Exames


HAEMOPHILUS DUCREYI - Pesquisa

Sinônimos:

Método:
Microscopia (Coloração de Gram)

Prazo:
24 h

Interpretação:
,Uso: diagnóstico de infecção por Haemophilus ducreyi. O cancro mole, cancróide ou cavalo, é uma patologia sexualmente transmissível, provocada pelo bacilo Gram negativo Haemophilus ducreyi. Caracteriza-se pela presença de lesões dolorosas nas regiões sexuais. Seu período de incubação é de cerca de 3-5 dias, podendo ser estendido em até 15 dias. Seu diagnóstico é realizado clinicamente e através da demonstração do agente (por meio de cultura específico, biópsia, ou microscopia direta). Embora a sensibilidade e a especificidade da microscopia direta dependa da experiência do coletador e do analista, este método permite um diagnóstico presuntivo rápido e barato.

Referência:
Negativo

HAEMOPHILUS INFLUENZAE Tipo B - Antígeno

Sinônimos:

Método:
Soroaglutinação

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: Diagnóstico de pneumonias

Referência:
Negativo Partículas sensibilizadas com anticorpo monoclonal e policlonal produzidos em rato e coelho são usadas para pesquisar o antígeno.

HALOPERIDOL

Sinônimos:

Método:
Cromatografia Líquida de Alta Performance

Prazo:
20 dias

Interpretação:

Referência:
Criança Adultos Níveis terapeuticos : < 10 mcg/L 3 a 25 mcg/L Níveis tóxicos : > 10 mcg/L > 100 mcg/L Obs. Alguns pacientes requerem concentrações plas- máticas mais elevadas para que se obtenha o efeito terapeutico, não exibindo sinais de toxicidade. Já outros pacientes exibem toxidade dentro da faixa terapeutica. De uma forma mais clara do que a maio ria das drogas, a dose deve ser individualizada para cada paciente. Deve-se procurar atingir a concentração plasmática mais baixa possível na qual o efeito terapeutico se manifeste.

HANTAVIRUS - Anticorpos

Sinônimos:

Método:
Imunofluorescencia Indireta

Prazo:
20 dias

Interpretação:
Doença infecciosa grave causada por vários tipos de vírus, existindo mais de vinte tipos pelo mundo É uma zoonose grave e emergente causada por roedores contaminados pelo vírus Sin Nombre (hantavírus) que está relacionado à hantavirose. Esta virose é caracterizada pelo acometimento cardio-pulmonar e, em alguns casos, poderá causar alterações no funcionamento dos rins, fígado e cérebro. Ela pode ocorrer em grandes áreas, incluindo os Estados Unidos, Canadá, América do Sul e América Central. A taxa de mortalidade desta doença é elevada - entre 40-60%. Contudo, a gravidade do indivíduo doente pode variar bastante. Podem surgir casos de doença leve e casos graves que levem à morte da pessoa. No Brasil, foram caracterizadas três linhagens de hantavírus, todas patogênicas para o homem: Vírus Juquitiba, Araraquara e Castelo dos Sonhos (Johnson et al, 1998). O Brasil conta atualmente com 334 casos notificados (Elkhouri, M. comum. pessoal). O diagnóstico laboratorial da hantavirose pode ser sorológico ou virológico, a partir de sangue ou material de necropsia, de humanos e de roedores. O teste sorológico usualmente empregado para a detecção de anticorpos específicos é o Ensaio Imuno Enzimático Elisa, com captura de anticorpos IgM (Ksiazek, 1995), que apresenta grande sensibilidade. Cerca de 95% dos pacientes com SPH já apresentam níveis detectáveis de anticorpos IgM ainda na fase aguda da doença, possibilitando um diagnóstico rápido (OPS, 1999). O Elisa para detecção de anticorpos IgG pode ser empregado no diagnóstico (utilizando-se duas amostras para verificação de conversão sorológica), em estudos visando determinar a prevalência de indivíduos com cicatriz imunológica para hantavírus e na sorologia de roedores (Katz et al, 2001). Bibliografia Johnson AM, Souza LTM, Ferreira IB, Pereira LE, Ksiazek TG, Rollin PE, et al. Genetic investigation of novel hantaviruses causing fatal HPS in Brazil. Jour Med Virol 1999;59:527-35. Ksiazek TG Peters CJ, Rollin PE, Zaki PE, Nicho ST, Spiropoulou CF, Morzunov S, Feldmann H, Sanchez A, Khan AS, Mahy BWJ, Wachsmuth K, Butler JC. Identification of a new north american hantavirus that causes acute pulmonary insuficiency. Amer. J. of Trop. Med. and Hyg. 52:117-23, 1995. Katz G, Williams RJ, Burt, MS, Souza LTM, Pereira LE, Mills JN, et al. Hantavirus Pulmonary Syndrome in the State of São Paulo, Brazil, 1993-1998. Vector Borne and Zoonotic Diseases 2001;1:181-89

Referência:
Negativo: < 1/16

HAPTOGLOBINA

Sinônimos:

Método:
Nefelometria

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação de quadro hemolítico; diagnóstico de reação transfusional. A haptoglobina é uma alfa-2 glicoproteína, sintetizada nos hepatócitos e células do sistema retículo endotelial, formada por diferentes unidades polipeptídicas: duas cadeias alfa e uma cadeia beta. Há três formas possíveis de cadeias alfa e apenas uma de cadeias beta. Seus níveis, quase inexistentes ao nascimento, atingem o patamar adulto após o primeiro ano de vida, aumentando com a velhice. A função desta molécula é servir de ligante para a hemoglobina livre. Este composto é então arrastado ao baço pelas células do sistema reticulo endotelial, em um processo que previne a perda do ferro sérico na urina. Valores aumentados: quadros inflamatórios em geral (por servir como uma proteína de fase aguda), terapia com andrógenos e esteróides, anemia aplástica, diabetes mellitus. Valores diminuídos: quadros hemolíticos (em especial intravasculares), deficiência genética, doença do parênquima hepático (cirrose), perda protéica renal ou por trato gastrointestinal.

Referência:
16,0 a 200,0 mg/dL

HCG - GONADOTROFINA CORIÔNICA fração beta livre

Sinônimos:
Gonadotrofina coriônica humana fração Beta, B-HCG

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: teste de determinação de gravidez (em situações normais); monitoramento de inseminação artificial ou fertilização em vitro; diagnóstico e monitoramento de tumores trofoblásticos gestacionais; teste de triagem pré-natal para síndrome de Down; diagnóstico de gravidez ectópica na diferenciação de outras causas de dor aguda abdominal; diagnóstico e acompanhamento de aborto espontâneo. O hCG é um hormônio protéico produzido pela placenta e células trofoblásticas, composto de subunidades alfa e beta. A subunidade alfa está presente em outros hormônios, enquanto que a beta está presente exclusivamente no hCG. A secreção de hCG serve para estimular a produção de progesterona pelo corpo lúteo, na fase inicial da gravidez, sendo fundamental para o desenvolvimento do processo. No período em que as concentrações de hCG começam a diminuir, a placenta está suficientemente desenvolvida para produzir quantidade suficiente de progesterona, para manter o endométrio e permitir que a gestação continue. Além disto, o hCG estimula o desenvolvimento fetal das gônadas e a síntese de androgênios pelos testículos fetais. A dosagem de hCG é utilizada primariamente para o diagnóstico da gravidez. Com o aprimoramento das técnicas quantitativas do mercado, é possível a detecção de hCG em cerca de 1-4 dias após a fertilização, o que permite um diagnóstico da condição antes mesmo do atraso menstrual. As concentrações de hCG praticamente dobram a cada 48 horas durante uma gestação inicial normal, até em torno da 6a semana, quando seus níveis começam a decrescer lentamente. Com a finalidade da determinação da gravidez, níveis acima de 30 mUI/mL são associados a processos gestacionais (outrora chamados "testes positivos"). Níveis inferiores a este valor podem estar associados a processos gestacionais muito recentes, a ponto de não haver hCG suficiente para o estabelecimento do diagnóstico (especialmente antes do atraso menstrual). Em condições precoces, é necessária a dosagem repetida, em duas ou três ocasiões, separadas por dois ou três dias cada. A observação de um padrão crescente da concentração do hormônio pode ser facilmente associada à gravidez. A mesma lógica segue o diagnóstico de aborto espontâneo; em determinações seriadas durante as primeiras semanas gestacionais, a concentração sérica do hormônio encontra-se decrescente. A determinação quantitativa do hCG no segundo trimestre da gravidez pode ser utilizada como marcador de risco para o desenvolvimento de síndrome de Down (realizada em associação com alfafetoproteína), embora esta modalidade seja discutível e sujeita a uma série de interferentes. Valores aumentados: tumores gestacionais trofoblásticos benignos ou malignos (coriocarcinoma, carcinoma embrional, mola hidatiforme, mola parcial, etc.), outros tumores (especialmente tumores testiculares). Resultados falso-positivos: uso de medicamentos (pregnil, por exemplo), em estados pós-orquiectomia (secundário à diminuição de testosterona), usuários de maconha. Em mulheres grávidas, valores inesperadamente diminuídos de beta-hCG podem estar associados a gestações ectópicas.

Referência:
10ª semana gestacional : 13,6 a 85,0 ng/mL 11ª semana gestacional : 16,7 a 104,3 ng/mL 12ª semana gestacional : 17,5 a 109,5 ng/mL 13ª semana gestacional : 27,5 a 78,6 ng/mL 14ª semana gestacional : 16,5 a 47,0 ng/mL 15ª semana gestacional : 12,5 a 35,8 ng/mL 16ª semana gestacional : 9,9 a 28,2 ng/mL 17ª semana gestacional : 8,0 a 23,0 ng/mL 18ª semana gestacional : 6,9 a 19,8 ng/mL 19ª semana gestacional : 6,1 a 17,3 ng/mL 20ª semana gestacional : 5,4 a 15,5 ng/mL 21ª semana gestacional : 5,0 a 14,3 ng/mL Metodologia antiga: Imuno-quimioluminescência Atenção: Nova metodologia a partir de 20/06/12.

HCG - GONADOTROFINA CORIÔNICA - Liquor

Sinônimos:
Gonadotrofina coriônica humana fração Beta, B-HCG

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso : dosagem de hCG no líquor pode servir como um marcador complementar para o diagnóstico da presença de tumores produtores no sistema nervoso central. A gonadotrofina coriônica e um hormônio glicoproteico produzido pelas células do sinciciotrofoblasto da placenta. Entretanto, alguns tumores de linhagem celular germinativa neural podem secretar beta hCG. Normalmente, a concentração de hCG no líquor é muito baixa. A presença de um tumor ativamente secretor de hCG pode elevar esta concentração.

Referência:
< 1,0 mUI/mL : Indetectável Metodologia antiga: Quimioluminescência Nova metodologia a partir de 20/06/12.

HCG - GONADOTROFINA CORIÔNICA - Quantitativo

Sinônimos:
Gonadotrofina coriônica - fração Beta

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: teste de determinação de gravidez (em situações normais); monitoramento de inseminação artificial ou fertilização em vitro; diagnóstico e monitoramento de tumores trofoblásticos gestacionais; teste de triagem pré-natal para síndrome de Down; diagnóstico de gravidez ectópica na diferenciação de outras causas de dor aguda abdominal; diagnóstico e acompanhamento de aborto espontâneo. O hCG é um hormônio protéico produzido pela placenta e células trofoblásticas, composto de subunidades alfa e beta. A subunidade alfa está presente em outros hormônios, enquanto que a beta está presente exclusivamente no hCG. A secreção de hCG serve para estimular a produção de progesterona pelo corpo lúteo, na fase inicial da gravidez, sendo fundamental para o desenvolvimento do processo. No período em que as concentrações de hCG começam a diminuir, a placenta está suficientemente desenvolvida para produzir quantidade suficiente de progesterona, para manter o endométrio e permitir que a gestação continue. Além disto, o hCG estimula o desenvolvimento fetal das gônadas e a síntese de androgênios pelos testículos fetais. A dosagem de hCG é utilizada primariamente para o diagnóstico da gravidez. Com o aprimoramento das técnicas quantitativas do mercado, é possível a detecção de hCG em cerca de 1-4 dias após a fertilização, o que permite um diagnóstico da condição antes mesmo do atraso menstrual. As concentrações de hCG praticamente dobram a cada 48 horas durante uma gestação inicial normal, até em torno da 6a semana, quando seus níveis começam a decrescer lentamente. Com a finalidade da determinação da gravidez, níveis acima de 30 mUI/mL são associados a processos gestacionais (outrora chamados "testes positivos"). Níveis inferiores a este valor podem estar associados a processos gestacionais muito recentes, a ponto de não haver hCG suficiente para o estabelecimento do diagnóstico (especialmente antes do atraso menstrual). Em condições precoces, é necessária a dosagem repetida, em duas ou três ocasiões, separadas por dois ou três dias cada. A observação de um padrão crescente da concentração do hormônio pode ser facilmente associada à gravidez. A mesma lógica segue o diagnóstico de aborto espontâneo; em determinações seriadas durante as primeiras semanas gestacionais, a concentração sérica do hormônio encontra-se decrescente. A determinação quantitativa do hCG no segundo trimestre da gravidez pode ser utilizada como marcador de risco para o desenvolvimento de síndrome de Down (realizada em associação com alfafetoproteína), embora esta modalidade seja discutível e sujeita a uma série de interferentes. Valores aumentados: tumores gestacionais trofoblásticos benignos ou malignos (coriocarcinoma, carcinoma embrional, mola hidatiforme, mola parcial, etc.), outros tumores (especialmente tumores testiculares). Resultados falso-positivos: uso de medicamentos (pregnil, por exemplo), em estados pós-orquiectomia (secundário à diminuição de testosterona), usuários de maconha. Em mulheres grávidas, valores inesperadamente diminuídos de beta-hCG podem estar associados a gestações ectópicas.

