistema validado pelo TWGDAM) e seus tamanhos em pares de bases (bp) são determinados por meio de comparação com padrões previamente obtidos de DNA de comprimento conhecido. Posteriormente todos os dados são calculados estatisticamente com base em tabelas de freqüências alélicas determinadas experimentalmente numa amostra representativa da população. Nos casos de inclusão de paternidade alcança-se uma certeza maior do que 99,99% e nos casos de exclusão de paternidade a certeza é de 100%.

Referência:

TESTE DE PATERNIDADE [MÃE, FILHO (A) E SUP. PAI]

Sinônimos:
Investigação de Vínculo Genético de Filiação

Método:
PCR - STR - Sequenciador ABI

Prazo:
15 dias uteis

Interpretação:
Interpretação: O Laboratório Alvaro emprega em suas análises o DNA genômico extraído de leucócitos presentes no sangue dos examinandos (Suposto Pai, Mãe e Filho (a)). Para cada indivíduo determina-se os seus dois alelos de cada um dos treze locos em estudo. Na identificação de cada loco de microssatélite utiliza-se a tecnologia da PCR (Polymerase Chain Reaction, Reação em Cadeia pela Polimerase) que amplifica os locos e promove a marcação destes utilizando-se oligonucleotídeos marcados com grupos fluorescentes de quatro cores diferentes. Os alelos amplificados e marcados são analisados em sequenciador automático ABI-PRISM Genetic Analizer (sistema validado pelo TWGDAM) e seus tamanhos em pares de bases (bp) são determinados por meio de comparação com padrões previamente obtidos de DNA de comprimento conhecido. Posteriormente todos os dados são calculados estatisticamente com base em tabelas de freqüências alélicas determinadas experimentalmente numa amostra representativa da população. Nos casos de inclusão de paternidade alcança-se uma certeza maior do que 99,99% e nos casos de exclusão de paternidade a certeza é de 100%.

Referência:

TESTE DE SUPRESSÃO DA PROLACTINA APÓS L-DOPA

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:

Referência:
Redução de 50% sobre o nível basal de prolactina (após 24 horas)em pacientes com hiperprolactinemia

TESTE DE SUPRESSÃO DO CORTISOL APÓS DEXAMETASONA

Sinônimos:

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: determinação da resposta adrenal ao ACTH; diagnóstico diferencial de insuficiência adrenal.

Referência:
O cortisol após dexametasona deverá estar abaixo de 2,0 ug/dL.

TESTE DE SUPRESSÃO DO GH COM GLICOSE

Sinônimos:
Curva de HGH após glicose

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação de casos com suspeita de hipersecreção autônoma de HGH. Até 10% dos indivíduos com excesso de HGH (acromegalia) apresentam valores basais de GH dentro dos parâmetros da normalidade. O excesso de GH pode ser estabelecido medindo-se a resposta de HGH após resposta de sobrecarga de glicose. Os níveis de HGH devem baixar até cerca de 2,0 ng/mL após esta supressão com carga de glicose. A incapacidade de supressão é geralmente observada em pacientes com acromegalia, embora resultados alterados também possam ser vistos em doença hepática, doença renal crônica, diabetes mellitus não controlada, desnutrição, síndrome de Laron, tirotoxicose ou ingestão de L-dopa.

Referência:
Normal : queda dos niveis de HGH Nível basal < 1,0 ng/ml exclui acromegalia. Valores Basais: Masculino até 3,0 ng/mL Feminino até 8,0 ng/mL

TESTE DE SUPRESSÃO DO TSH APÓS L-TIROXINA

Sinônimos:
Teste de TRH

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação das reservas de TSH e prolactina; avaliação da supressão do TSH por hormônios tireoidianos; confirmação de hipertireoidismo endógeno; monitoramento da terapêutica de supressão hormonal. O TRH é um hormônio liberador de tirotropina sintético, com potente atividade estimuladora da liberação de prolactina e TSH. O principal uso deste teste é a avaliação de pacientes com suspeita de insuficiência pituitária, freqüentemente combinada com teste de liberação de gonadotropinas. Em indivíduos normais, o TSH plasmático sobe rapidamente após a administração de TRH. Em pacientes com tirotoxicose, hipotireoidismo secundário ou insuficiência pituitária primária, há resposta reduzida devido à supressão do feedback da via pituitária. Os níveis de prolactina normalmente devem subir de 2 a 3 vezes o valor basal. Respostas de TSH insuficientes também podem ocorrer em doenças como depressão, síndrome de Cushing, acromegalia e uso de medicamentos.

Referência:

TESTE DE TOLERÂNCIA A GLICOSE

Sinônimos:
Curva glicêmica

Método:
Enzimático

Prazo:
24h

Interpretação:
Normal : Diagnóstico de diabetes mellitus

Referência:
Glicemia basal entre 75 e 110 mg/dL, glicemia inferior a 140 mg/dL aos 120 minutos.

TESTE DO PEZINHO - BASICO

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Inferior a 3,5 mg/dL Fenilalanina (PKU) Até 7 dias : Inferior a 15,0 uUI/mL Após 7 dias : Inferior a 10,0 uUI/mL TSH Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS : Padrão Anemia Falciforme Hb FA : Padrão Normal Interpretação: Fenótipos investigados: após 90 dias. 2 a 14 dias : Inferior a 90,0 ng/mL Após 14 dias : Inferior a 70,0 ng/mL Valores acima de 140,0 ng/mL são sugestivos de Fibrose Cística. Tripsina Imunorreativa (IRT)

TESTE DO PEZINHO - BASICO

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Interpretação: Fenótipos investigados: Até 7 dias : Inferior a 15,0 uUI/mL Após 7 dias : Inferior a 10,0 uUI/mL Hb FA : Padrão Normal Hb FS : Padrão Anemia Falciforme Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Cromatografia aminoacidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FSA : S Beta Talassemia Hb AF ou AA : Sugestivo

TESTE DO PEZINHO - BASICO (Cientifica)

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL T4 - Neonatal : Superior a 6,0 ug/mL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. TSH Neonatal - Até 7 dias: Inferior a 15,0 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10,0 uUI/mL Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS : Padrão Anemia Falciforme Hb FA : Padrão Normal Interpretação: Fenótipos investigados: após 90 dias.

TESTE DO PEZINHO - MCAD

Sinônimos:
Def. de Acil CoA Desidrogenase de Cadeia Média

Método:
Espectrometria de Massas em Tandem

Prazo:
10 dias úteis

Interpretação:
Exames realizados : Aminoacidopatias e Distúrbios do Ciclo da Uréia (dentre elas Tirosinemia e Doença do Xarope de Bordo) o Distúrbios das Acilcarnitinas (incluindo Distúrbios dos Ácidos Orgânicos e Oxidação dos Ácidos Graxos, entre eles o MCAD)

Referência:
Normal MCAD - Deficiencia Desidrogenase dos Acil-Coa de Cadeia Media Obs. Resultados do rastreamento neonatal não podem ser consideradas como diagnósticos. Avaliação cli- nica e exames complementares são obrigatórios para sua confirmação. Um resultado normal não exclui a possibilidade das doenças mencionadas. **Esta análise não pode ser realizada em amostra contendo anticoagulantes (EDTA, citrato...) que interferem na metodologia utilizada. **

TESTE DO PEZINHO - PERFIL 0

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico.

TESTE DO PEZINHO - PERFIL 1

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/mL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. Biotinidase : Negativo

TESTE DO PEZINHO - PERFIL 1+ Hb

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Biotinidase : Negativo Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Tra

TESTE DO PEZINHO - PERFIL 2

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. 17 OH Progesterona Peso ao nascer: Inferior a 1250 g Até 73,6 ng/mL Entre 1250 e 2249 g Até 40,8 ng/mL Superior a 2250 g Até 20,9 ng/mL Tripsina Imunoreativa:

TESTE DO PEZINHO - PERFIL 2 + Hb

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos :Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS : Padrão Anemia

TESTE DO PEZINHO - PERFIL 3

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. 17 OH Progesterona Peso ao nascer: Inferior a 1250 g Até 73,6 ng/mL Entre 1250 e 2249 g Até 40,8 ng/mL Superior a 2250 g Até 20,9 ng/mL Tripsina Imunoreativa:

TESTE DO PEZINHO - PERFIL 4

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL após 14 dias até 70ng/mL TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasmose - Ac. IgM : Não reagente G6PD : superior a 2,2 U/g Hb

TESTE DO PEZINHO - PERFIL 5

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS : Padrão Anemia

TESTE DO PEZINHO - PERFIL AMPLIADO

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS : Padrão Anemia

TESTE DO PEZINHO - PERFIL AMPLIADO - PADRÃO DASA

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. 17 OH Progesterona Peso ao nascer: Inferior a 1250 g Até 73,6 ng/mL Entre 1250 e 2249 g Até 40,8 ng/mL Superior a 2250 g Até 20,9 ng/mL Galactose :Inferior a 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Cromatografia aminoácidos : Normal Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Toxoplasma - Ac. IgM : Não reagente

TESTE DO PEZINHO - PERFIL BASICO

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Hemoglobinopatias após 90 dias. devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS

TESTE DO PEZINHO - PERFIL EXPANDIDO - MCAD

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS : Padrão Anemia

TESTE DO PEZINHO - PERFIL EXPANDIDO - PADRÃO DASA

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:
Exames realizados (MCAD): Aminoacidopatias e Distúrbios do Ciclo da Uréia (dentre elas Tirosinemia e Doença do Xarope de Bordo) o Distúrbios das Acilcarnitinas (incluindo Distúrbios dos Ácidos Orgânicos e Oxidação dos Ácidos Graxos, entre eles o MCAD)

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Hemoglobinopatias : Negativa devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS

TESTE DO PEZINHO - PERFIL MASTER

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Aminoacidopatias investigadas: Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Xarope de Bordo Observação: Alterações transitórias eventuais podem ocorrer em recém-nascidos. Metodologia desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Hemoglobinopatias Interpretação: Fenótipos investigados: Hb FA : Padrão Normal Hb FS : Padrão Anemia Falciforme Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FSA : S Beta Talassemia Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- perior a 1 mês. Obs. Recém-nas

TESTE DO PEZINHO - PERFIL MASTER (Cientifica Lab)

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Cromatografia aminoacidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS

TESTE DO PEZINHO - PERFIL NP1

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. 17 OH Progesterona Peso ao nascer: Inferior a 1250 g Até 73,6 ng/mL Entre 1250 e 2249 g Até 40,8 ng/mL Superior a 2250 g Até 20,9 ng/mL

TESTE DO PEZINHO - PERFIL NPG

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. 17 OH Progesterona Peso ao nascer: Inferior a 1250 g Até 73,6 ng/mL Entre 1250 e 2249 g Até 40,8 ng/mL Superior a 2250 g Até 20,9 ng/mL Tripsina Imunoreativa:

TESTE DO PEZINHO - PERFIL NPH

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. 17 OH Progesterona Peso ao nascer: Inferior a 1250 g Até 73,6 ng/mL Entre 1250 e 2249 g Até 40,8 ng/mL Superior a 2250 g Até 20,9 ng/mL Tripsina Imunoreativa:

TESTE DO PEZINHO - PERFIL NPT

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. 17 OH Progesterona Peso ao nascer: Inferior a 1250 g Até 73,6 ng/mL Entre 1250 e 2249 g Até 40,8 ng/mL Superior a 2250 g Até 20,9 ng/mL Tripsina Imunoreativa:

TESTE DO PEZINHO - PERFIL PLUS

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL Cromatografia aminoácidos : Normal Metodologia desenvolvida e validada pelo podem ocorrer em recém-nascidos. Observação: Alterações transitórias eventuais Xarope de Bordo Histidinemia, Homocistinúria, Tirosinemia, Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Cistinose, Citrulinemia, Fenilcetonúria, Aminoacidopatias investigadas: Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas. Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS : Padrão Anemia

TESTE DO PEZINHO - PERFIL TSH - T4 - PKU

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL

TESTE DO PEZINHO - PKU, T4Neo, TSH, HEN, TRIPS

Sinônimos:

Método:
Diversos

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Fenilalanina - PKU : Inferior a 3,5 mg/dL TSH - Neonatal: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico. Hemoglobinopatias devem repetir a análise das hemoglobinas Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros perior a 1 mês. Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade su- Hb FSA : S Beta Talassemia Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FS : Padrão Anemia Falciforme Hb FA : Padrão Normal Interpretação: Fenótipos investigados: após 90 dias. Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias: Inferior a 90 ng/mL Após 14 dias : Inferior a 70 ng/mL Valores acima de 140,0 ng/mL são sugestivos de Fibrose Cística.

TESTOSTERONA BIODISPONÍVEL

Sinônimos:
Testosterona biodisponível

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação do hirsutismo; diagnóstico de tumores virilizantes; diagnóstico do hipogonadismo masculino; avaliação de precocidade sexual idiopática; avaliação de pseudopuberdade precoce. Valores aumentados: hirsutismo idiopático (elevação discreta em mulheres), ovários policísticos, virilização, tumores ovarianos virilizantes (níveis muito elevados). Valores diminuídos: hipogonadismo de origem testicular.

Referência:
Testosterona Biodisponível Feminino: Pré púberes:Sem valor de referência definido Mulheres adultas: Fase folicular : 4,4 a 39,0 ng/dL Meio do ciclo : 7,1 a 55,0 ng/dL Fase lútea : 4,1 a 44,0 ng/dL Pós menopausa : 4,4 a 48,0 ng/dL Masculino: Abaixo de 17 anos:Sem valor de referência definido 17 a 40 anos : 82 a 626 ng/dL 41 a 60 anos : 58 a 436 ng/dL acima de 60 anos: 43 a 424 ng/dL Testosterona Total Homens adultos : 241,0 a 827,0 ng/dL Meninos Pré-púberes*: Inferior a 30,0 ng/dL Mulheres Adultas : 14,0 a 76,0 ng/dL Meninas Pré-púberes : Inferior a 25,0 ng/dL * Exceto meninos abaixo de 1 ano. ** Novo limite mínimo de Detecção: 12,0 ng/dL Testosterona Livre Pré- púberes: Sem valor de referência definido Menacme: Fase folicular : 0,18 a 1,68 ng/dL Meio do ciclo : 0,3 a 2,34 ng/dL Fase lútea : 0,17 a 1,87 ng/dL Pós- menopausa : 0,19 a 2,06 ng/dL 17 a 40 anos : 3,4 a 24,6 ng/dL 41 a 60 anos : 2,67 a 18,3 ng/dL Acima de 60 anos : 1,86 a 19,0 ng/dL SHBG MULHE

TESTOSTERONA LIVRE

Sinônimos:

Método:
Calculada

Prazo:
48h

Interpretação:
Uso: avaliação da fração ativa da testosterona; avaliação do hirsutismo em mulheres (principalmente quando os níveis de testosterona total estão normais). Valores aumentados: hirsutismo (mais de 30% das mulheres com hirsutismo apresentam testosterona total com níveis normais), tumor virilizante de adrenal, síndrome do ovário policístico. Valores diminuídos: hipogonadismo.

Referência:
Feminino: Pré- púberes: Sem valor de referência definido Menacme: Fase folicular : 0,18 a 1,68 ng/dL Meio do ciclo : 0,3 a 2,34 ng/dL Fase lútea : 0,17 a 1,87 ng/dL Pós- menopausa : 0,19 a 2,06 ng/dL Masculino: Abaixo de 17 anos:Sem valor de referência definido 17 a 40 anos : 3,4 a 24,6 ng/dL 41 a 60 anos : 2,67 a 18,3 ng/dL Acima de 60 anos : 1,86 a 19,0 ng/dL OBS: Testosterona Livre Calculada através da dosa- gem de Testosterona Total, SHBG e, com associação da constante Albumina-Testosterona em uma concen - tração média estimada de 4,3 g/dL de Albumina. Amostras de gestantes e pacientes em uso de con - traceptivos orais e drogas anti-epiléticas podem ter valor aumentado para SHBG o que pode resul- tar em valores baixos para a Testosterona Livre Referência Bibliográfica: VERMEULEN A, VERDONCL L, KAUFMAN JM. A critical evaluation of simple methods for the estimulation of free testosterone in serum. J Clin Endoclinol Metabol 1999;84:3666-3672. VIEIRA JH, FERRER CF, CHIRINGHELLO MT,

TESTOSTERONA TOTAL

Sinônimos:
Testosterona

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação do hirsutismo; diagnóstico de tumores virilizantes; diagnóstico do hipogonadismo masculino; avaliação de precocidade sexual idiopática; avaliação de pseudopuberdade precoce. Valores aumentados: hirsutismo idiopático (elevação discreta em mulheres), ovários policísticos, virilização, tumores ovarianos virilizantes (níveis muito elevados). Valores diminuídos: hipogonadismo de origem testicular.