Referência:
Gravidez - 1ª semana : 10 - 30 mUI/mL 2ª semana : 30 - 100 mUI/mL 3ª semana : 100 - 1000 mUI/mL 4ª semana : 1000 - 10000 mUI/mL 2º e 3º mes : 30000 -100000 mUI/mL 2º trimestre: 10000 - 30000 mUI/mL 3º trimestre: 5000 - 15000 mUI/mL Obs: >30,0mUI/mL sugestivo de gravidez. Outras con dições clinicas podem apresentar valores elevados. Uso de Pregnyl pode levar resultado falso positivo Considerações : Valores inferiores aos valores de referência não devem ser considerados isoladamente para exclusão de gravidez, sugerindo, a critério Médico, a re - petição após 7 (sete) dias, quando houver persis- tência de suspeita clínica. Valores superiores aos valores de referência : su gestivo de gravidez. Porém outras condições clíni cas também podem apresentar valores elevados. Leve o laudo para interpretação do(a) Médico(a). Metodologia antiga: Quimioluminescência ATENÇÃO: Nova metodologia a partir de 20/06/12.

HCG - GONADOTROFINA CORIÔNICA - Semiquantitativo

Sinônimos:
Gonadotrofina coriônica humana fração Beta, B-HCG

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Ver HCG - Quantitativo

Referência:
< 1,0 mUI/mL : Negativo > 30,0 mUI/mL : Sugestivo de gravidez Outras condicoes clinicas podem apresentar valores elevados. O uso de Pregnyl pode ocasionar resulta- dos falso positivo. Considerações : Valores inferiores aos valores de referência não devem ser considerados isoladamente para exclusão de gravidez, sugerindo, a critério Médico, a re - petição após 7 (sete) dias, quando houver persis tência de suspeita clínica. Valores superiores aos valores de referência : su gestivo de gravidez. Porém outras condições clíni cas também podem apresentar valores elevados. Leve o laudo para interpretação pelo(a) Médico(a). Metodologia antiga: Quimioluminescência ATENÇÃO: Nova metodologia a partir de 20/06/12.

HCG - GONADOTROFINA CORIÔNICA para Homens

Sinônimos:
Gonadotrofina coriônica

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso : O hCG é um marcador de tumores trofoblásticos, testiculares e de outros tumores produtores de gonadotrofina coriônica.

Referência:
< 1,0 mUI/mL

HCG - GONADOTROFINA CORIÔNICA URINÁRIA

Sinônimos:
Gonadotrofina corionica humana fração Beta

Método:
Radioimunoensaio

Prazo:
12h

Interpretação:
VER SHCG

Referência:
Atenção: Mudança de metodologia, unidade e valores de referência a partir de 08/03/13: Homens: até 5 UI/24h Mulheres: Pré-menopausa: até 5 UI/24h Pós-menopausa: até 10 UI/24h Gravidez 5 semanas: 60 a 7100 UI/24h 5-6 semanas: 110 a 16200 UI/24h 3° trimestre: 3360 a 43500 UI/24h Metodologia antiga: Quimioluminescência Reagente : > 25,0 mUI/mL

HCV RIBA (Recombinant Immunoblot Assay)

Sinônimos:
western blot para HCV

Método:
Imunoblot qualitativo in vitro

Prazo:
15 dias úteis

Interpretação:
O vírus da hepatite C é a causa principal de transmissão parenteral de Hepatite Não-A ou Não-B. Aproximadamente 1% dos doadores de sangue são soropositivos para HCV. Os sintomas clínicos de infecção por HCV são variáveis e cerca de 50 a 80 % dos infectados apresentam infecção crônica. O período de janela imunológica (infecção e sororeatividade) é altamente variável; até 12 meses. A especificidade da triagem do HCV por imunoensaio pode ser aumentada pela realização do soro positivo (previamente obtido por EIA) pelo ensaio Imunoblot HCV (RIBA). No ensaio RIBA, antígenos de HCV recombinantes são imobilizados separadamente em tiras de papel especial e utilizados para detectar a presença e especificidade do anticorpo presente no soro testado, permitindo que a identificação da reatividade do HCV seja associada aos supostos antígenos virais. Bibliogafia Maniez-Montreuil M, Dubois F.Interpretation of hepatitis C virus serology: immunoblot and genome amplification.Transfus Clin Biol. ;7 Suppl 1:25s-30s,2000

Referência:
Negativo: Não há nenhuma faixa de HCV visível. Indeterminado: 1 faixa visível de antígeno HCV ou 2 faixas de cápside, somente (C1,C2). Positivo: Pelo menos 2 faixas de antígeno HCV de 2 produtos gênicos diferentes (gene de cápside, gene NS3, gene NS4).

HELICOBACTER PYLORI - Anticorpos IgG

Sinônimos:
Campylobacter

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: avaliação diagnóstica de gastrite ativa crônica e úlcera péptica; controle de tratamento destas patologias. O Helicobacter pylori é uma bactéria Gram-negativa espiral microaerofílica, reconhecida como causa primária da gastrite crônica em humanos. Na ausência de condições como síndrome de Zollinger-Ellison ou uso de medicamentos associados a dano gástrico, seu achado é essencial no estabelecimento deste diagnóstico. Assim, a tentativa da erradicação deste agente faz parte do tratamento destes pacientes. Este diagnóstico é mais bem realizado pelo uso de endoscopias (procedimento invasivo, caro e para alguns pacientes desagradável). O uso de um marcador sorológico pode auxiliar na exclusão de diagnóstico (confirmando achados endoscópicos) ou no acompanhamento de tratamento e recidivas (como uma espécie de triagem para a endoscopia). Muitos indivíduos apresentam positividade para anti-H. pylori, mesmo que não haja manifestação clínica para gastrite e úlcera. Mesmo com sucesso terapêutico de curto prazo, as viradas sorológicas ocorrem em períodos longos, havendo necessidade de espaçamento de pelo menos três meses entre as datas de análise, o que faz com que sua interpretação seja cautelosa. Às vezes são necessários anos para a soronegativação, a despeito do sucesso terapêutico.

Referência:
Não Reagente : < ou = a 0,90 U/mL Inconclusivo : 0,91 a 1,09 U/mL Reagente : > ou = a 1,10 U/mL

HELICOBACTER PYLORI - Anticorpos IgM

Sinônimos:
Campylobacter

Método:
ELISA

Prazo:
48 h

Interpretação:
Uso: avaliação diagnóstica de gastrite ativa crônica e úlcera péptica; controle de tratamento destas patologias. O Helicobacter pylori é uma bactéria Gram-negativa espiral microaerofílica, reconhecida como causa primária da gastrite crônica em humanos. Na ausência de condições como síndrome de Zollinger-Ellison ou uso de medicamentos associados a dano gástrico, seu achado é essencial no estabelecimento deste diagnóstico. Assim, a tentativa da erradicação deste agente faz parte do tratamento destes pacientes. Este diagnóstico é mais bem realizado pelo uso de endoscopias (procedimento invasivo, caro e para alguns pacientes desagradável). O uso de um marcador sorológico pode auxiliar na exclusão de diagnóstico (confirmando achados endoscópicos) ou no acompanhamento de tratamento e recidivas (como uma espécie de triagem para a endoscopia). Muitos indivíduos apresentam positividade para anti-H. pylori, mesmo que não haja manifestação clínica para gastrite e úlcera. Mesmo com sucesso terapêutico de curto prazo, as viradas sorológicas ocorrem em períodos longos, havendo necessidade de espaçamento de pelo menos três meses entre as datas de análise, o que faz com que sua interpretação seja cautelosa. Às vezes são necessários anos para a soronegativação, a despeito do sucesso terapêutico.

Referência:
Reagente : > 20,0 U/mL Não Reagente : < 20,0 U/mL

HEMATÓCRITO

Sinônimos:
Ht

Método:
Automatizado

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: avaliação de anemias, perda sanguínea, policitemia. O hematócrito é uma medida que tende a traduzir o percentual em volume de sangue ocupado pelos eritrócitos, sendo proporcional à quantidade de hemoglobina presente. É um teste rápido e objetivo, sendo bastante utilizado em serviços de emergência, especialmente para avaliar a necessidade transfusional. Valores aumentados: policitemias primárias e secundárias. Valores diminuídos: anemias em geral, perdas sanguíneas, hemodiluição. Resultados falsamente aumentados: presença de crioaglutininas, leucocitose extrema e presença de macroplaquetas (equipamentos automatizados); anisopoiquilocitose (técnicas de centrifugação). Resultados falsamente diminuídos: microcitose extrema, hemólise in vitro, presença de autoaglutininas. Após perda sanguínea aguda e importante, os níveis de hematócrito geralmente diminuem em algumas horas, podendo gerar alguma confusão em sua interpretação.

Referência:
35,5 a 53,7 %

HEMATOZOÁRIOS - Pesquisa

Sinônimos:
Pesquisa de protozoários no sangue

Método:
Microscopia - Coloração Giemsa

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de hemoparasitoses em humanos. Alguns parasitas que atingem humanos podem ser encontrados no sangue, seja temporariamente, como parte de seu ciclo e sem importância diagnóstica, seja primariamente, no caso dos chamados hemoparasitas. No Brasil, merece especial destaque a pesquisa dos plasmódios causadores da malária, pois os demais hemoparasitas são raros no meio, embora possam ser eventualmente encontrados. A pesquisa de plasmódios é realizada quando o material é coletado no curso ou logo no final do pico febril, quando se espera o encontro de um número maior de eritrócitos infectados. Tipicamente, três espécies são encontradas: Plasmodium vivax, Plasmodium malariae e Plasmodium falciparum, sendo quase sempre possível, a partir de achados morfológicos, estabelecer a espécie envolvida (o que pode ter implicações na escolha do tratamento empregado, especialmente no caso do Plasmodium falciparum).

Referência:
Negativa

HEMÁCIAS - Pesquisa na urina

Sinônimos:

Método:
Análise quantitativa

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico e avaliação de hematúria. A presença de eritrócitos em quantidade superior a três por campo em urina centrifugada é considerada anormal. Tal hematúria pode ser resultado de exercício extenuante ou contaminação menstrual. Excluídas estas hipóteses, a presença de hematúria pode estar associada a trauma, dano vascular, glomerulonefrites, obstrução por cálculo, pielonefrite/cistite ou infecção do trato urinário (quando em conjunto com leucócitos). Os achados devem ser confirmados; a presença de qualquer quantidade de hemácias em crianças deve ser considerada suspeita.

Referência:
00 a 02 p/c

HEMOCROMATOSE - MUTAÇÕES C282Y, H63D, S65C

Sinônimos:
Hemocromatose Hereditária; HFE

Método:
PCR em Tempo Real - Sistema FRET

Prazo:
Após 15 dias

Interpretação:
A presença de mutações no gene da HFE, principalmente a C282Y em homozigose ou C282Y associada a H63D permite ao clínico realizar a prevenção de danos a órgãos importantes causados pelo acúmulo de ferro. A hemocromatose hereditária (HH) é uma doença autossômica dominante do metabolismo do ferro e acomente principalmente a população caucasiana. Exitem três mutações associadas a doença detectadas no gene HFE: C282Y, H63D e S65C. O tratamento e prevenção da HH consiste na realização de flebotomias periódicas, com o intuito de reduzir a sobrecarga de ferro no organismo. Complicações clínicas incluem cirrose do fígado, falência e arritmias cardíacas, doenças no pâncreas endócrino. Estas podem ser prevenidas com o diagnóstico precoce. O encontro de um determinado genótipo determina uma susceptibilidade genética e não um diagnóstico clínico para HH, que por sua vez requer análises de função hepática, saturação de tranferritina e ferritina, dentre outros mais específicos conforme o órgão afetado.