Referência:
Atenção: Novos valores de referência a partir de 19/03/2012. Homens adultos : 241,0 a 827,0 ng/dL Meninos Pré-púberes*: Inferior a 30,0 ng/dL Mulheres Adultas : 14,0 a 76,0 ng/dL Meninas Pré-púberes : Inferior a 25,0 ng/dL * Exceto meninos abaixo de 1 ano. * Novo limite mínimo de Detecção: 12,0 ng/dL

TESTOSTERONA TOTAL - Curva

Sinônimos:
Testosterona

Método:
Eletroquimioluminométrico

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação do hirsutismo; diagnóstico de tumores virilizantes; diagnóstico do hipogonadismo masculino; avaliação de precocidade sexual idiopática; avaliação de pseudopuberdade precoce. Valores aumentados: hirsutismo idiopático (elevação discreta em mulheres), ovários policísticos, virilização, tumores ovarianos virilizantes (níveis muito elevados). Valores diminuídos: hipogonadismo de origem testicular.

Referência:
Homem Mulher Adulto : 241,0 a 827,0 6,0 a 82,0 ng/dL < 1 ano : 12,0 a 21,0 ng/dL 1 a 5 anos : 2,0 a 25,0 2,0 a 10,0 ng/dL 6 a 9 anos : 3,0 a 30,0 2,0 a 20,0 ng/dL 10 a 11 anos: 5,0 a 50,0 3,0 a 25,0 ng/dL 12 a 14 anos: 10,0 a 572,0 10,0 a 40,0 ng/dL 15 a 17 anos: 220,0 a 800,0 5,0 a 40,0 ng/dL Após 60 anos os valores de referência diminuem tanto no homem como na mulher.

TETANO - Anticorpos

Sinônimos:

Método:
ELISA

Prazo:
15 dias

Interpretação:
Uso : Tétano é uma doença infecciosa, causada pela ação da exotoxina do Clostridium tetani sobre as células motoras do sistema nervoso. Caracteriza-se pela hipertonia da musculatura estriada, generalizada ou não. Patogenia Condições para que se instale o tétano no homem: - Existência de solução de continuidade no revestimento cutâneo mucoso e/ou uma víscera; - Penetração no organismo de esporos tetânicos; - Ausência ou insuficiência de luminosidade.

Referência:
Vacina básica ou de reforço: < 0,1 IU/mL Vacina de reforço: 0,1 - 0,5 IU/mL Controle em 2 anos: 0,6 - 1,0 IU/mL Controle em 5 a 10 anos: 1,1 - 5,0 IU/mL Controle em 10 anos: > 5,0 IU/mL Valor de referência antigo: Ausência de imunidade : < 0,10 UI/mL Imunidade adquirida : > 1,00 UI/mL Vacinação recomendada : 0,10 a 1,00 UI/mL Vacinação contra-indicada : > 10,0 UI/mL ATENÇÃO: Novos valores de referência a partir de 12/11/12.

TETRAHIDROFURANO, urina

Sinônimos:
Azo corante

Método:
Cromatografia Gasosa

Prazo:
30 dias

Interpretação:

Referência:
< 1,0 mg/L

TIPAGEM PARA HPV POR MICROARRAY

Sinônimos:
Papilomavirus; Genotipagem

Método:
PCR, Hibridização e Microarray DNA (CLART® PAPILOMAVIRUS Humano 2)

Prazo:
5 dias

Interpretação:
A presença de certos tipos de HPV no trato genital (alto risco) é geralmente associada a várias doenças como condiloma, neoplasias e carcinoma cervical, vaginal,vulvar, entre outras regiões. Normalmente é aceito que estas viroses sejam transmitidas sexualmente. Alem disso, os tipos de HPV classificados como de alto risco são em sua maioria reconhecidos como fator de  risco para o desenvolvimento de câncer cervical. O dispositivo CLART® PAPILOMAVIRUS Humano 2 detecta a presença de 35 tipos (6, 11, 16, 18, 26, 31, 33, 35, 39, 40, 42, 43, 44, 45, 51, 52, 53, 54, 56, 58, 59, 61, 62, 66, 68, 70, 71, 72, 73, 81, 82, 83, 84, 85 e 89) de HPV mais relevantes clinicamente em diferentes tipos de amostras. Baixo Risco: 6, 11, 40, 42, 43, 44, 54, 61, 62, 71, 72, 81, 83,84, 89. Alto Risco: 16, 18, 26, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 53, 56, 58, 59, 66, 68, 70, 73, 82, 85. A detecção dos diferentes genótipos HPV ocorre por amplificação por PCR de um fragmento de 450 pb região L1, altamente conservada do vírus.

Referência:
Não Detectado

TIREOGLOBULINA

Sinônimos:
TG, HTG

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados. A tireoglobulina é uma glicoproteína produzida pelas células acinares tireoidianas, sendo o principal componente do colóide dos folículos tireoidianos. Valores aumentados: tumor papilífero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doença de Graves. Após tireoidectomia total, valores menores que 6 ng/mL são indicativos de ausência de tecido remanescente. É importante fazer a determinação dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina sérica e este exame está contra indicado.

Referência:
Normais : 2,0 a 60,0 ng/mL Tiroidectomizados e em terapêutica com hormônios tiroideanos : < 2,0 ng/mL Sensibilidade do método: 0,1 ng/mL.

TIREOGLOBULINA - LIQUIDOS

Sinônimos:
TG, HTG

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados. A tireoglobulina é uma glicoproteína produzida pelas células acinares tireoidianas, sendo o principal componente do colóide dos folículos tireoidianos. Valores aumentados: tumor papilífero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doença de Graves. Após tireoidectomia total, valores menores que 6 ng/mL são indicativos de ausência de tecido remanescente. É importante fazer a determinação dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina sérica e este exame está contra indicado.

Referência:
Esta dosagem não é citada para o referido material de acordo com recomendações do fabricante. Valores de referência não são fornecidos ficando a avaliação do resultado a critério médico.

TIREOGLOBULINA COM ÍNDICE DE RECUPERAÇÃO

Sinônimos:
TG, HTG

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
48h

Interpretação:
Uso: avaliação e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados. A tireoglobulina é uma glicoproteína produzida pelas células acinares tireoidianas, sendo o principal componente do colóide dos folículos tireoidianos. Valores aumentados: tumor papilífero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doença de Graves. Após tireoidectomia total, valores menores que 6 ng/mL são indicativos de ausência de tecido remanescente. É importante fazer a determinação dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina sérica e este exame está contra indicado.

Referência:
Tireoglobulina: Normais : 2,0 a 60,0 ng/mL Tiroidectomizados e em terapêutica com hormônios tiroideanos : < 2,0 ng/mL Índice de Recuperação: Um resultado de 70 a 130% indica uma recuperação adequada.

TIROSINA

Sinônimos:

Método:
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

Prazo:
30dias úteis

Interpretação:
Uso: avaliação de anomalias hereditárias ou metabólicas.

Referência:
Inferior ou igual a 3,0 mg%

TOPIRAMATO

Sinônimos:
Topamax

Método:
Imunoensaio de Fluorescência Polarizada (FPIA)

Prazo:
25 dias úteis

Interpretação:
- Este exame é útil para o acompanhamento de indivíduos que fazem uso de topiramato, um medicamento utilizado no tratamento de epilepsia, enxaqueca e de algumas doenças psiquiátricas, como o distúrbio bipolar. A monitorização da terapêutica com topiramato permite a individualização do tratamento e, com isso, a otimização dos resultados.

Referência:
Valores terapêuticos: 6,0 a 74,0 mcmol/L NOTA: Para converter mcmol/L para mg/L dividir pelo fator de 2,95.

TOXOCARA - Anticorpos IgG

Sinônimos:
Diagnóstico sorológico da toxocariase

Método:
ELISA

Prazo:
48 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da toxocaríase . A toxocariose (larva migrans visceral) é uma infecção que resulta da invasão de órgãos por larvas de nematelmintos, como o Toxocara canis e o Toxocara cati(menos comum).Os ovos dos parasitas se desenvolvem no solo contaminado por fezes de cães e gatos infectados. Caixas de areia de crianças, onde os gatos muitas vezes defecam, trazem um risco. Os ovos podem ser transferidos diretamente para a boca, se uma criança brincar com a areia contaminada ou comê-la.Depois de deglutidos, os ovos se abrem no intestino. As larvas penetram na parede intestinal e se propagam pelo sangue. Quase qualquer tecido do corpo pode ser envolvido , particularmente o cérebro, o olho, o fígado, o pulmão e o coração. As larvas podem permanecer vivas por muitos meses, causando lesão por migração aos tecidos e inflamação em torno delas.A toxocariose geralmente produz infecção relativamente leve em crianças com 2 a 4 anos, mas também podem ser afetados crianças com mais idade e adultos. Os sintomas podem começar após várias semanas de infecção ou podem demorar vários meses, dependendo da intensidade e do número de exposições e da sensibilidade da pessoa às larvas. Febre, tosse ou sibilos e hepatomegalia podem desenvolver-se primeiro. Algumas pessoas têm erupção cutânea, esplenomegalia e pneumonia recorrente. Crianças de mais idade tendem a não apresentar sintomas ou estes são leves, mas podem desenvolver lesão ocular que comprometa a visão e que pode ser confundida com tumor maligno do olho.Podemos suspeitar de toxocariose numa pessoa que tenha altos níveis de eosinófilos, hepatomegalia, inflamação dos pulmões, febre e altos níveis de anticorpos no sangue. ( fonte : gastronews )

Referência:
Não Reagente : < 1.0 Inconclusivo : 1.0 a 1.4 Reagente : > 1.4 Obs. Resultados falso - positivos podem ocorrer em infestação por Ascaris lumbricoides.

TOXOCARA - Anticorpos IgM

Sinônimos:
Diagnóstico sorológico da toxocariase

Método:
ELISA

Prazo:
48h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da toxocaríase . A toxocariose (larva migrans visceral) é uma infecção que resulta da invasão de órgãos por larvas de nematelmintos, como o Toxocara canis e o Toxocara cati(menos comum).Os ovos dos parasitas se desenvolvem no solo contaminado por fezes de cães e gatos infectados. Caixas de areia de crianças, onde os gatos muitas vezes defecam, trazem um risco. Os ovos podem ser transferidos diretamente para a boca, se uma criança brincar com a areia contaminada ou comê-la.Depois de deglutidos, os ovos se abrem no intestino. As larvas penetram na parede intestinal e se propagam pelo sangue. Quase qualquer tecido do corpo pode ser envolvido , particularmente o cérebro, o olho, o fígado, o pulmão e o coração. As larvas podem permanecer vivas por muitos meses, causando lesão por migração aos tecidos e inflamação em torno delas.A toxocariose geralmente produz infecção relativamente leve em crianças com 2 a 4 anos, mas também podem ser afetados crianças com mais idade e adultos. Os sintomas podem começar após várias semanas de infecção ou podem demorar vários meses, dependendo da intensidade e do número de exposições e da sensibilidade da pessoa às larvas. Febre, tosse ou sibilos e hepatomegalia podem desenvolver-se primeiro. Algumas pessoas têm erupção cutânea, esplenomegalia e pneumonia recorrente. Crianças de mais idade tendem a não apresentar sintomas ou estes são leves, mas podem desenvolver lesão ocular que comprometa a visão e que pode ser confundida com tumor maligno do olho.Podemos suspeitar de toxocariose numa pessoa que tenha altos níveis de eosinófilos, hepatomegalia, inflamação dos pulmões, febre e altos níveis de anticorpos no sangue. ( fonte : gastronews )

Referência:
Não Reagente : < 1.0 Inconclusivo : 1.0 a 1.4 Reagente : > 1.4 Obs. Resultados falso - positivos podem ocorrer em infestação por Ascaris lumbricoides.

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgA (ELISA)

Sinônimos:

Método:
ELISA

Prazo:
24h

Interpretação:
Os anticorpos IgA podem permanecer positivos alguns meses após a fase aguda da toxoplasmose; juntamente com os anticorpos IgM positivo e a avidez de IgG (<30 %), formam um perfil importante como marcadores da infecção aguda. Ver Toxoplasmose - Anticorpos IgM.

Referência:
Reagente : maior que 2,0 (índice) Limítrofes : 1,0 a 2,0 Associar o teste AVIDEZ de IgG para auxiliar no diagnóstico de fase aguda.

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG (CMIA)

Sinônimos:

Método:
Imunoensaio Quimioluminesceste de Micropartículas (CMIA)

Prazo:
24 horas

Interpretação:
Uso: diagnóstico da toxoplasmose; triagem pré-natal; verificação do estado imune da gestante. Os anticorpos anti-Toxoplasma classe IgG apresentam títulos elevados durante a fase aguda da toxoplasmose, mantendo-se por longo tempo e declinando a títulos mais baixos, permanecendo por toda a vida com variações pequenas. A pesquisa de anticorpos IgG isoladamente não é indicada para o diagnóstico laboratorial da toxoplasmose. Em casos especiais, podem ser avaliados os resultados quando as pesquisas sorológicas são realizadas em diferentes dias (sorologia pareada), considerando-se um aumento significativo de níveis de anticorpos entre as duas amostras. Pela técnica (MEIA), índice >10.0 U é considerado positivo; juntamente com anticorpos da classe IgM negativos indica infecção pregressa. Em gestantes, o diagnóstico laboratorial assume importância vital (pela possibilidade de lesão intra-uterina do feto e principalmente por não apresentarem sintomas da doença); um resultado positivo para anticorpos IgG e negativo para anticorpos IgM é suficiente para tranqüilizar o obstetra, tratando-se de uma infecção pregressa. Gestantes soronegativas para anticorpos IgG e IgM serão consideradas de alto risco, devendo ser acompanhadas com exames em intervalos de 3 em 3 meses.

Referência:
Não Reagente : Inferior a 1,6 UI/mL Inconclusivo : Entre 1,6 e 3,0 UI/mL* Reagente : Superior a 3,0 UI/mL - sugere infecção pregressa. *Devido ao baixo nível de anticorpos IgG sugerimos análise mensal de acompanhamento (pesquisa de anticorpos IgG). Observar que o resultado não é conclusivo quanto a presença de anticorpos IgG , principalmente se a paciente é gestante. É importante informar que a solicitação de avidez de IgG não é aconselhável nesse caso, pois ela dever ser realizada somente nos casos em que o indivíduo apresenta os 2 anti- corpos positivos (IgG e IgM).

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG (ECLIA)

Sinônimos:

Método:
Eletroquimioluminescência - ECLIA

Prazo:
24 horas

Interpretação:
Uso: diagnóstico da toxoplasmose; triagem pré-natal; verificação do estado imune da gestante. Os anticorpos anti-Toxoplasma classe IgG apresentam títulos elevados durante a fase aguda da toxoplasmose, mantendo-se por longo tempo e declinando a títulos mais baixos, permanecendo por toda a vida com variações pequenas. A pesquisa de anticorpos IgG isoladamente não é indicada para o diagnóstico laboratorial da toxoplasmose. Em casos especiais, podem ser avaliados os resultados quando as pesquisas sorológicas são realizadas em diferentes dias (sorologia pareada), considerando-se um aumento significativo de níveis de anticorpos entre as duas amostras. Pela técnica (MEIA), índice >10.0 U é considerado positivo; juntamente com anticorpos da classe IgM negativos indica infecção pregressa. Em gestantes, o diagnóstico laboratorial assume importância vital (pela possibilidade de lesão intra-uterina do feto e principalmente por não apresentarem sintomas da doença); um resultado positivo para anticorpos IgG e negativo para anticorpos IgM é suficiente para tranqüilizar o obstetra, tratando-se de uma infecção pregressa. Gestantes soronegativas para anticorpos IgG e IgM serão consideradas de alto risco, devendo ser acompanhadas com exames em intervalos de 3 em 3 meses.

Referência:
Não Reagente : ausência de anticorpos Inconclusivo : Entre 10,0 e 30,0 UI/mL* Reagente : IgG > 30,0 UI/mL - sugere infecção pre- gressa. *Devido ao baixo nível de anticorpos IgG nos Re- sultados INCONCLUSIVOS sugerimos análise mensal de acompanhamento (pesquisa de anticorpos IgG). Observar que o resultado não é conclusivo quanto a presença de anticorpos IgG , principalmente se a paciente é gestante. É importante informar que a solicitação de avidez de IgG não é aconselhável nesse caso, pois ela dever ser realizada somente nos casos em que o indivíduo apresenta os 2 anti- corpos positivos (IgG e IgM).