Referência:
Ausência de mutação

HEMOCULTURA - AERÓBIOS (Automatizada)

Sinônimos:
Cultura de sangue

Método:
Identificação por Técnicas Manuais e/ou Automatizadas.

Prazo:
Após 7 dias

Interpretação:
Uso: isolamento, identificação e determinação de perfis de sensibilidade a antibióticos de agentes causadores de bacteremia. A hemocultura compõe uma das análises de laboratório de grande utilidade, especialmente em casos de febre de origem obscura. Seu valor se baseia em apontar especificamente o germe circulante. Existem variáveis que condicionam a sensibilidade e a confiabilidade do método: requisição (número e momento da tomada de amostras - quanto maior a amostragem, maior a sensibilidade; os melhores momentos são durante ou logo após os picos febris, se houverem), coleta (a assepsia do local de coleta deve criteriosamente realizada) e execução da análise. As hemoculturas podem ser realizadas para uma série de microorganismos; o solicitante deve considerar isto no momento da requisição, especificando os microorganismos que necessitam de cobertura (exemplo: hemocultura para germes comuns, fungos, germes anaeróbios, micobactérias). A liberação de um resultado negativo pode levar até 7 dias. A partir de sinais de positividade, relatórios parciais são passados ao solicitante. Resultados positivos: bacteremias em geral, endocardites e sepses. Virtualmente qualquer organismo, mesmo os organismos de flora normal, pode causar bacteremia. Os resultados positivos devem ser interpretados com cautela, devido à possibilidade de contaminação. O encontro de positividade em pelo menos duas tomadas de amostra permite mais confiabilidade à hemocultura positiva. Bacilos Gram-negativos, anaeróbios e fungos devem ser inicialmente interpretados como patógenos, até prova em contrário. Resultados negativos: não implicam necessariamente em ausência de bacteremia, devido à possibilidade de presença de fatores inibidores, como uso de antibiótico, por exemplo.

Referência:
Cultura negativa

HEMOCULTURA - AERÓBIOS - 1 Amostra

Sinônimos:
Cultura de sangue

Método:
Identificação por Técnicas Manuais e/ou Automatizadas.

Prazo:
Após 7 dias

Interpretação:
Ver Hemocultura - Aeróbios (automatizada)

Referência:
Cultura negativa

HEMOCULTURA - AERÓBIOS - 2 Amostras

Sinônimos:
Cultura de sangue

Método:
Identificação por Técnicas Manuais e/ou Automatizadas.

Prazo:
Após 7 dias

Interpretação:
Ver Hemocultura - Aeróbios (automatizada)

Referência:
Cultura negativa

HEMOCULTURA - AERÓBIOS - 3 Amostras

Sinônimos:
Cultura de sangue

Método:
Identificação por Técnicas Manuais e/ou Automatizadas.

Prazo:
Após 7 dias

Interpretação:
Ver Hemocultura - Aeróbios (automatizada)

Referência:
Cultura negativa

HEMOCULTURA - ANAERÓBIOS (Automatizada)

Sinônimos:

Método:
Identificação por Técnicas Manuais e/ou Automatizadas.

Prazo:
Após 7 dias

Interpretação:
Ver Hemocultura - Aeróbios (automatizada)

Referência:
Tipos de Hemoculturas disponiveis: Cultura negativa 1, Para aerobios 2, Para anaerobios 3, FAN - Com Escorb Fator inibidor de antimicrob. ** Outros mat. biologicos usados : Liq. peritoneal, Liq sinovial, Liq pleural, LCR , Liq amniotico, etc.

HEMOGLOBINA

Sinônimos:
Hb

Método:
Automatizado

Prazo:
12h

Interpretação:
Ver Hemograma.

Referência:
12,2 a 18,1 g/dL

HEMOGLOBINA A2

Sinônimos:
Hb A2

Método:
Captura iônica - Eletroforese

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de anemias. Valores aumentados: estigma beta talassêmico (heterozigoto para beta talassemia), talassemia maior, anemia megaloblástica. Valores normais ou diminuídos: anemia microcítica ferropriva, delta e alfa talassemias, anemia sideroblástica, doença de HbH, eritroleucemia.

Referência:
Hemoglobina A2 : 1,8 a 3,5 %

HEMOGLOBINA FETAL

Sinônimos:

Método:
Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico das beta talassemias; diagnóstico de persistência hereditária de hemoglobina fetal. Valores aumentados: hemoglobinopatias homozigóticas (SS, CC, talassemia major, etc.), hemoglobinopatias duplo heterozigóticas, persistência hereditária de hemoglobina fetal, talassemia minor, esferocitose hereditária, anemia falciforme, leucemias agudas e crônicas, anemia de Fanconi, anemia aplástica adquirida, anemia megaloblástica, hemoglobinúria paroxística noturna. A hemoglobina fetal está presente em crianças até os 6 meses de vida.

Referência:
Criança 1 a 7 dias : Até 84% 8 a 60 dias : Até 77% 2 a 4 meses : Até 40% 4 a 6 meses : Até 7% 7 a 12 meses : Até 3,5% 12 a 18 meses : Até 2,8% Adulto : 0,0 a 2,0%

HEMOGLOBINA GLICADA

Sinônimos:
Hemoglobina glicada, Glicohemoglobina, Hb A1

Método:
Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: monitoramento de controle glicêmico diabético. A glicose liga-se de forma irreversível e não enzimática a uma série de proteínas e à hemoglobina (por rearranjo de Amadori), que se torna glicosilada. A dosagem da fração HbA1c permite a avaliação de longo prazo do controle glicêmico. O prazo avaliado é de cerca de 90 dias; níveis inferiores a 6,5% são associados a um bom controle glicêmico. A determinação de HbA1c por cromatografia líquida de alta pressão diminuiu em muito a possibilidade de interferências nos resultados.

Referência:
Hb SA1c : 3,9 a 6,1 % Seguindo as recomendações da American Diabetes Association (ADA), da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e da European Association for the Study of Diabetes (EASD) liberamos a partir do dia 22/11/2012, o cálculo da Glicose Média Estimada [(28,7 x HBA1c) - 46,7] sempre que o resultado da hemoglobina glicada (HbA1c) for superior a 5,5%. A meta de hemoglobina glicosilada a ser alcançada para um controle efetivo em pacientes diabéticos deve ser inferior a 7,0 %.

HEMOGLOBINA GLICADA (GLICEMIA MÉDIA ESTIMADA)

Sinônimos:
Hemoglobina glicosilada, Glicohemoglobina, Hb A1

Método:
Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: monitoramento de controle glicêmico diabético. Um novo modo de se olhar o controle do diabetes e obtido através do valor de hemoglobina glicosilada é o da transformação de seus valores em glicemia media estimada (GEM). A hemoglobina glicosilada, Hemoglobina glicada ou A1c reflete o controle glicêmico, nos últimos 3 meses e tem sido o padrão universal de referencia no controle do diabetes, sendo que, segundo a maior parte dos consensos mundiais, o valor de 7% é o que define o bom controle e avalia o risco do desenvolvimento das complicações microvasculares do diabetes a longo prazo. Recentemente foi realizado um estudo chamado ADAG, que seguindo mais de 500 pacientes com diabetes (em 10 centros médicos no mundo) e avaliando as medidas de glicemias obtidas através de ponta de dedo ( 7 vezes por dia) e também outras obtidas com o uso de sensores subcutâneo de glicose (em torno de 280 medidas de glicose/por paciente/ao dia), comparou-as as medidas da Hemoglobina glicosilada, dosadas à cada três meses. Por exemplo, que para um valor de A1c de 7 % corresponde uma Glicemia Media Estimada de 154 mg/dl, mesmo que as suas glicemias de jejum estiveram na maior parte das vezes, por exemplo, entre 90 a 140 mg/dl.

Referência:
HbA1c : 3,9 a 6,1 % Seguindo as recomendações da American Diabetes Association (ADA), da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e da European Association for the Study of Diabetes (EASD) liberamos a partir do dia 19/07/2011, o cálculo da Glicose Média Estimada [(28,7 x HBA1c) - 46,7] sempre que o resultado da hemoglobina glicada (HbA1c) for superior a 5,5%. A meta de hemoglobina glicosilada a ser alcançada para um controle efetivo em pacientes diabéticos deve ser inferior a 7,0 %.

HEMOGLOBINA H - Pesquisa

Sinônimos:

Método:
Microscopia e HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência)

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: avaliação de hemoglobinopatias

Referência:
Negativa

HEMOGLOBINOPATIAS NEONATAIS

Sinônimos:
Eletroforese de Hemoglobinas em RN

Método:
Focalização isoelétrica

Prazo:
4 dias

Interpretação:
Uso : As hemoglobinopatias consistem em um conjunto de alterações na estrutura ou na síntese da hemoglobina, resultantes de defeitos genéticos, condicionando um aumento da morbidade em condições ambientais normais. De uma forma geral, as hemoglobinopatias são classificadas em dois grandes grupos: no primeiro, as alterações resultam de uma anormalidade estrutural em uma das cadeias da globina, como no caso da doença falciforme; o segundo grupo, que inclui as talassemias, é constituído por redução na velocidade de produção de cadeias de globina ou incapacidade genética de produzir a cadeia globínica. A hemoglobina (Hb) é constituída de 2 cadeias a (alfa) e de 2 cadeias b (beta).

Referência:
Interpretação: Fenótipos investigados: Hb FA : Padrão Normal Hb FS : Padrão Anemia Falciforme Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FAC : Traço Hemoglobinopatia C Hb FSC : Padrão Hemoglobinopatia SC Hb FAD : Traço Hemoglobinopatia D Hb FAE : Traço Hemoglobinopatia E Hb FSA : S Beta Talassemia Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfusão ou idade superior a 1 mês. Obs. Recém-nascidos transfundidos e prematuros devem repetir a análise das hemoglobinas após 90 dias.

HEMOGRAMA

Sinônimos:
Hematológico

Método:
Resistividade - impedância - colorimétrica (medidas eletrônicas e físicas)

Prazo:
12 h

Interpretação:
Uso: avaliação clínica geral; avaliação e diagnóstico de anemias, policitemias, aplasias medulares, processos infecciosos, leucemias/leucoses, trombocitose e trombocitopenia. O hemograma é uma das análises mais utilizadas na prática médica, pois seus dados gerais permitem uma avaliação extensa da condição clínica do paciente. Embora não seja um teste extremamente sensível e específico para determinadas patologias, pode ser encarado como um sinal e/ou sintoma, integrante da avaliação inicial do paciente. No hemograma são avaliadas as três séries celulares componentes do sangue: eritrócitos, leucócitos e plaquetas, compondo o eritrograma, leucograma e plaquetograma. No eritrograma, são contados os eritrócitos, são medidas as concentrações de hemoglobina e hematócrito, são determinados os índices hematimétricos (volume celular médio, concentração de hemoglobina corpuscular média, hemoglobina corpuscular média), além da determinação do RDW, que indica a variação do tamanho dos eritrócitos. No leucograma, os leucócitos são contados em termos gerais, sendo classificados em uma contagem relativa em diferentes populações (neutrófilos, basófilos, eosinófilos, linfócitos, monócitos), segundo suas características citológicas. No plaquetograma, as plaquetas são contadas e seu tamanho médio e variações de volume são determinados (MPV e PDW). Todas estas análises são seguidas por microscopia após coloração para avaliação das características e/ou alterações morfológicas de cada série. Estes dados em conjunto permitem indicativos diagnósticos que, quando cruzados com outros dados e/ou resultados, são de extrema importância clínica.