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG (IFI)

Sinônimos:

Método:
Imunofluorescência indireta

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de infecção pregressa da toxoplasmose. A pesquisa de anticorpos pela técnica de IF é específica e sensível, porém depende de muitas variáveis, que devem ser bem padronizadas. Por ser uma técnica manual, apesar de fácil execução e custo relativamente baixo, está sendo substituída por procedimentos automatizados (EIA, MEIA, etc.). Tem sua aplicação bem definida, sendo utilizada na avaliação de perfis nas diversas fases da doença.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : título superior a 1/8 indica presença de anticorpos do tipo IgG, significa uma infestação pregressa ou atual, observar IgM Metodologia desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas.

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG e IgM no LCR

Sinônimos:

Método:
Enzima Imunoensaio Microparticula

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da encefalite toxoplásmica. Na encefalite toxoplásmica, alguns autores referem maior quantidade de anticorpos do tipo IgG no LCR do que no soro. Ver Toxoplasmose - Anticorpos IgM.

Referência:
Não existe valor de referência preconizado para o teste em líquor. Valor de Referência do Ensaio: IgG IgM Não Reagente: < 1,6 < 0,5 Inconclusivo: 1,6 a 3,0 0,5 - 1,0 Reagente: > 3,0 > 1,0

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG no LCR

Sinônimos:

Método:
Enzima Imunoensaio Microparticula

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da encefalite toxoplásmica. Na encefalite toxoplásmica, alguns autores referem maior quantidade de anticorpos do tipo IgG no LCR do que no soro. Ver Toxoplasmose - Anticorpos IgM.

Referência:
Não reagente

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgM (Captura)

Sinônimos:

Método:
Eletroquimioluminescência - Captura IgM

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: marcador de infecção primária (aguda). Ver Toxoplasmose - Anticorpos IgM.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Infestação recente : IgM > 3.0 Obs: resultados com índices entre 1,0 e 3,0 devem ser repetidos apos 15 dias. Um aumento significa- tivo pode indicar infestação recente.

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgM (CMIA)

Sinônimos:

Método:
Imunoensaio Quimioluminescente de Micropartículas (CMIA)

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose através da pesquisa de anticorpos contra o parasita é classicamente usado na prática médica. A presença de anticorpos anti IgM, até os últimos anos, era considerada fase aguda da doença. Com o advento de técnicas imunoenzimáticas mais sensíveis, detecta-se anticorpos IgM no soro por longo tempo, ocasionalmente por meses ou anos. Existem vários marcadores de infecção recente que podem auxiliar no diagnóstico da toxoplasmose, entre eles o teste de avidez de IgG, anticorpos IgA e IgE e a pesquisa do antígeno através de técnicas de PCR (no sangue ou líquido amniótico). Os resultados pela técnica imunoenzimática (MEIA) podem significar infecção recente, quando os índices forem maiores que 3.0 (anticorpos IgM). O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose em gestantes, por não apresentarem sinais clínicos da doença (em mais de 90% dos casos), tem uma importância vital (na presença de anticorpos IgM, é importante realizar vários ensaios para elucidar a fase da infecção).

Referência:
Não Reagente: Inferior a 0,5 UI/mL Inconclusivo: Entre 0,5 e 1,0 UI/mL Reagente: Superior a 1,0 UI/mL Infecção Recente: Superior a 3,0 UI/mL* *Pacientes com resultados entre 1,0 e 3,0 UI/mL é possível o uso do teste de Avidez de IgG para au- xiliar na diferenciação entre reativação de infec- ção pregressa ou infecção primária. Valores de referência antigos: Não Reagente : Inferior a 1,00 Reagente : Maior ou igual a 1,00 Infestação recente : IgM > 3,0 UI/mL* *Em casos onde haja índice baixo de anticorpos IgM (entre 1,0 e 3,0 UI/mL), é possível o uso do teste de Avidez para IgG como auxílio na diferen- ciação entre reativação de infecção pregressa e infecção primária. ATENÇÃO: Novos valores de referência a partir de 26/11/12.

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgM (ECLIA)

Sinônimos:

Método:
Eletroquimioluminescência - ECLIA

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose através da pesquisa de anticorpos contra o parasita é classicamente usado na prática médica. A presença de anticorpos anti IgM, até os últimos anos, era considerada fase aguda da doença. Com o advento de técnicas imunoenzimáticas mais sensíveis, detecta-se anticorpos IgM no soro por longo tempo, ocasionalmente por meses ou anos. Existem vários marcadores de infecção recente que podem auxiliar no diagnóstico da toxoplasmose, entre eles o teste de avidez de IgG, anticorpos IgA e IgE e a pesquisa do antígeno através de técnicas de PCR (no sangue ou líquido amniótico). Os resultados pela técnica imunoenzimática (MEIA) podem significar infecção recente, quando os índices forem maiores que 3.0. O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose em gestantes, por não apresentarem sinais clínicos da doença (em mais de 90% dos casos), tem uma importância vital (na presença de anticorpos IgM, é importante realizar vários ensaios para elucidar a fase da infecção).

Referência:
Não Reagente: Inferior a 0,8 UI/mL Inconclusivo: Entre 0,8 e 1,0 UI/mL Reagente: Superior a 1,0 UI/mL Infecção Recente: Superior a 3,0 UI/mL* *Pacientes com resultados entre 1,0 e 3,0 UI/mL é possível o uso do teste de Avidez de IgG para auxiliar na diferenciação entre reativação de in- fecção pregressa ou infecção primária. Valores de referência antigos: Não Reagente : Inferior a 1,00 Reagente : Maior ou igual a 1,00 Infestação recente : IgM > 3,0 UI/mL* *Em casos onde haja índice baixo de anticorpos IgM (entre 1,0 e 3,0 UI/mL), é possível o uso do teste de Avidez para IgG como auxílio na diferen- ciação entre reativação de infecção pregressa e infecção primária. ATENÇÃO: Novos valores de referência a partir de 26/11/12.

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgM (IFI)

Sinônimos:

Método:
Imunofluorescência indireta

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. A pesquisa de anticorpos IgM pela técnica de imunofluorescência indireta está sujeita a resultados falso positivos (pela interferência de fatores reumatóides com freqüência presentes no soro) e falso negativos (pela competição de anticorpos IgG). É necessária a associação com outras técnicas para o diagnóstico (imunoensaios por captura, etc.).

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : indica infecção recente Obs: é importante associar o teste AVIDEZ DE IgG para auxiliar no diagnóstico de infecção primária adquirida. Metodologia desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas.

TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgM no LCR

Sinônimos:

Método:
Enzima Imunoensaio Microparticula

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da encefalite toxoplásmica. Na encefalite toxoplásmica, alguns autores referem maior quantidade de anticorpos do tipo IgG no LCR do que no soro. Ver Toxoplasmose - Anticorpos IgM.

Referência:
Não reagente

TOXOPLASMOSE AVIDEZ - Anticorpos IgG

Sinônimos:
Avidez Toxoplasmose

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: complementação para o diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. O diagnóstico da toxoplasmose baseado somente na presença de anticorpos IgM pode levar a terapias desnecessárias, não sendo o melhor marcador de infecção recente aguda (a presença de IgM pode ser sinal de uma infecção antiga sem conseqüências para o feto). A positividade de anticorpos antitoxoplasma do tipo IgM na fase aguda da toxoplasmose foi um indicador muito usado no diagnóstico, porém, com a alta sensibilidade das técnicas existentes, sabe-se hoje que estes anticorpos podem persistir durante muito tempo. Alguns autores fizeram estudos acompanhando pacientes após a fase aguda de toxoplasmose, detectando anticorpos IgM até 2 anos após a fase inicial. O teste de avidez é baseado na intensidade com que os anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de toxoplasma. A alta avidez ( > 35%) é característica de infecção passada (adquirida há mais de 4 meses); a baixa avidez ( < 30%) é característica de infecção aguda ou recente.

Referência:
< 30% : Avidez Baixa 30 a 35% : Avidez Moderada > 35% : Avidez Elevada Avidez baixa sugere infecção recente adquirida a menos de 4 meses. Avidez moderada não exclui uma infecção recente.Avidez elevada pode excluir que a infecção primária foi adquirida menos de 4 meses antes.O diagnóstico de doenças infecciosas não deve basear-se no resultado de um único teste, mas deve ser analisado com outros meios de diagnóstico e dados clínicos.

TOXOPLASMOSE NEONATAL - Anticorpos IgM

Sinônimos:

Método:
Imunofluorimétrico

Prazo:
7 dias

Interpretação:

Referência:
Não reagente

TRAB - ANTICORPO ANTI RECEPTOR DE TSH

Sinônimos:
Anticorpo Anti-inibidor de TSH

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação, diagnóstico e acompanhamento de doença de Graves. Os anticorpos anti-receptores de TSH são dirigidos contra epítopos do receptor de TSH. Existem duas classes de TRAB potencialmente associadas a distúrbios da tireóide: (a) anticorpos tireoestimuladores, causadores do hipertireoidismo de Graves, e (b) anticorpos bloqueadores, que impedem a ligação do TSH. Estes anticorpos podem ser encontrados sozinhos ou em conjunto em doença de Graves e em raros casos de tireoidite de Hashimoto. Sua determinação é útil na predição de recidivas após tratamento e também no diagnóstico de hipertireoidismo neonatal.

Referência:
Positivo : Acima de 1,75 UI/L Normal : até 1,75 UI/L

TRANSFERRINA

Sinônimos:
Siderofilina

Método:
Imunoturbidimetria

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação do metabolismo do ferro (especialmente na investigação das anemias microcíticas e da hemocromatose). A transferrina é a principal beta globulina, responsável pelo transporte dos íons férricos dos depósitos de ferro intracelulares ou da ferritina mucosa para a medula óssea, onde os precursores dos eritrócitos e dos linfócitos possuem receptores de transferrina nas suas superfícies. Variações ocorrem em suas concentrações em resposta à deficiência de ferro e com doenças crônicas, retornando ao normal após o tratamento. Normalmente apenas um terço da transferrina plasmática encontra-se sob a forma saturada. Sua concentração se correlaciona com a capacidade total de ligação do ferro (TIBC). As estratégias atuais para avaliar a hemocromatose incluem as determinações do ferro e da transferrina (por imunoensaio nefelométrico), com o cálculo do percentual de saturação como melhor índice para a identificação de casos previamente não reconhecidos. Interferentes: estrógenos +, anticoncepcionais orais +, corticosteróides -, testosterona -, corticotrofina -, dextran -.

Referência:
HOMEM : 215 - 365 mg/dL MULHER: 250 - 380 mg/dL

TRANSFERRINA DEFICIENTE DE CARBOIDRATO PARA ABUSO DE ÁLCOOL

Sinônimos:

Método:
Nefelometria

Prazo:
15 dias úteis

Interpretação:
Uso: É uma variação da glicoproteína transferrina, que carreia o ferro no sangue. Como o próprio nome diz, está deficiente de um carboidrato, o ácido siálico. Normalmente a transferrina possui seis moléculas de ácido siálico, mas pesquisas recentes apontam para uma inabilidade de ligação na transferrina quando há consumo de álcool. Portanto, o consumo de álcool leva a um aumento desta transferrina no sangue. É usada como screening para consumo alcoólico.

Referência:
Transferrina com Deficiência de Carboidrato(CDT): 28,1 a 76,0 mg/L Transferrina: 188,0 a 341,0 mg/dL % CDT: Inferior a 2,5% Exame realizado pelo Quest Diagnostics Nichols Institute em intercâmbio com Albert Einstein Medina Diagnóstica.

TREPONEMA PALLIDUM - Anticorpos IgM

Sinônimos:
Sifilis

Método:
Ver Valor de Referência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de fase aguda da sífilis. A pesquisa de anticorpos anti-Treponema pallidum por captura (ELISA) é muito sensível para sífilis congênita (100%), sendo menos específica para sífilis primária (82%), secundária (60%), neuro sífilis (34%) e sífilis tratada (11%).

Referência:
Não reagente = Ausência de anticorpos Resultados Não Reagentes são decorrentes de triagem sorológica Negativa, utilizando-se o teste treponêmico quimioluminiscente automatizado IgG/IgM - Syphilis TP Abbott, portanto, este resultado exclui infecção por T. pallidum. Resultados reagentes no teste de triagem, são confirmados e titulados por IFI.

TREPONEMA PALLIDUM - Pesquisa

Sinônimos:
Pesquisa de sífilis em lesão

Método:
Fontana

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da sífilis. A pesquisa dos espiroquetas de Treponema pallidum no material obtido da lesão confirma o diagnóstico da sífilis primária ou secundária. Os testes sorológicos só dão resultado positivo mais tarde (geralmente). O exame em campo escuro pode ser, na fase primária, o único meio de se estabelecer o diagnóstico de sífilis. Habitualmente a sífilis é diagnosticada sorologicamente.

Referência:
Negativo

Triagem de Porfirinas Urinárias

Sinônimos:

Método:
Químico analítico

Prazo:
24 horas

Interpretação:
Uso: diagnóstico das porfirias. Valores aumentados: porfiria intermitente aguda, porfiria eritropoiética congênita, coproporfiria hereditária, porfiria cutânea tarda (PCT).

Referência:
Negativo Metodologia desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas.

TRIAGEM EXPANDIDA PARA ERROS INATOS DO METABOLISMO

Sinônimos:
Screen metabolic

Método:
Diversos

Prazo:
45 dias

Interpretação:
* PESQUISA PARA FENILCETONURIA * PESQUISA PARA TIROSINA E METABOLITOS * PESQUISA PARA CISTINURIA/HOMOCISTINURIA * PESQUISA PARA CETOACIDOS * PESQUISA PARA AMINOACIDURIAS * CROMATOGRAFIA DE AMINOACIDOS EM URINA-QUALITATIVA * CROMATOGRAFIA DE AMINOACIDOS EM PLASMA-QUALITATIVA * TRIAGEM PARA CARBOIDRATOS - PESQUISA PARA ACUCARES REDUTORES * CROMATOGRAFIA DE GLICÍDIOS * METABÓLITOS DE GLICOSAMINOGLICANOS * CROMATOGRAFIA DE OLIGOSSACARÍDIOS * CROMATOGRAFIA DE SIALILOLIGOSSACARÍDIOS * HEXOSAMINIDASE * BETA-GLICURONIDASE * QUITOTRIOSIDASE * PERFIL TANDEM QUANTITATIVO

Referência:

TRIAGEM MINIMA PARA ERROS INATOS DO METABOLISMO

Sinônimos:
Screen metabolic

Método:
Diversos

Prazo:
30 dias

Interpretação:
* PESQUISA PARA FENILCETONURIA * PESQUISA PARA TIROSINA E METABOLITOS * PESQUISA PARA CISTINURIA/HOMOCISTINURIA * PESQUISA PARA CETOACIDOS * PESQUISA PARA AMINOACIDURIAS * CROMATOGRAFIA DE AMINOACIDOS EM URINA-QUALITATIVA * CROMATOGRAFIA DE AMINOACIDOS EM PLASMA-QUALITATIVA * TRIAGEM PARA CARBOIDRATOS - PESQUISA PARA ACUCARES REDUTORES * P-NITROANILINA - ácido metilmalônico * AZUL DE TOLUIDINA - Mucopolissacarídios

Referência:

TRIAGEM TOXICOLÓGICA

Sinônimos:
Pesquisa de Anfetaminas, barbitúricos, benzodiazep

Método:
Imunoenzimático Colorimétrico

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: detecção de drogas de abuso. Drogas dosadas nesta triagem : Fenciclidina, Benzodiazepínicos, cocaina, anfetaminas, tetrahidrocanabinol, opiáceos e barbituricos. Sinonimos e susbstacias pesquisadas: Tetrahidrocanabinol: Maconha Cocaína: Cocaína , Crack e Merla Anfetaminas: Ecstasy Opiáceos: Ou drogas opiáceas são substâncias derivadas do ópio. Todas produzem analgesia (diminuem a dor) e uma hipnose (aumentam o sono). Em função disso, recebem o nome de narcóticos sendo também chamadas de drogas hipnoanalgésicas ou analgésicos narcóticos. São Classificadas como substancias entorpecentes e compreendem 3 grupos: Opiáceos naturais: Ópio, Pó de Ópio, Morfina, Codeína; Opiáceos Semi-sintéticos: Heroína Opiáceos sintéticos ou opióides: Zipeprol, Metadona Fenciclidina: A fenciclidina (PCP, pó-de-anjo) desenvolveu-se no final da década de 50 como um anestésico, um forte redutor da sensação dolorosa. O uso médico de PCP foi interrompido em 1962 porque os doentes que o tomaram apresentavam, com frequência, intensa ansiedade e delírios e alguns tornaram-se temporariamente psicóticos. A PCP apareceu como droga de rua em 1967 e, frequentemente, foi vendida fraudulentamente como marijuana. Toda a PCP disponível hoje na rua é sintetizada ilegalmente. Psicofarmacos: Embora os psicofarmacos compreendam varios grupos de medicamentos, este teste detecta 2 grupos especificamente, que são os mais utilizados na pratica médica e com maior potencial em causar dependência. São pesquisados: Barbitúricos Benzodiazepínicos

Referência:
Negativo *Esta é uma Triagem Analítica para Anfetaminas To- tais (resultado simultâneo de d-anfetamina e d-me- tanfetamina). Para dados mais específicos é neces- sário uma avaliação da amostra por Cromatografia de Gases/Espectrofotometria de Massas (CG/MS).