Referência:
Leucócitos:de 0 a 1 mes: 11.000 a 19.000 Segmentados:de 0 a 1 mes: 38 a 76 - 4.180 a 14.440 Linfócitos:de 0 a 1 mes: 26 a 36 - 2.860 a 6.840 Monócitos:de 0 a 1 mes: 0 a 12 - 0 a 2.280 Eosinófilos:de 0 a 1 mes: 1 a 3 - 110 a 570 Basófilo:de 0 a 1 mes: 0 a 3 - 0 a 570 Hemácias:de 0 a 1 mes: 4,90 a 5,1 Hemoglobina: de 0 a 1 mes: 18,0 a 19,5 Hematócrito:de 0 a 1 mes: 49,0 a 54,0 VCM: de 0 a 1 mes: 100,0 a 105,0 HCM: de 0 a 1 mes: 36,7 a 38,2 Conc. HCM: de 0 a 1 mes: 36,1 a 36,7 RDW: 12,0 a 15,0 VPM: 7,0 a 10,0 Blastos: 0 Metamielócitos: 0 Mielócitos: 0 Pré-Mielócitos: 0 Bastões:de 0 a 1 mes: 1 a 5 - 74 a 300 Linfócitos Atípicos: 0 de 1 mes a 2 anos: 8.000 a 12.000 de 1 mes a 2 anos: 17 a 45 - 1.360 a 5.400 de 1 mes a 2 anos: 41 a 71 - 3.280 a 3.520 de 1 mes a 2 anos: 0 a 4 - 0 a 480 de 1 mes a 2 anos: 2 a 4 - 160 a 480 de 1 mes a 2 anos: 0 a 3 - 0 a 360 de 1 mes a 2 anos: 4,

HEMOGRAMA - DIFERENCIAL (Revisão de Lâminas)

Sinônimos:
Hematológico

Método:
Resistividade - impedância - colorimétrica (medidas eletrônicas e físicas)

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: avaliação clínica geral; avaliação e diagnóstico de anemias, policitemias, aplasias medulares, processos infecciosos, leucemias/leucoses, trombocitose e trombocitopenia. O hemograma é uma das análises mais utilizadas na prática médica, pois seus dados gerais permitem uma avaliação extensa da condição clínica do paciente. Embora não seja um teste extremamente sensível e específico para determinadas patologias, pode ser encarado como um sinal e/ou sintoma, integrante da avaliação inicial do paciente. No hemograma são avaliadas as três séries celulares componentes do sangue: eritrócitos, leucócitos e plaquetas, compondo o eritrograma, leucograma e plaquetograma. No eritrograma, são contados os eritrócitos, são medidas as concentrações de hemoglobina e hematócrito, são determinados os índices hematimétricos (volume celular médio, concentração de hemoglobina corpuscular média, hemoglobina corpuscular média), além da determinação do RDW, que indica a variação do tamanho dos eritrócitos. No leucograma, os leucócitos são contados em termos gerais, sendo classificados em uma contagem relativa em diferentes populações (neutrófilos, basófilos, eosinófilos, linfócitos, monócitos), segundo suas características citológicas. No plaquetograma, as plaquetas são contadas e seu tamanho médio e variações de volume são determinados (MPV e PDW). Todas estas análises são seguidas por microscopia após coloração para avaliação das características e/ou alterações morfológicas de cada série. Estes dados em conjunto permitem indicativos diagnósticos que, quando cruzados com outros dados e/ou resultados, são de extrema importância clínica.

Referência:
Leucócitos:de 0 a 1 mes: 11.000 a 19.000 Bastões:de 0 a 1 mes: 1 a 5 - 74 a 300 Segmentados:de 0 a 1 mes: 38 a 76 - 4.180 a 14.440 Linfócitos:de 0 a 1 mes: 26 a 36 - 2.860 a 6.840 Monócitos:de 0 a 1 mes: 0 a 12 - 0 a 2.280 Eosinófilos:de 0 a 1 mes: 1 a 3 - 110 a 570 Basófilo:de 0 a 1 mes: 0 a 3 - 0 a 570 Hemácias:de 0 a 1 mes: 4,90 a 5,1 Hemoglobina: de 0 a 1 mes: 18,0 a 19,5 Hematócrito:de 0 a 1 mes: 49,0 a 54,0 Mielócitos: 0 Metamielócitos: 0 Blastos: 0 Pré-Mielócitos: 0 Linfócitos Atípicos: 0 de 1 mes a 2 anos: 8.000 a 12.000 de 1 mes a 2 anos: 1 a 5 - 74 a 300 de 1 mes a 2 anos: 17 a 45 - 1.360 a 5.400 de 1 mes a 2 anos: 41 a 71 - 3.280 a 3.520 de 1 mes a 2 anos: 0 a 4 - 0 a 480 de 1 mes a 2 anos: 2 a 4 - 160 a 480 de 1 mes a 2 anos: 0 a 3 - 0 a 360 de 1 mes a 2 anos: 4,50 a 5,0 de 1 mes a 2 anos: 12,0 a 15,0 de 1 mes a 2 anos: 35,0 a 42,0 de 2 a 5 anos:

HEMOSSIDERINA - Pesquisa

Sinônimos:

Método:
Azul da prússia

Prazo:
24h

Interpretação:
- Em condições de normalidade o ferro é depurado do organismo primariamente por via hepática, sendo que a contribuição renal é pequena. Quando há sobrecarga deste metal, ocorre um aumento na excreção urinária, caracterizando o estado denominado hemossiderinúria. As doenças que promovem aumento da excreção urinária de ferro incluem hemacromatose, anemia hemolítica, hemoglobinúria paroxística noturna e reduzida depuração biliar de ferro.

Referência:
Negativa

HEPATITE A - Anti - HVA IgG

Sinônimos:
Anti-HAV IgG

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial de hepatites. A presença de anticorpos anti-HVA IgG indica contato passado com o HVA. A presença de anticorpos anti-HVA IgM, acompanhada de clínica compatível, é evidência de hepatite por HVA. O anticorpo IgM aparece em processos de hepatite A próximo da época do início dos sintomas, desaparecendo em torno de 3-6 meses depois. Teste não reagente para IgM e reagente para IgG indica contato passado, com conseqüente imunidade. Contudo, a elevação de títulos IgG em dois testes consecutivos marca processo infeccioso não agudo atual. Anticorpos IgG permanecem em títulos constantes ou decrescentes por anos. A presença de anticorpos anti-HVA (IgG ou IgM) não exclui o diagnóstico de outras hepatites, como as causadas por HBV ou HCV. Interferentes: vacinação para HVA.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : presença de anticorpos

HEPATITE A - Anti - HVA IgM

Sinônimos:
Anti-HAV IgM

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Ver Hepatite A - Anti - HVA IgG.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : presença de anticorpos

HEPATITE B - HBeAg

Sinônimos:
HBe

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial, acompanhamento e prognóstico de infecção por hepatite B; avaliação do potencial infectante. O HBeAg ocorre em hepatites agudas, logo após o aparecimento do HBsAg, durante seu período mais infeccioso (período de sua positividade, em torno de 3-8 semanas). Em processos crônicos, a despeito de positividade para HBsAg, a presença de HbeAg tende a negativar em algumas semanas ou meses. É um marcador de replicação viral.

Referência:
Não reagente :ausência do antígeno Reagente :presença do antígeno

HEPATITE B - HBsAg

Sinônimos:
Antígeno Austrália

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial, acompanhamento e prognóstico de infecção por hepatite B; triagem sorológica de doadores de sangue e de órgãos. A presença de HBsAg reagente indica contato recente com o vírus ou infecção crônica. O HBsAg e o HBeAg são os melhores marcadores da capacidade infectante. Pode ser detectado cerca de 1-7 semanas após o aparecimento dos sintomas. A persistência de reatividade para HBsAg por mais de 6 meses define o estado de portador crônico. É possível a ocorrência de falso-positivos alguns dias após a vacinação para hepatite B.

Referência:
Não reagente:ausência de antígeno Reagente :presença do antígeno Consideração : Em caso de resultado Reagente, a critério clínico, sugere-se realização de exame por Biologia Molecu lar (HBV - DNA).

HEPATITE B - Anti - HBc IgM

Sinônimos:
Anticorpos anti Core (M)

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de hepatite B. De maneira geral a presença de anticorpos IgM indica um processo de infecção recente ou aguda. Anticorpos IgM específicos do vírus foram detectados na maioria das infecções virais agudas e são um marcadores seguros de doenças agudas. As concentrações de IgM anti-HBc aumentam rapidamente em pacientes com uma infecção aguda. Concentrações elevadas de IgM anti-HBc IgM foram detectadas em paciente com infecção aguda por vírus da hepatite B. De um modo geral, o antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg) também está presente como marcador sorológico em uma infecção aguda, embora haja casos nos quais não foi detectado. Na fase de convalescença, a IgM anti-HBc persiste após o desaparecimento de HBsAg e diminui lentamente com o tempo. Na ausência de informações sobre outros marcadores do vírus da hepatite B (HBV), considera-se que um indivíduo com concentrações detectáveis de IgM anti-HBc pode estar infetado com o HBV ou já pode estar recuperado desta infecção. A IgM antiHBc também pode estar presente em paciente com infecção viral crônica por vírus da hepatite B. As concentrações, neste caso, são geralmente inferiores àquelas associadas com infecções agudas e podem aumentar ou diminuir com a agravação da enfermidade. É difícil diferenciar entre a fase aguda e a fase crônica das infecções por vírus da hepatite B somente com o auxílio de marcadores viróticos que normalmente estão presentes, como, por exemplo, HBsAg, anti-HBs, HBeAg, antiHBe e anti-HBc, já que quase todos estes marcadores estão presentes em ambas as fases. Visto que há uma correlação elevada entre as concentrações elevadas de IgM anti-HBc e a infecção aguda por vírus de hepatite B, a análise para detectar a IgM anti-HBc poderia servir como auxiliar para distinguir uma hepatite aguda causada pelo HBV de infecções causadas por outros agentes, como, por exemplo, a hepatite A, a hepatite C ou o vírus delta.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : presença de anticorpos

HEPATITE B - Anti - HBc Total

Sinônimos:
Anticorpos anti Core - Anti-HBc IgG

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial de hepatites; acompanhamento de infecção pelo HBV (em conjunto com outros marcadores virais); teste de triagem para doadores de sangue (por apresentar o potencial de detectar contato prévio com o HBV durante a "janela negativa" do HBV). O anti-HBc é um anticorpo dirigido contra as proteínas do core ou nucleocapsídeo do HBV. A presença de anti-HBc IgM documenta processo de infecção recente ou aguda pelo HBV. A imunidade IgG para anti-HBc tende a durar muitos anos (às vezes por toda a vida), sendo excelente marcador de contato anterior com o vírus. Uma vez que a vacinação para HBV somente confere imunidade de anti-HBs, a presença de anti-HBc documenta exposição passada ao vírus. Títulos expressivos de anti-HBc IgM diferenciam entre um quadro agudo e a exacerbação de um caso crônico de hepatite B. O uso diagnóstico deste marcador é melhorado quando participa de um painel de marcadores sorológicos de hepatites. Reações fracamente reagentes sem outras anormalidades podem ser devidas a reações falso-positivas.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : presença de anticorpos

HEPATITE B - Anti - HBe

Sinônimos:
Anticorpos anti-E da hepatite B

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial, acompanhamento e prognóstico de infecção por hepatite B; confirmação do período de convalescença após o desaparecimento do HBsAg (em conjunto com o anti-HBc). O aparecimento de anti-HBe em pacientes previamente reagentes para HBeAg indica um menor risco de infectividade. O não aparecimento de positividade para este marcador pode indicar atividade viral ou cronicidade da doença. Embora pacientes crônicos possam ser ou não positivos para HBeAg ou para anti-HBe, os pacientes positivos para anti-HBe são menos infectantes. Os anticorpos anti-HBe podem persistir por anos, embora costumeiramente desapareçam mais cedo do que os anti-HBc ou anti-HBs. O anti-HBe não deve ser utilizado como único marcador viral para HBV. Interferentes: uso de contraste radiológico iodado, medicamentos à base de anticorpos murinos.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : presença de anticorpos

HEPATITE B - Anti - HBs

Sinônimos:
Anti -HBsAg

Método:
Eletroquimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial, acompanhamento e prognóstico de infecção por hepatite B; avaliação de imunidade em indivíduos sujeitos a risco de contágio com HBV; avaliação de eficácia do protocolo de imunização para HBV. Os anticorpos anti-HBs estão presentes após vacinação para hepatite B (isoladamente ou em conjunto com outros marcadores). A presença de anti-HBs não é um indicador absoluto de infecção por HBV resolvida, nem de proteção de infecção futura. Títulos baixos de anti-HBs não conferem imunidade. Alguns trabalhos têm documentado que indivíduos com títulos entre 10 e 50 U de anti HBs estariam sujeitos a contaminação pelo VHB. Interferentes: uso recente de gamaglobulina hiper imune para HBV.

Referência:
Não reagente : até 10,0 mUI/mL Obs:resultados entre 10,0 a 100,0 mUI/mL devem ser confirmados com um segundo teste após 30 dias. Habitualmente pacientes imunes apresentam resulta- dos maiores que 100,0 mUI/mL Limite de Detecção: 2,0 mUI/mL

HEPATITE C - Anti - HCV

Sinônimos:
Anti-HCV

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial de hepatites crônicas; triagem (unidades de sangue, receptores e doadores de órgãos, acidentes em trabalhadores de saúde, pacientes submetidos à diálise, contato íntimo, parenteral ou sexual com pessoas reconhecidamente contaminadas pelo HCV, crianças de mães infectadas); avaliação de crioglobulinemia mista essencial, glomerulonefrites proliferativa e porfiria cutânea tarda. A presença de anticorpos anti-HCV indica contato anterior com o vírus HCV. Esta condição deve ser confirmada com métodos posteriores (RIBA, PCR-RNA quantitativo/qualitativo e biópsia) e correlacionada com dados clínicos e de função hepática no estabelecimento de quadro patológico por HCV. O HCV é um dos agentes infecciosos mais relatados em quadros pós-transfusionais. A infecção por HCV pode variar desde quadros assintomáticos até quadros de carcinoma hepatocelular ou cirrose hepática. Resultados falso-positivos: doenças reumatológicas (em pacientes que desenvolvem anticorpos anti-BSA - albumina bovina), uso de imunoglobulinas intravenosas, paraproteinemias, presença de anticorpos anti-idiótipos. Resultados falso-negativos: infecção aguda recentíssima, imunossupressão, imunoincompetência, má conservação das amostras.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : presença de anticorpos Consideração : Em caso de resultado Reagente, a critério clínico, sugere-se realização de exame confirmatório por Biologia Molecular (HCV - RNA).

HEPATITE D

Sinônimos:
Hepatite Delta

Método:
ELISA

Prazo:
48 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da hepatite delta. Infecções com o vírus delta (HDV) são sempre vistas em associação com vírus da hepatite B (HBV), podendo aparecer como uma infecção simultânea ou como uma superexposição a um caso de hepatite B crônica (o vírus delta é um vírus RNA que necessita da presença do HBV para que ocorra a replicação). O diagnóstico sorológico depende do achado do antígeno ou da presença do anticorpo anti-HDV. A simultânea avaliação de anti-HBc IgM poderá ajudar a diferenciar a co-infecção presente da superinfecção.

Referência:
Não reagente : Ausência de Anticorpos da Hepatite Delta Reagente : Presença do Anticorpo da Hepatite

HEPATITE E - Anti HEV IgG

Sinônimos:

Método:
ELISA

Prazo:
48 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da hepatite E. O vírus HEV é um vírus RNA de 29 a 32 mm, semelhante ao calicivírus, responsável por surtos. Diagnóstico laboratorial: pesquisa de anticorpos IgM e IgG.

Referência:
Não Reagente: < 0,9 (índice) Inconclusivo: 0,9 - 1,1 (índice) Reagente: > 1,1 (índice)

HEPATITE E - Anti HEV IgM

Sinônimos:

Método:
ELISA

Prazo:
48 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico da hepatite E. O vírus HEV é um vírus RNA de 29 a 32 mm, semelhante ao calicivírus, responsável por surtos. Diagnóstico laboratorial: pesquisa de anticorpos IgM e IgG.

Referência:
Não Reagente: < 0,9 (índice) Inconclusivo: 0,9 - 1,1 (índice) Reagente: > 1,1 (índice)

HERPES - Pesquisa

Sinônimos:
Herpes pesquisa direta, teste de TZANK

Método:
Microscopia

Prazo:
24 h

Interpretação:
Ver Herpes 1 - Anticorpos IgG.

Referência:
Negativa Pesquisa de celulas e inclusoes compativeis com Herpes.

HERPES simplex 1e 2 - Anticorpos IgG

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de herpes tipo 1 e 2. ( tipo 1 ; face e tronco e tipo 2 infecções da genitália, porém ambos podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas).Aproximadamente 85% dos adultos apresentam evidência sorológica de infecções por herpes simples do tipo 1 (SV-1), mais freqüentemente adquiridas assintomaticamente durante a infância. Ocasionalmente, infecções primárias podem se manifestar como uma gengivoestomatite severa. A seguir, o indivíduo pode apresentar surtos recorrentes autolimitados, provocados pela exposição à luz solar, por cirurgia orofacial, por febre ou uma infecção viral. As infecções pelo herpes simples vírus apresentam-se como desafios, cada vez maiores, para diversas áreas da medicina, por serem dotadas de várias peculiariedades. Dentre elas, citam-se a capacidade do vírus permanecer em latência por longos períodos de tempo, podendo sofrer reativação periódica, gerando doença clínica ou sub-clínica. O herpes simples vírus é comumente associado a lesões de membranas mucosas e pele, ao redor da cavidade oral (herpes orolabial) e da genitália (herpes anogenital). O vírus do herpes simples determina quadros variáveis benignos ou graves. Há dois tipos de vírus: o tipo-1, responsável por infecções na face e tronco, e o tipo-2, relacionado às infecções na genitália e de transmissão geralmente sexual. Entretanto, ambos os vírus podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas. As manifestações clínicas são distintas e relacionadas, ao estado imunológico do hospedeiro. A primo-infecção herpética é, em geral, sub-clínica e passa despercebida; o indivíduo torna-se portador do vírus sem apresentar sintomas. Em pequena porcentagem de indivíduos, a infecção é grave e prolongada, perdurando por algumas semanas. Após a infecção primária, o vírus pode ficar em estado de latência em gânglios de nervos cranianos ou da medula. Quando reativado por várias causas, o vírus migra através de nervo periférico, retorna à pele ou mucosa e produz a erupção do herpes simples recidivante. O esfregaço de Tzank (de vesícula) é positivo para células epiteliais gigantes multinucleadas. Os testes imunoenzimáticos para pesquisa de anticorpos IgG e IgM são mais sensíveis e diferenciam a fase crônica da aguda.

Referência:
Não reagente : < 0,9 Inconclusivo : 0,9 a 1,1 Reagente : > 1,1

HERPES simplex 1e 2 - Anticorpos IgG Líquor

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de herpes tipo 1 e 2. ( tipo 1 ; face e tronco e tipo 2 infecções da genitália, porém ambos podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas).Aproximadamente 85% dos adultos apresentam evidência sorológica de infecções por herpes simples do tipo 1 (SV-1), mais freqüentemente adquiridas assintomaticamente durante a infância. Ocasionalmente, infecções primárias podem se manifestar como uma gengivoestomatite severa. A seguir, o indivíduo pode apresentar surtos recorrentes autolimitados, provocados pela exposição à luz solar, por cirurgia orofacial, por febre ou uma infecção viral. As infecções pelo herpes simples vírus apresentam-se como desafios, cada vez maiores, para diversas áreas da medicina, por serem dotadas de várias peculiariedades. Dentre elas, citam-se a capacidade do vírus permanecer em latência por longos períodos de tempo, podendo sofrer reativação periódica, gerando doença clínica ou sub-clínica. O herpes simples vírus é comumente associado a lesões de membranas mucosas e pele, ao redor da cavidade oral (herpes orolabial) e da genitália (herpes anogenital). O vírus do herpes simples determina quadros variáveis benignos ou graves. Há dois tipos de vírus: o tipo-1, responsável por infecções na face e tronco, e o tipo-2, relacionado às infecções na genitália e de transmissão geralmente sexual. Entretanto, ambos os vírus podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas. As manifestações clínicas são distintas e relacionadas, ao estado imunológico do hospedeiro. A primo-infecção herpética é, em geral, sub-clínica e passa despercebida; o indivíduo torna-se portador do vírus sem apresentar sintomas. Em pequena porcentagem de indivíduos, a infecção é grave e prolongada, perdurando por algumas semanas. Após a infecção primária, o vírus pode ficar em estado de latência em gânglios de nervos cranianos ou da medula. Quando reativado por várias causas, o vírus migra através de nervo periférico, retorna à pele ou mucosa e produz a erupção do herpes simples recidivante. O esfregaço de Tzank (de vesícula) é positivo para células epiteliais gigantes multinucleadas. Os testes imunoenzimáticos para pesquisa de anticorpos IgG e IgM são mais sensíveis e diferenciam a fase crônica da aguda.

Referência:
Não existe valor de referência preconizado para o teste em líquor. Valor de Referência do Ensaio: Não reagente : < 0,9 Inconclusivo : 0,9 a 1,1 Reagente : > 1,1

HERPES simplex 1e 2 - Anticorpos IgM

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de herpes tipo 1 e 2. ( tipo 1 ; face e tronco e tipo 2 infecções da genitália, porém ambos podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas).Aproximadamente 85% dos adultos apresentam evidência sorológica de infecções por herpes simples do tipo 1 (SV-1), mais freqüentemente adquiridas assintomaticamente durante a infância. Ocasionalmente, infecções primárias podem se manifestar como uma gengivoestomatite severa. A seguir, o indivíduo pode apresentar surtos recorrentes autolimitados, provocados pela exposição à luz solar, por cirurgia orofacial, por febre ou uma infecção viral. As infecções pelo herpes simples vírus apresentam-se como desafios, cada vez maiores, para diversas áreas da medicina, por serem dotadas de várias peculiariedades. Dentre elas, citam-se a capacidade do vírus permanecer em latência por longos períodos de tempo, podendo sofrer reativação periódica, gerando doença clínica ou sub-clínica. O herpes simples vírus é comumente associado a lesões de membranas mucosas e pele, ao redor da cavidade oral (herpes orolabial) e da genitália (herpes anogenital). O vírus do herpes simples determina quadros variáveis benignos ou graves. Há dois tipos de vírus: o tipo-1, responsável por infecções na face e tronco, e o tipo-2, relacionado às infecções na genitália e de transmissão geralmente sexual. Entretanto, ambos os vírus podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas. As manifestações clínicas são distintas e relacionadas, ao estado imunológico do hospedeiro. A primo-infecção herpética é, em geral, sub-clínica e passa despercebida; o indivíduo torna-se portador do vírus sem apresentar sintomas. Em pequena porcentagem de indivíduos, a infecção é grave e prolongada, perdurando por algumas semanas. Após a infecção primária, o vírus pode ficar em estado de latência em gânglios de nervos cranianos ou da medula. Quando reativado por várias causas, o vírus migra através de nervo periférico, retorna à pele ou mucosa e produz a erupção do herpes simples recidivante. O esfregaço de Tzank (de vesícula) é positivo para células epiteliais gigantes multinucleadas. Os testes imunoenzimáticos para pesquisa de anticorpos IgG e IgM são mais sensíveis e diferenciam a fase crônica da aguda.

Referência:
Não reagente : < 0,75 Inconclusivo : 0,75 a 1,25 Reagente : > 1,25

HERPES simplex 1e 2 - Anticorpos IgM Líquor

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de herpes tipo 1 e 2. ( tipo 1 ; face e tronco e tipo 2 infecções da genitália, porém ambos podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas).Aproximadamente 85% dos adultos apresentam evidência sorológica de infecções por herpes simples do tipo 1 (SV-1), mais freqüentemente adquiridas assintomaticamente durante a infância. Ocasionalmente, infecções primárias podem se manifestar como uma gengivoestomatite severa. A seguir, o indivíduo pode apresentar surtos recorrentes autolimitados, provocados pela exposição à luz solar, por cirurgia orofacial, por febre ou uma infecção viral. As infecções pelo herpes simples vírus apresentam-se como desafios, cada vez maiores, para diversas áreas da medicina, por serem dotadas de várias peculiariedades. Dentre elas, citam-se a capacidade do vírus permanecer em latência por longos períodos de tempo, podendo sofrer reativação periódica, gerando doença clínica ou sub-clínica. O herpes simples vírus é comumente associado a lesões de membranas mucosas e pele, ao redor da cavidade oral (herpes orolabial) e da genitália (herpes anogenital). O vírus do herpes simples determina quadros variáveis benignos ou graves. Há dois tipos de vírus: o tipo-1, responsável por infecções na face e tronco, e o tipo-2, relacionado às infecções na genitália e de transmissão geralmente sexual. Entretanto, ambos os vírus podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas. As manifestações clínicas são distintas e relacionadas, ao estado imunológico do hospedeiro. A primo-infecção herpética é, em geral, sub-clínica e passa despercebida; o indivíduo torna-se portador do vírus sem apresentar sintomas. Em pequena porcentagem de indivíduos, a infecção é grave e prolongada, perdurando por algumas semanas. Após a infecção primária, o vírus pode ficar em estado de latência em gânglios de nervos cranianos ou da medula. Quando reativado por várias causas, o vírus migra através de nervo periférico, retorna à pele ou mucosa e produz a erupção do herpes simples recidivante. O esfregaço de Tzank (de vesícula) é positivo para células epiteliais gigantes multinucleadas. Os testes imunoenzimáticos para pesquisa de anticorpos IgG e IgM são mais sensíveis e diferenciam a fase crônica da aguda.

Referência:
Não existe valor de referência preconizado para o teste em líquor. Valor de Referência do Ensaio: Não reagente : < 0,75 Inconclusivo : 0,75 a 1,25 Reagente : > 1,25

HERPES ZOSTER - Anticorpos IgG

Sinônimos:
Varicela - Zoster, catapora

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24 horas

Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). O herpes zoster consiste em uma erupção vesicular aguda, devida ao vírus varicela-zoster. Para o diagnóstico clínico devem ser evidenciados: dor ao longo do trajeto de um nervo, seguida de lesões vesiculares agrupadas e dolorosas, e envolvimento unilateral (algumas lesões podem ocorrer fora do dermátomo afetado; lesões presentes usualmente na face ou tronco). Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.