TRICHOMONAS VAGINALIS - Pesquisa

Sinônimos:

Método:
Microscopia Giemsa/A Fresco

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de tricomoníase.

Referência:
Negativa

TRICLOROCOMPOSTOS TOTAIS PRÉ JORNADA

Sinônimos:

Método:
Espectrofotometria

Prazo:
10 dias

Interpretação:
Os hidrocarbonetos alifáticos clorados são absorvidos pela via respiratória e também pela pele íntegra, exercendo ação irritante e depressora do sistema nervoso central. O processo de eliminação dos triclorocompostos totais é relativamente lento, podendo ocorrer certo acúmulo destes e de seus metabólitos, em caso de exposição freqüente. O tricloroetano (TCE) e o ácido tricloroacético (TCA) são os principais metabólitos encontrados no sangue e na urina, sendo que a proporção entre as partes eliminadas varia de uma substância para outra.

Referência:
IBMP*: até 40 mg/g de creatinina para exposição ao tricloroetano. até 300,0 mg/g creatinina para exposição ao tricloroetileno. *Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7).

TRIGLICÉRIDES

Sinônimos:

Método:
Enzimático / automatizado

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico e acompanhamento de dislipidemias; avaliação de amostras lipêmicas no laboratório. Os triglicerídeos são moléculas compostas de uma molécula de glicerol com três moléculas de ácidos graxos, que podem ser saturados ou insaturados. Os triglicerídeos ocorrem em animais e vegetais; em humanos podem ser provenientes de fontes exógenas, por ingestão ou endógenas por síntese primariamente hepática. Têm como função permitir ao organismo a estocagem de moléculas com longas cadeias de carbono, úteis em processos de formação de energia em estados de jejum prolongado. Estas moléculas altamente energéticas constituem 95% das gorduras estocadas nos tecidos, sendo transportadas no plasma nas lipoproteínas (VLDL, quilomícrons e LDL). Quando os triglicerídeos são metabolizados, seus ácidos graxos são liberados, havendo fornecimento de energia, enquanto sua porção glicerol é reciclada para a formação de outros triglicerídeos. A manutenção dos níveis plasmáticos de triglicerídeos depende de uma série de fatores metabólicos e orgânicos, sendo reconhecido que, após a ingestão de gorduras, suas concentrações encontram-se em níveis elevados. As concentrações séricas de triglicerídeos devem ser avaliadas levando-se em consideração que seus níveis são extremamente variáveis, sendo que determinações separadas por um ou dois dias podem resultar muito diferentes. Portanto, valores elevados devem ser confirmados em ocasiões posteriores. Os níveis de triglicerídeos não são normalmente encarados como fatores independentes de risco para doença cardíaca coronariana. Valores aumentados: dislipidemias (deficiência de lipoproteína lipase, deficiência de Apo-CII, hipertrigliceridemia familiar, disbetalipoproteinemias), doenças hepáticas, xantomas, pancreatites, síndrome nefrótica, doenças de estocagem, hipotireoidismo, diabetes mellitus, alcoolismo, gota, gravidez, doenças agudas, uso de certos medicamentos (contraceptivos orais, estrogênios em altas dosagens, betabloqueadores, hidroclorotiazida, esteróides anabolizantes, corticosteróides). Certos valores estão associados a algumas condições (até 250, não associado a nenhum estado patológico; 250-500, associado à doença vascular periférica; superior a 500, associado a risco de pancreatites; superior a 1000, associado a hiperlipidemias, especialmente tipo I e V, risco de pancreatites; superior a 5000, associado a xantoma eruptivo, arco corneal, lipemia retinal e hepatoesplenomegalia). Valores diminuídos: abetalipoproteinemias, desnutrição, alteração em hábitos dietéticos recentes (especialmente regimes), perda de peso recente, exercício vigoroso e uso de medicamentos (bloqueadores de receptores alfa-1). Hipertrigliceridemia está associada com o uso de diuréticos (tiazidicos) e beta adrenérgicos.

Referência:
02 a 9 anos : até 100,0 mg/dL 10 a 19 anos : até 130,0 mg/dL > 19 anos Ótimo : < 150,0 mg/dL Limítrofe : 150,0 a 199,0 mg/dL Alto : 200,0 a 499,0 mg/dL Muito Alto : > 499,0 mg/dL SegIII Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias. (Sociedade Brasileira de Cardiologia 2001) Consideração : Esta determinação pode sofrer grande variabilidade biológica, devendo ser avaliada a necessidade de confirmação pelo(a) Médico(a).

TRIPSINA IMUNOREATIVA

Sinônimos:
Fibrose Cística

Método:
Imunofluorimétrico

Prazo:
3 dias

Interpretação:
Uso: detecção precoce da fibrose cística. A fibrose cística é uma doença genética que causa problemas de absorção nos recém-nascidos e nas crianças, sendo responsável por anormalidades na secreção do muco, disfunção pancreática, problemas hepáticos, anormalidades na genitália masculina e insuficiência respiratória. Valores aumentados: pancreatite aguda, insuficiência renal crônica, doenças hepáticas, úlcera péptica (ocasional), fibrose cística (cordão umbilical - RN). Valores diminuídos: pancreatite crônica.

Referência:
de 2 a 14 dias: Inferior a 90 ng/mL Após 14 dias : Inferior a 70 ng/mL Valores acima de 140,0 ng/mL são sugestivos de Fibrose Cística

TRIPSINA IMUNOREATIVA - Soro

Sinônimos:

Método:
Radioimunoensaio

Prazo:
25 dia úteis

Interpretação:
Uso: detecção precoce da fibrose cística. A fibrose cística é uma doença genética que causa problemas de absorção nos recém-nascidos e nas crianças, sendo responsável por anormalidades na secreção do muco, disfunção pancreática, problemas hepáticos, anormalidades na genitália masculina e insuficiência respiratória. Valores aumentados: pancreatite aguda, insuficiência renal crônica, doenças hepáticas, úlcera péptica (ocasional), fibrose cística (cordão umbilical - RN). Valores diminuídos: pancreatite crônica. A importância clínica da dosagem da IRT em soro, reside no fato dela ser sintetizada exclusivamente pelas células acinares do Pâncreas, e portan- to ser considerada um marcador especifico de dano pancreático, se comparadas a amilase e lipase. Em casos de pancreatite aguda,os niveis de IRT alcancam valores de cinco a dez vezes o valor normal e assim permanece por quatro a cinco dias após o surgimento da dor abdominal. A interpretacao de valores altos deve ser acompanhada de avaliaçãoo de função renal por possivel diminuicao de excreção de IRT. Em casos de pancreatite cronica, devido a atrofia de celulas acinares, muitos pacientes tem niveis de IRT abaixo do nível normal inferior.

Referência:
Crianças : 8,0 a 26,0 ng/mL Adultos : 10,0 a 57,0 ng/mL A importância clínica da dosagem da Tripsina Imuno Reativa em soro, reside no fato dela ser sinteti- zada exclusivamente pelas células acinares do Pancreas, e portanto ser considerada um marcador específico de dano pancreático, se comparadas a amilase e lipase. Em casos de pancreatite aguda, os níveis de IRT alcançam valores de 5 a 10 vezes o valor normal e assim permanece por 4 a 5 dias após o surgimento A interpretação de valores altos deve ser acom- panhada de avaliação de função renal por possível diminuição de excreção de IRT. Em casos de pancreatite crônica, devido a atrofia de células acinares, muitos pacientes tem níveis de IRT abaixo do nível normal inferior.

TRIPTASE

Sinônimos:
Tryptase soro

Método:
Ensaio Imunoenzimático

Prazo:
20 dias

Interpretação:
Uso: As reações anafiláticas resultam da ativação de mastócitos após exposição a alérgenos. A desgranulação dos mastócitos conduz à libertação de histamina e triptase. A histamina tem uma semi-vida muito curta no soro, dificilmente é detectada; pelo contrário, a triptase dura 60 a 90 minutos em circulação, podendo ser doseada. Em resposta a estas substâncias, que se espalham por todo o corpo, ocorre uma dilatação generalizada dos vasos e uma contração dos brônquios, ao mesmo tempo que aumenta a produção de muco e o edema da parede brônquica. A pele adquire manchas avermelhadas que causam comichão, surge um formigueiro na boca e o inchaço da garganta e laringe provoca a sensação de preenchimento e modificação da tonalidade da voz (rouquidão). Pode surgir diarreia, náuseas, dificuldade em respirar e a pressão arterial desce. O doente tem uma sensação de morte iminente que implica um tratamento imediato.