Referência:
Não Reagente Reagente :Infecção pregressa

HERPES ZOSTER - Anticorpos IgG e IgM

Sinônimos:
Varicela - Zoster, catapora

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24 horas

Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). O herpes zoster consiste em uma erupção vesicular aguda, devida ao vírus varicela-zoster. Para o diagnóstico clínico devem ser evidenciados: dor ao longo do trajeto de um nervo, seguida de lesões vesiculares agrupadas e dolorosas, e envolvimento unilateral (algumas lesões podem ocorrer fora do dermátomo afetado; lesões presentes usualmente na face ou tronco). Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.

Referência:
Não Reagente : Ausência de Anticorpos Anticorpos IgG : Reagente (Infecção pregressa) Anticorpos IgM : Reagente (Infecção aguda recente)

HERPES ZOSTER - Anticorpos IgG e IgM, liquor

Sinônimos:
Varicela - Zoster, catapora

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). O herpes zoster consiste em uma erupção vesicular aguda, devida ao vírus varicela-zoster. Para o diagnóstico clínico devem ser evidenciados: dor ao longo do trajeto de um nervo, seguida de lesões vesiculares agrupadas e dolorosas, e envolvimento unilateral (algumas lesões podem ocorrer fora do dermátomo afetado; lesões presentes usualmente na face ou tronco). Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.

Referência:
Não existe valor de referência preconizado para o teste em líquor. Valor de Referência do Ensaio: IgG IgM Não Reagente: < 120,0 < 1,0 Inconclusivo: 120,0 a 150,0 1,0 - 1,5 Reagente: > 150,0 > 1,5

HERPES ZOSTER - Anticorpos IgG, liquor

Sinônimos:
Varicela - Zoster, catapora

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). O herpes zoster consiste em uma erupção vesicular aguda, devida ao vírus varicela-zoster. Para o diagnóstico clínico devem ser evidenciados: dor ao longo do trajeto de um nervo, seguida de lesões vesiculares agrupadas e dolorosas, e envolvimento unilateral (algumas lesões podem ocorrer fora do dermátomo afetado; lesões presentes usualmente na face ou tronco). Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.

Referência:
Não existe valor de referência preconizado para o teste em líquor. Valor de Referência do Ensaio: Não Reagente: < 120,0 Inconclusivo: 120,0 a 150,0 Reagente: > 150,0

HERPES ZOSTER - Anticorpos IgM

Sinônimos:
Varicela - Zoster, catapora

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). O herpes zoster consiste em uma erupção vesicular aguda, devida ao vírus varicela-zoster. Para o diagnóstico clínico devem ser evidenciados: dor ao longo do trajeto de um nervo, seguida de lesões vesiculares agrupadas e dolorosas, e envolvimento unilateral (algumas lesões podem ocorrer fora do dermátomo afetado; lesões presentes usualmente na face ou tronco). Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.

Referência:
Não Reagente Reagente : Infecção aguda recente

HERPES ZOSTER - Anticorpos IgM, liquor

Sinônimos:
Varicela - Zoster, catapora

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24 h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). O herpes zoster consiste em uma erupção vesicular aguda, devida ao vírus varicela-zoster. Para o diagnóstico clínico devem ser evidenciados: dor ao longo do trajeto de um nervo, seguida de lesões vesiculares agrupadas e dolorosas, e envolvimento unilateral (algumas lesões podem ocorrer fora do dermátomo afetado; lesões presentes usualmente na face ou tronco). Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.

Referência:
Não existe valor de referência preconizado para o teste em líquor. Valor de Referência do Ensaio: Não Reagente: < 1,0 Inconclusivo: 1,0 a 1,5 Reagente: > 1,5

HEXOSAMINIDASE, plasma

Sinônimos:
Doenças de Tay-Sachs e Sandhoff, Mucosulfatidose

Método:
Ensaio Enzimático

Prazo:
45 dias

Interpretação:
A Doença de Tay Sachs (DTS) é uma gangliosidose na qual há o acúmulo de gangliosídeo GM2 nas células neuronais. Esse acúmulo gangliosídico deve-se a um defeito na enzima hexosaminidase A (Hex A) decorrente de mutações no seu gene codificador, o gene HEXA, o que resulta em diferentes fenótipos (agudo, subagudo, crônico e variante B1).

Referência:
Hexosaminidase A : 550,0 a 1675,0 nmol/h/mL Hexosaminidase B : 265,0 a 1219,0 nmol/h/mL Hexosaminidase Total : 1000,0 a 2857,0 nmol/h/mL % Hex.A/Hex. Total : 45 a 72 %

HIDATIDOSE - Anticorpos IgG

Sinônimos:
Sorologia para cisto hidático, Reação de Casoni

Método:
Imunofluorescência indireta

Prazo:
15 dias

Interpretação:
Uso: diagnóstico da hidatidose. O agente da hidatidose unilocular é o Echinococcus granulosus, que possui localização no homem, em órgãos como o fígado e o pulmão. Quando isto não acontece, ele penetra na grande circulação, podendo se instalar em qualquer outro órgão. A presença de cistos hidáticos (que se desenvolvem no parênquima de órgãos como o baço, fígado, rins, pâncreas e na zona retroperitoneal) pode ser demonstrada por ecografia ou tomografia computadorizada.A resposta imunológica em pessoas afetadas pelo Echinococcus granulosos dependerá do estado físico do cisto, da integridade de suas membranas e das próprias condições da resposta dos estímulos que o paciente apresenta.O hospedeiro intermediário (ovelha) ou o acidental (homem) se contamina ao ingerir os ovos liberados no ambiente pelo cão (hospedeiro definitivo, elimina nas fezes os proglotes contendo ovos). Os ovos se rompem no intestino e liberam a larva, que perfura a mucosa e atinge a circulação sangüínea, chegando ao fígado. Em 70% dos casos, forma um cisto nesse local, mas pode invadir o tecido pulmonar ou ainda outros órgãos. O ciclo no homem termina com a formação do cisto hidático no fígado e/ou pulmão e não há eliminação de formas de contágio. A contaminação é sempre acidental, do cão para o homem. Bibliografia: Gottstein B, Saucy F, Deplazes P, et al. Is a high prevalence of Echinococcus multilocularis in wild and domestic animals associated with increased disease incidence in humans? Emerg Infect Dis2001;7:408-12

Referência:
Não reagente

HIDROXIPROLINA URINÁRIA

Sinônimos:
Hidroxiprolinúria, Pirilinks

Método:
Colorimétrico, com hidrólise ácida a quente

Prazo:
36 h

Interpretação:
Uso: marcador do metabolismo do colágeno e reabsorção óssea. O colágeno contém grandes quantidades de hidroxiprolina. Valores aumentados: doença de Paget, síndrome de Marfan, fraturas extensas em consolidação, hiperparatireoidismo, acromegalias, artrites reumáticas, osteoporose, insuficiência renal crônica, neoplasias com metástase ósseas. Valores diminuídos: hipotireoidismo, hipopituitarismo, distrofia muscular, má nutrição. Interferentes: GH +, fenobarbital +, gravidez +, hormônio tireoidiano +, vitamina D +, agentes antineoplásicos -, aspirina -, ácido ascórbico -, corticosteróides -, estradiol -, estriol -, glicocorticóides -.

Referência:
15,0 a 75,0 mg/ volume de 24h ATENÇÃO: Novo valor de referência a partir de 18/03/13. Valores de referência antigos: Adultos : 15,0 a 40,0 mg/ volume de 24h Criança até 1 ano : 20,0 a 50,0 mg/ volume de 24h 1 a 10 anos : 25,0 a 100,0 mg/ volume de 24h 11 a 20 anos : 70,0 a 140,0 mg/ volume de 24h

HISTONA - Anticorpos

Sinônimos:

Método:
ELISA

Prazo:
7 dias

Interpretação:
Uso: diagnóstico de lupus induzido por drogas. Anticorpos anti-histona foram detectados em 18-53% dos pacientes com lupus eritematoso sistêmico e em 10-20% dos casos com lupus idiopático. Porém, em 95-100% dos pacientes com lupus induzido por drogas estes anticorpos estavam presentes.

Referência:
Não reagente - Inferior a 40 UI/mL

HISTOPLASMOSE - Sorologia

Sinônimos:
Pesquisa de anticorpo anti-histoplasma

Método:
ELISA

Prazo:
15 dias úteis

Interpretação:
Uso: diagnóstico de histoplasmose. O agente etiológico da histoplasmose é o Histoplasma capsulatum, um fungo transmitido por via respiratória através de inalação de esporos do ar em locais contaminados (cavernas, grutas, galinheiros, jardins, etc.). O diagnóstico laboratorial é feito por isolamento e identificação do Histoplasma capsulatum, através da visualização do fungo em esfregaços corados pelos métodos de Wright e Giemsa. As técnicas sorológicas podem ter função auxiliar, quando são observados títulos maiores que 1/32 na reação de fixação de complemento. Amostras coletadas em intervalos de 1 a 2 semanas, com observação de aumento significativo dos títulos, sugerem infecção recente ou ativa.

Referência:
Não Reagente: Inferior a 0,9 Inconclusivo: 0,9 a 1,1 Reagente: Superior a 1,1 Valor de referência antigo: Negativo Metodologia antiga: Imunodifusão Radial ATENÇÃO: Novos valores de referência e metodologia a partir de 05/11/12.

HIV - WESTERN - BLOT

Sinônimos:
Western Bloting

Método:
Western blot

Prazo:
Após 48 horas

Interpretação:
Ver HIV 1 e 2 - Anticorpos (2 Métodos).

Referência:
Não Reagente : Ausência de bandas; Reagente : Presença de, no mínimo, 2 (duas) bandas dentre as: gp160/120; gp 41; p24. Indeterminado: Qualquer outro padrão de bandas diferente dos descritos acima. A banda específica para HIV-2 será descrita na observação quando presente.

HIV 1 - NEONATAL

Sinônimos:

Método:
Enzima imunoensaio

Prazo:
48 h

Interpretação:
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é isolado de casos de síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS), doença que se caracteriza por uma progressiva e fatal deterioração do sistema imune. Associados à infecção HIV ocorrem doenças oportunistas (pneumocistose, toxoplasmose, candidíase), neoplasias (sarcoma de Kaposi, linfomas B) e complexo demencial. O vírus entra no organismo na forma livre ou através de células infectadas; é transmitido por via sexual, produtos sangüíneos e aleitamento, dando início ao processo patogênico que resultará em morte a longo prazo do indivíduo. Na viremia inicial, poucas semanas após a infecção, há replicação de vírus com uma só especialidade, embora a população de vírus doador seja antigenicamente heterogênea. Aparecem mutantes e esta população passa a dominar na fase tardia da infecção. A resposta de anticorpos ocorre quando a viremia inicial diminui e o quadro persiste até o aparecimento da doença. Anticorpos são neutralizantes do agente infeccioso, havendo forte correlação entre essa atividade e a habilidade de bloquear a interação entre gp 120/160 e CD4. O vírus pertence ao gênero Lentivirus, da família Retroviridae. Após a penetração na célula por fusão com a membrana, o core viral se desintegra e o HIV transcreve o seu RNA em DNA através da transcriptase reversa. O DNA viral pode permanecer no citoplasma ou integrar-se ao genoma da célula, sob forma de pró-vírus, latente por tempo variável, replicando toda vez que a célula entra em divisão. A acumulação destas partículas no citoplasma tem sido associada à morte celular isolada. A união das proteínas virais e genoma para formação de virion se dá no citoplasma, liberando-se por brotamento através de fusão com a membrana celular.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos do HIV Reagente : presença de anticorpos do HIV Conforme portaria 488da ANVISA deverão constar dos laudos as metodologias e antígenos virais usados em cada ensaio. O diagnóstico sorológico somente poderá ser confirmado após análise de no mínimo 02(duas) amostras de sangue coletadas em momentos diferentes. OBS: Resultados reagentes deverão ser confirmados com outros exames complementares laboratoriais (WB e PCR)e clínicos p/ confirmar o diagnóstico.

HIV 1 e 2 - Anticorpos

Sinônimos:

Método:
Enzima Imunoensaio Microparticula

Prazo:
24h após

Interpretação:
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é isolado de casos de síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS), doença que se caracteriza por uma progressiva e fatal deterioração do sistema imune. Associados à infecção HIV ocorrem doenças oportunistas (pneumocistose, toxoplasmose, candidíase), neoplasias (sarcoma de Kaposi, linfomas B) e complexo demencial. O vírus entra no organismo na forma livre ou através de células infectadas; é transmitido por via sexual, produtos sangüíneos e aleitamento, dando início ao processo patogênico que resultará em morte a longo prazo do indivíduo. Na viremia inicial, poucas semanas após a infecção, há replicação de vírus com uma só especialidade, embora a população de vírus doador seja antigenicamente heterogênea. Aparecem mutantes e esta população passa a dominar na fase tardia da infecção. A resposta de anticorpos ocorre quando a viremia inicial diminui e o quadro persiste até o aparecimento da doença. Anticorpos são neutralizantes do agente infeccioso, havendo forte correlação entre essa atividade e a habilidade de bloquear a interação entre gp 120/160 e CD4. O vírus pertence ao gênero Lentivirus, da família Retroviridae. Após a penetração na célula por fusão com a membrana, o core viral se desintegra e o HIV transcreve o seu RNA em DNA através da transcriptase reversa. O DNA viral pode permanecer no citoplasma ou integrar-se ao genoma da célula, sob forma de pró-vírus, latente por tempo variável, replicando toda vez que a célula entra em divisão. A acumulação destas partículas no citoplasma tem sido associada à morte celular isolada. A união das proteínas virais e genoma para formação de virion se dá no citoplasma, liberando-se por brotamento através de fusão com a membrana celular.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos do HIV na amostra Reagente : presença de anticorpos do HIV na Conforme Portaria n° 151 de 14/10/09 do Ministério da Saúde. - Antígeno recombinante : env. HIV 1 - grupo M, env. HIV 1 - grupo O, núcleo HIV 1 e env. HIV 2 e dois peptídeos sintéticos correspondentes ao enve- lope do HIV-1 e ao envelope do HIV-2. OBS: resultados reagentes deverão ser confirmados com outros exames complementares (WB e PCR)e clínicos p/ confirmar o diagnóstico laboratorial. Obs2: No caso de Resultados Não Reagentes ou Indeterminados, persistindo a suspeita clínica de infecção pelo HIV, uma nova amostra deverá ser co- letada,30(trinta) dias após a data de coleta des- ta amostra.

HIV 1 e 2 - Anticorpos

Sinônimos:

Método:
CLIA/MEIA/ECLIA

Prazo:
24h após

Interpretação:
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é isolado de casos de síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS), doença que se caracteriza por uma progressiva e fatal deterioração do sistema imune. Associados à infecção HIV ocorrem doenças oportunistas (pneumocistose, toxoplasmose, candidíase), neoplasias (sarcoma de Kaposi, linfomas B) e complexo demencial. O vírus entra no organismo na forma livre ou através de células infectadas; é transmitido por via sexual, produtos sangüíneos e aleitamento, dando início ao processo patogênico que resultará em morte a longo prazo do indivíduo. Na viremia inicial, poucas semanas após a infecção, há replicação de vírus com uma só especialidade, embora a população de vírus doador seja antigenicamente heterogênea. Aparecem mutantes e esta população passa a dominar na fase tardia da infecção. A resposta de anticorpos ocorre quando a viremia inicial diminui e o quadro persiste até o aparecimento da doença. Anticorpos são neutralizantes do agente infeccioso, havendo forte correlação entre essa atividade e a habilidade de bloquear a interação entre gp 120/160 e CD4. O vírus pertence ao gênero Lentivirus, da família Retroviridae. Após a penetração na célula por fusão com a membrana, o core viral se desintegra e o HIV transcreve o seu RNA em DNA através da transcriptase reversa. O DNA viral pode permanecer no citoplasma ou integrar-se ao genoma da célula, sob forma de pró-vírus, latente por tempo variável, replicando toda vez que a célula entra em divisão. A acumulação destas partículas no citoplasma tem sido associada à morte celular isolada. A união das proteínas virais e genoma para formação de virion se dá no citoplasma, liberando-se por brotamento através de fusão com a membrana celular.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos do HIV na amostra Reagente : presença de anticorpos do HIV na Conforme Portaria n° 151 de 14/10/09 do Ministério da Saúde. Eletroquimioluminescência (ECLIA) Roche: Pesquisa simultânea de Antígeno p24 e anticorpos para HIV-1 incluindo grupo O e para HIV-2. Quimioluminescência (CLIA) Abbott: Pesquisa simul- tânea de Antígeno p24 e anticorpos de HIV-1 (gru - pos M e O) e de HIV-2. MEIA Abbott - Antígeno recombinantes : env. HIV 1 grupo M, env. HIV 1 - grupo O, núcleo HIV 1 e env. HIV 2 e pesquisa de peptídeos sintéticos cor- respondentes ao envelope do HIV-1 e do envelope do HIV-2. Obs1: resultados reagentes deverão ser confirmados com outros exames complementares (WB e PCR)e clínicos p/ confirmar o diagnóstico laboratorial. Obs2: No caso de Resultados Não Reagentes ou Indeterminados, persistindo a suspeita clínica de infecção pelo HIV, uma nova amostra deverá ser co- letada,30(trinta) dias após a data de coleta des- ta amostra.

HIV 1 e 2 - Anticorpos (2 Métodos) CLIA + ECLIA

Sinônimos:

Método:
Eletroquimioluminescência e Quimioluminescência

Prazo:
24h após

Interpretação:
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é isolado de casos de síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS), doença que se caracteriza por uma progressiva e fatal deterioração do sistema imune. Associados à infecção HIV ocorrem doenças oportunistas (pneumocistose, toxoplasmose, candidíase), neoplasias (sarcoma de Kaposi, linfomas B) e complexo demencial. O vírus entra no organismo na forma livre ou através de células infectadas; é transmitido por via sexual, produtos sangüíneos e aleitamento, dando início ao processo patogênico que resultará em morte a longo prazo do indivíduo. Na viremia inicial, poucas semanas após a infecção, há replicação de vírus com uma só especialidade, embora a população de vírus doador seja antigenicamente heterogênea. Aparecem mutantes e esta população passa a dominar na fase tardia da infecção. A resposta de anticorpos ocorre quando a viremia inicial diminui e o quadro persiste até o aparecimento da doença. Anticorpos são neutralizantes do agente infeccioso, havendo forte correlação entre essa atividade e a habilidade de bloquear a interação entre gp 120/160 e CD4. O vírus pertence ao gênero Lentivirus, da família Retroviridae. Após a penetração na célula por fusão com a membrana, o core viral se desintegra e o HIV transcreve o seu RNA em DNA através da transcriptase reversa. O DNA viral pode permanecer no citoplasma ou integrar-se ao genoma da célula, sob forma de pró-vírus, latente por tempo variável, replicando toda vez que a célula entra em divisão. A acumulação destas partículas no citoplasma tem sido associada à morte celular isolada. A união das proteínas virais e genoma para formação de virion se dá no citoplasma, liberando-se por brotamento através de fusão com a membrana celular.

Referência:
Não reagente: ausência de anticorpos do HIV na amostra Reagente : presença de anticorpos do HIV na Conforme Portaria n° 151 de 14/10/09 do Ministério da Saúde. Quimioluminescência (CLIA) Abbott: Pesquisa simul- tânea de Antígeno p24 e anticorpos de HIV-1(grupos M e O) e HIV-2. Eletroquimioluminescência (ECLIA) Roche: Pesquisa Simultânea de Antígeno p24 e Anticorpos para o HIV-1, incluindo o grupo O e para o HIV-2. Obs1: resultados reagentes deverão ser confirmados com outros exames complementares (WB e PCR)e clínicos p/ confirmar o diagnóstico laboratorial. Obs2: No caso de Resultados Não Reagentes ou Indeterminados, persistindo a suspeita clínica de infecção pelo HIV, uma nova amostra deverá ser co- letada,30(trinta) dias após a data de coleta des- ta amostra.

HIV 1 e 2 - Anticorpos (2 Métodos) ECLIA + MEIA

Sinônimos:

Método:
ECLIA e MEIA

Prazo:
24h após

Interpretação:
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é isolado de casos de síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS), doença que se caracteriza por uma progressiva e fatal deterioração do sistema imune. Associados à infecção HIV ocorrem doenças oportunistas (pneumocistose, toxoplasmose, candidíase), neoplasias (sarcoma de Kaposi, linfomas B) e complexo demencial. O vírus entra no organismo na forma livre ou através de células infectadas; é transmitido por via sexual, produtos sangüíneos e aleitamento, dando início ao processo patogênico que resultará em morte a longo prazo do indivíduo. Na viremia inicial, poucas semanas após a infecção, há replicação de vírus com uma só especialidade, embora a população de vírus doador seja antigenicamente heterogênea. Aparecem mutantes e esta população passa a dominar na fase tardia da infecção. A resposta de anticorpos ocorre quando a viremia inicial diminui e o quadro persiste até o aparecimento da doença. Anticorpos são neutralizantes do agente infeccioso, havendo forte correlação entre essa atividade e a habilidade de bloquear a interação entre gp 120/160 e CD4. O vírus pertence ao gênero Lentivirus, da família Retroviridae. Após a penetração na célula por fusão com a membrana, o core viral se desintegra e o HIV transcreve o seu RNA em DNA através da transcriptase reversa. O DNA viral pode permanecer no citoplasma ou integrar-se ao genoma da célula, sob forma de pró-vírus, latente por tempo variável, replicando toda vez que a célula entra em divisão. A acumulação destas partículas no citoplasma tem sido associada à morte celular isolada. A união das proteínas virais e genoma para formação de virion se dá no citoplasma, liberando-se por brotamento através de fusão com a membrana celular.

Referência:
Não reagente : ausência de anticorpos do HIV na amostra Reagente : presença de anticorpos do HIV Conforme Portaria n° 151 de 14/10/09 do Ministério da Saúde. Eletroquimioluminescência (ECLIA 4ª geração): Pes- quisa simultânea de Antígeno p24 e Anticorpos para HIV-1, incluindo grupo O, e para HIV-2 MEIA Abbott - Antígeno recombinantes : env. HIV 1 grupo M, env. HIV 1 - grupo O, núcleo HIV 1 e env. HIV 2 e dois peptídeos sintéticos correspon - dentes ao envelope do HIV-1 e ao envelope do HIV-2. Obs1: resultados reagentes deverão ser confirmados com outros exames complementares (WB e PCR)e clínicos p/ confirmar o diagnóstico laboratorial. Obs2: No caso de Resultados Não Reagentes ou Indeterminados, persistindo a suspeita clínica de infecção pelo HIV, uma nova amostra deverá ser co- letada,30(trinta) dias após a data de coleta des- ta amostra.

HIV 1 e 2 - Anticorpos (QUIMIOLUMINESCÊNCIA)

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência (CLIA)

Prazo:
24h após

Interpretação:
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é isolado de casos de síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS), doença que se caracteriza por uma progressiva e fatal deterioração do sistema imune. Associados à infecção HIV ocorrem doenças oportunistas (pneumocistose, toxoplasmose, candidíase), neoplasias (sarcoma de Kaposi, linfomas B) e complexo demencial. O vírus entra no organismo na forma livre ou através de células infectadas; é transmitido por via sexual, produtos sangüíneos e aleitamento, dando início ao processo patogênico que resultará em morte a longo prazo do indivíduo. Na viremia inicial, poucas semanas após a infecção, há replicação de vírus com uma só especialidade, embora a população de vírus doador seja antigenicamente heterogênea. Aparecem mutantes e esta população passa a dominar na fase tardia da infecção. A resposta de anticorpos ocorre quando a viremia inicial diminui e o quadro persiste até o aparecimento da doença. Anticorpos são neutralizantes do agente infeccioso, havendo forte correlação entre essa atividade e a habilidade de bloquear a interação entre gp 120/160 e CD4. O vírus pertence ao gênero Lentivirus, da família Retroviridae. Após a penetração na célula por fusão com a membrana, o core viral se desintegra e o HIV transcreve o seu RNA em DNA através da transcriptase reversa. O DNA viral pode permanecer no citoplasma ou integrar-se ao genoma da célula, sob forma de pró-vírus, latente por tempo variável, replicando toda vez que a célula entra em divisão. A acumulação destas partículas no citoplasma tem sido associada à morte celular isolada. A união das proteínas virais e genoma para formação de virion se dá no citoplasma, liberando-se por brotamento através de fusão com a membrana celular.

Referência:
Não reagente: ausência de anticorpos do HIV na amostra Reagente : presença de anticorpos do HIV na Conforme Portaria n° 151 de 14/10/09 do Ministério da Saúde. Obs1: resultados reagentes deverão ser confirmados com outros exames complementares (WB e PCR)e clínicos p/ confirmar o diagnóstico laboratorial. Obs2: No caso de Resultados Não Reagentes ou Indeterminados, persistindo a suspeita clínica de infecção pelo HIV, uma nova amostra deverá ser co- letada,30(trinta) dias após a data de coleta des- ta amostra. Quimioluminescência (CLIA) Abbott: Pesquisa simul- tânea de Antígeno p24 e anticorpos de HIV-1(grupos M e O) e HIV-2.