Referência:
2 a 10 ng/mL Importante: Este teste mede as formas alfa e beta da triptase o que aumenta a sensibilidade para o diagnóstico da Mastocitose e da desgranulação de mastócitos como causa de anafilaxia. Exame realizado pelo Quest Diagnostics Nichols Institute em intercâmbio com Albert Einstein Medicina Diagnóstica.

TROPONINA CARDÍACA - I

Sinônimos:
Subunidade inibidora da actina (actinomiosina)

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do infarto do miocárdio A troponina é um complexo de três proteínas, que regula a interação da miosina com a actina no processo contrátil: a troponina T (liga o complexo a tropomiosina), a troponina C (liga o cálcio no início da contração) e a troponina I (um inibidor que bloqueia a concentração na ausência do cálcio). No infarto do miocárdio, o aumento da troponina cardíaca ocorre em paralelo com o CKMB (porém com valores muito mais elevados). Este aumento é prolongado, permitindo a detecção do infarto do miocárdio mesmo 10 dias após o início dos sintomas. A troponina I aumenta 2 a 6 horas após o infarto do miocárdio, retornando aos níveis normais somente 7 a 10 dias após o início dos sintomas. A associação entre troponina I, mioglobina e CKMB forma um perfil satisfatório para o diagnóstico e o monitoramento do infarto do miocárdio.

Referência:
Até 1,0 ng/mL Sensibilidade analítica: 0,2 ng/mL

TROPONINA CARDIACA - T

Sinônimos:
Subunidade inibidora da actina (actinomiosina)

Método:
Eletroquioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do infarto do miocárdio A troponina é um complexo de três proteínas, que regula a interação da miosina com a actina no processo contrátil: a troponina T (liga o complexo a tropomiosina), a troponina C (liga o cálcio no início da contração) e a troponina I (um inibidor que bloqueia a concentração na ausência do cálcio). No infarto do miocárdio, o aumento da troponina cardíaca ocorre em paralelo com o CKMB (porém com valores muito mais elevados). Este aumento é prolongado, permitindo a detecção do infarto do miocárdio mesmo 14 dias após o início dos sintomas. A troponina I aumenta 4 a 6 horas após o infarto do miocárdio, retornando aos níveis normais somente 10 a 14 dias após o início dos sintomas. A associação entre troponina I, mioglobina e CKMB forma um perfil satisfatório para o diagnóstico e o monitoramento do infarto do miocárdio. Em casos de enfarte agudo do miocárdio, os níveis de troponina T no soro aumentam cerca de 3 a 4 horas após a ocorrência de sintomas cardíacos, podendo permanecer elevados até 14 dias.

Referência:
0,1 ng/mL recomendado como o valor clínico limiar (Em 1951 indivíduos saudáveis analisados em 99% os valores foram inferioes a 0,010 ng/mL O valor mais elevado foi de 0,037 ng/mL)

TRYPANOSOMA CRUZI - Anticorpos IgM

Sinônimos:

Método:
Imunofluorescência indireta

Prazo:
48h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da doença de Chagas.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : título superior a 1/40 indica presença de anticorpos do tipo IgM. Metodologia desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas.

TSH - HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE - Curva

Sinônimos:
TSH, tireotropina , tireotrofina

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do hipotireoidismo primário. O TSH é um hormônio glicoprotéico, secretado pelas células tireotróficas do lóbulo anterior da glândula pituitária, que estimula a tiróide a liberar T3 e T4, sendo controlado pelos níveis séricos destes últimos e pelo TRH hipotalâmico. Com o emprego dos ensaios ultra-sensíveis que chegam a níveis de sensibilidade de 0,01mU/L, a dosagem de TSH teve sua utilidade ampliada. Pode ser considerado o melhor exame isolado para a investigação de hipotireoidismo e hipertireoidismo. Na maioria dos pacientes com hipotireoidismo primário, os resultados de TSH são marcadamente elevados (3 a 100 vezes o normal). Os resultados de um ensaio sensível para TSH que estão dentro dos intervalos de referência excluem a disfunção tireoidiana. No hipotireoidismo subclínico o TSH está elevado; o T4 livre, o T4 total e o T3 podem apresentar níveis normais. Nas mulheres com mais de 50 anos de idade a prevalência de hipotireoidismo subclínico é de 15 - 20%. Variáveis fisiológicas que alteram os níveis de TSH: gravidez, idade, ritmo circadiano. Em alguns momentos na gravidez, o HCG compete com o TSH (funcionando como TSH), passando a dirigir a tireóide. Não é incomum encontrar, no primeiro e segundo meses da gravidez, TSH suprimido e T4 livre elevado com HCG >100.000 unidades. Interferentes: dopamina -, corticóides -, carbamazepina -, triiodotironina -, amiodarona +, clomifene +, haloperidol +, fenotiazidas +, morfina +, propiltiuracil +, TRH.

Referência:
1ªsemana de vida : até 25,000 uUI/mL 2ªsemana a 11 meses : 0,800 a 6,300 uUI/mL 1 a 5 anos : 0,700 a 6,000 uUI/mL 6 a 10 anos : 0,600 a 5,400 uUI/mL 11 a 15 anos : 0,500 a 4,900 uUI/mL Adultos : 0,5 a 5,0 uUI/mL Limite de detecção : 0,004 uUI/ml

TSH - HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE - Ultrasensivel

Sinônimos:
TSH, tireotropina , tireotrofina

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico do hipotireoidismo primário. O TSH é um hormônio glicoprotéico, secretado pelas células tireotróficas do lóbulo anterior da glândula pituitária, que estimula a tiróide a liberar T3 e T4, sendo controlado pelos níveis séricos destes últimos e pelo TRH hipotalâmico. Com o emprego dos ensaios ultra-sensíveis que chegam a níveis de sensibilidade de 0,01mU/L, a dosagem de TSH teve sua utilidade ampliada. Pode ser considerado o melhor exame isolado para a investigação de hipotireoidismo e hipertireoidismo. Na maioria dos pacientes com hipotireoidismo primário, os resultados de TSH são marcadamente elevados (3 a 100 vezes o normal). Os resultados de um ensaio sensível para TSH que estão dentro dos intervalos de referência excluem a disfunção tireoidiana. No hipotireoidismo subclínico o TSH está elevado; o T4 livre, o T4 total e o T3 podem apresentar níveis normais. Nas mulheres com mais de 50 anos de idade a prevalência de hipotireoidismo subclínico é de 15 - 20%. Variáveis fisiológicas que alteram os níveis de TSH: gravidez, idade, ritmo circadiano. Em alguns momentos na gravidez, o HCG compete com o TSH (funcionando como TSH), passando a dirigir a tireóide. Não é incomum encontrar, no primeiro e segundo meses da gravidez, TSH suprimido e T4 livre elevado com HCG >100.000 unidades. Interferentes: dopamina -, corticóides -, carbamazepina -, triiodotironina -, amiodarona +, clomifene +, haloperidol +, fenotiazidas +, morfina +, propiltiuracil +, TRH.

Referência:
1ªsemana de vida : até 25,000 uUI/mL 2ªsemana a 11 meses : 0,800 a 6,300 uUI/mL 1 a 5 anos : 0,700 a 6,000 uUI/mL 6 a 10 anos : 0,600 a 5,400 uUI/mL 11 a 15 anos : 0,500 a 4,900 uUI/mL Adultos : 0,500 a 5,000 uUI/mL Limite de detecção : 0,008 uUI/ml

TSH - NEONATAL

Sinônimos:

Método:
Imunofluorimétrico

Prazo:
3 dias

Interpretação:
Uso: diagnóstico precoce do hipotireoidismo congênito. Ver Caderno Especial - Teste do Pezinho. Estima-se que o hipotireoidismo neonatal ocorra em cerca de um em cada 3.500 a 4.000 nascimentos. O tratamento do hipotireoidismo no primeiro mês de vida elimina o desenvolvimento do retardo mental no paciente. Se o TSH estiver elevado, complementa-se o diagnóstico com T4 livre. Ocasionalmente são observados resultados falso - positivos em prematuros ou crianças severamente estressadas.

Referência:
Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL

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