HLA CLASSE I (A, B)

Sinônimos:
Tipagem para HLA I; HLA Média resolução

Método:
PCR/SSO (Reação em Cadeia da Polimerase - Sequência Específica de Oligonucleotídeos)

Prazo:
7 dias

Interpretação:
O Complexo Principal de Histocompatibildade Humano (CPH) está localizado no braço curto do cromossomo 6 ocupando um segmento de aproximadamente 3.500 Kb. O CPH humano é constituído por 3 agrupamentos principais de genes designados de regiões de classe I, de classe II e de classe III. Os produtos dos genes de classe I e classe II são expressos na superfície de uma variedade de células e são chamados de moléculas ou antígenos do CPH. Na região de classe I estão os genes estruturais para as moléculas HLA de classe I clássicas HLA-A, B e C, além dos genes não clássicos HLA-E, F e G. A combinação dos alelos de cada um dos loci de um único cromossomo é denominado haplótipo sendo transmitida à descendência como uma unidade através de herança mendeliana simples. Cada indivíduo pode herdar uma das quatro possíveis combinações dos haplótipos materno e paterno. Com base nesta herança há 25% de chance de 2 irmãos compartilharem o mesmo haplótipo, e desta forma serem HLA idênticos, 50% de chance de compartilharem um haplótipo (haploidênticos) e 25% de chance de apresentarem 2 haplótipos distintos, e desta forma serem HLA incompatíveis. Os antígenos HLA de classe I e II são glicoproteínas que diferem quanto a sua estrutura, distribuição tissular e função. As moléculas HLA de classe I apresentam peptídios endógenos para os linfócitos T CD8+ (citotóxicos) e desta forma participam da fase efetora da resposta imune.

Referência:

HLA CLASSE II (DR, DQ)

Sinônimos:
Tipagem para HLA II; HLA Média resolução

Método:
PCR/SSO (Reação em Cadeia da Polimerase - Sequência Específica de Oligonucleotídeos)

Prazo:
7 dias

Interpretação:
O Complexo Principal de Histocompatibildade Humano (CPH) está localizado no braço curto do cromossomo 6 ocupando um segmento de aproximadamente 3.500 Kb. O CPH humano é constituído por 3 agrupamentos principais de genes designados de regiões de classe I, de classe II e de classe III. Os produtos dos genes de classe I e classe II são expressos na superfície de uma variedade de células e são chamados de moléculas ou antígenos do CPH. A região HLA-D abrange três sub-regiões DR, DQ e DP, que codificam os produtos HLA de classe II clássicos. A combinação dos alelos de cada um dos loci de um único cromossomo é denominado haplótipo sendo transmitida à descendência como uma unidade através de herança mendeliana simples. Cada indivíduo pode herdar uma das quatro possíveis combinações dos haplótipos materno e paterno. Com base nesta herança há 25% de chance de 2 irmãos compartilharem o mesmo haplótipo, e desta forma serem HLA idênticos, 50% de chance de compartilharem um haplótipo (haploidênticos) e 25% de chance de apresentarem 2 haplótipos distintos, e desta forma serem HLA incompatíveis. Os antígenos HLA de classe I e II são glicoproteínas que diferem quanto a sua estrutura, distribuição tissular e função. As moléculas HLA de classe II participam da fase indutora da resposta imune apresentando peptídios exógenos para os linfócitos T CD4+ (auxiliares).

Referência:

HLA DQ2 e DQ8

Sinônimos:
DQ2, doença celiaca; espru celíaco

Método:
PCR - SSO (Reação em Cadeia da Polimerase-Sequência Específica de Oligonucleotídeos)

Prazo:
20 dias

Interpretação:
Acredita-se que a doença celíaca - também referida como espru celíaco, enteropatia glúten-sensível ou espru não tropical - resulta da ativação de uma resposta imune tanto humoral (células B) quanto celular (células T) à exposição aos glutens (prolaminas e gluteninas) do trigo, cevada, centeio e aveia, em uma pessoa geneticamente susceptível. A presença do antígeno HLA DQ2 e DQ8 está fortemente associada à doença celíaca, porém, a obtenção de um resultado positivo não indica a confirmação da doença pois em aproximadamente 30% dos indivíduos normais o HLA DQ2 está presente. Estes antígenos têm alto valor preditivo negativo, ou seja, DQ2 e DQ8 negativos excluem o diagnóstico de DC com confiança de 99%.

Referência:
Não Detectado

HOMOCISTEÍNA

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: diagnóstico e monitoramento de casos de homocistinúria; marcador independente de risco para aterosclerose cerebral e coronariana. A homocisteína é um aminoácido que contém enxofre, estando no soro na forma livre e conjugada. Estudos recentes mostram que valores moderadamente elevados são marcadores independentes para aterosclerose e tromboembolismo, associados a doenças cardiovasculares, periféricas e cerebrais. Os pacientes com hiperhomocisteinemia também estão associados a maior risco relativo para trombose venosa profunda. A hiperhomocistinúria (caracterizada pela presença de altas concentrações de homocisteína na urina) está incluída no grupo de erros inatos do metabolismo. A doença é associada com anormalidades vasculares, esqueléticas, oculares e centrais. Estes pacientes estão sujeitos a alto risco relativo para o desenvolvimento de embolia pulmonar, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio. Os níveis de homocisteína sérica podem estar aumentados em resposta a tabagismo e deficiência de folatos e vitamina B12.

Referência:
Homem : 4,0 a 12,0 umol/L Mulher : 4,0 a 10,0 umol/L Obs : Um grande número de medicamentos podem interagir com o metabolismo da homocisteína aumentando significativamente os seus níveis.

HOMOCISTINA URINÁRIA - Pesquisa

Sinônimos:
Homocistinúria

Método:
Colorimétrico

Prazo:
24 horas

Interpretação:
Uso: diagnóstico e acompanhamento de homocistinúria. A indicação deste teste depende da suspeita particular da patologia. O teste de triagem pode reagir com cistina, em casos de cistinúria. Portanto, resultados anormais devem ser confirmados por outros métodos.

Referência:
Negativa

HORMÔNIO DO CRESCIMENTO HUMANO - HGH

Sinônimos:
HGH, GH, hormônio somatotrófico ou somatotrofina

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: avaliação do crescimento; diagnóstico de gigantismo e acromegalia. O hormônio de crescimento (HGH) é um polipeptídio produzido na hipófise anterior, que estimula a produção de somatomedinas pelo fígado, atuando sobre o crescimento. A secreção do HGH é pulsátil, ocorrendo cerca de oito picos diários em jovens; nos adultos, esses picos são raros. Nos casos de suspeita de deficiência de HGH, podem ser realizados testes de estímulo (pós-exercício, atensina, clonidina, insulina, glucagon, L-Dopa). Pode ocorrer liberação de HGH em condições fisiológicas após stress, exercício físico e sono. Interferentes: stress +.

Referência:
Atenção novos valores de referência a partir de 14/07/2011: Homens: até 3,0 ng/mL Mulheres: até 8,0 ng/mL Valor de referência anterior: 0,06 a 7,0 ng/mL

HORMÔNIO DO CRESCIMENTO HUMANO - HGH - Curva

Sinônimos:
HGH, GH, hormônio somatotrófico ou somatotrofina

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: avaliação do crescimento; diagnóstico de gigantismo e acromegalia. O hormônio de crescimento (HGH) é um polipeptídio produzido na hipófise anterior, que estimula a produção de somatomedinas pelo fígado, atuando sobre o crescimento. A secreção do HGH é pulsátil, ocorrendo cerca de oito picos diários em jovens; nos adultos, esses picos são raros. Nos casos de suspeita de deficiência de HGH, podem ser realizados testes de estímulo (pós-exercício, atensina, clonidina, insulina, glucagon, L-Dopa). Pode ocorrer liberação de HGH em condições fisiológicas após stress, exercício físico e sono. Interferentes: stress +.

Referência:
Atenção novos valores de referência a partir de 14/07/2011, valores basais: Masculino: até 3,0 ng/mL Feminino: até 8,0 ng/mL Valor de referência anterior: Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE - FSH

Sinônimos:
FSH, Gonadotrofina hipofisária

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de distúrbios da função gonadal; diagnóstico de tumores pituitários; diagnóstico e acompanhamento de quadros de infertilidade. O hormônio folículo estimulante (FSH ou folitropina), é uma glicoproteína produzida pela glândula pituitária anterior. Sua produção é regulada pelo GnRH (hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina). Nas mulheres, o FSH estimula o crescimento folicular, prepara os folículos ovarianos para a ação do LH e aumenta a liberação LH-induzida de estrogênio. Nos homens, o FSH estimula o desenvolvimento testicular e dos túbulos seminíferos, além de estar envolvido nos estágios iniciais da espermatogênese. Em mulheres após a menopausa, a secreção diminuída de estradiol resulta em aumento nos níveis de FSH e LH. A insuficiência primária testicular também resulta em aumento dos níveis de FSH e LH. A secreção de FSH e LH ocorre de forma intermitente, em resposta ao GnRH. Em mulheres, sua concentração varia no curso do ciclo menstrual, atingindo picos no período ovulatório. Assim, a interpretação de uma única determinação pode ser dificultada. Valores aumentados: menopausa, hipogonadismo primário, tumores secretores de gonadotropinas pituitárias, aplasia de células germinais, alcoolismo, castração, síndrome de Turner, síndrome de Klinefelter, puberdade precoce. Valores diminuídos: hipogonadismo secundário ou terciário, anorexia nervosa, hemocromatose, doença pituitária ou hipotalâmica, hiperprolactinemia, hiperplasia adrenal congênita, uso de estrogênios e androgênios.

Referência:
Mulheres Fase folicular : 2,50 a 10,20 mUI/mL Meio do ciclo : 3,40 a 33,40 mUI/mL Fase lutea : 1,50 a 9,10 mUI/mL Posmenopausa : 23,00 a 116,00 mUI/mL Homens : 1,60 a 8,00 mUI/mL Menina Menino 0 a 9 anos :0,50 a 4,50 < 3,00 mUI/mL 10 a 13 anos :0,40 a 6,50 0,30 a 4,00 mUI/mL 14 a 17 anos :0,80 a 8,50 0,40 a 7,40 mUI/mL Limite de detecção: 0,3 mUI/ml

HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE - FSH - Curva

Sinônimos:
FSH, Gonadotrofina hipofisária

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: diagnóstico de distúrbios da função gonadal; diagnóstico de tumores pituitários; diagnóstico e acompanhamento de quadros de infertilidade. O hormônio folículo estimulante (FSH ou folitropina), é uma glicoproteína produzida pela glândula pituitária anterior. Sua produção é regulada pelo GnRH (hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina). Nas mulheres, o FSH estimula o crescimento folicular, prepara os folículos ovarianos para a ação do LH e aumenta a liberação LH-induzida de estrogênio. Nos homens, o FSH estimula o desenvolvimento testicular e dos túbulos seminíferos, além de estar envolvido nos estágios iniciais da espermatogênese. Em mulheres após a menopausa, a secreção diminuída de estradiol resulta em aumento nos níveis de FSH e LH. A insuficiência primária testicular também resulta em aumento dos níveis de FSH e LH. A secreção de FSH e LH ocorre de forma intermitente, em resposta ao GnRH. Em mulheres, sua concentração varia no curso do ciclo menstrual, atingindo picos no período ovulatório. Assim, a interpretação de uma única determinação pode ser dificultada. Valores aumentados: menopausa, hipogonadismo primário, tumores secretores de gonadotropinas pituitárias, aplasia de células germinais, alcoolismo, castração, síndrome de Turner, síndrome de Klinefelter, puberdade precoce. Valores diminuídos: hipogonadismo secundário ou terciário, anorexia nervosa, hemocromatose, doença pituitária ou hipotalâmica, hiperprolactinemia, hiperplasia adrenal congênita, uso de estrogênios e androgênios.

Referência:
Mulheres Fase folicular : 2,50 a 10,20 mUI/mL Meio do ciclo : 3,40 a 33,40 mUI/mL Fase lutea : 1,50 a 9,10 mUI/mL Posmenopausa : 23,00 a 116,00 mUI/mL Homens : 1,60 a 8,00 mUI/mL Menina Menino 0 a 9 anos :0,50 a 4,50 < 3,00 mUI/mL 10 a 13 anos :0,40 a 6,50 0,30 a 4,00 mUI/mL 14 a 17 anos :0,80 a 8,50 0,40 a 7,40 mUI/mL Limite de detecção: 0,30 mUI/mL

HORMÔNIO LUTEINIZANTE - LH

Sinônimos:
LH, Gonadotrofina hipofisária

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: investigação de infertilidade (distinção entre hipogonadismo primário ou secundário a deficiência hipotalâmica/pituitária); identificação de ovulação em distúrbios menstruais. O hormônio luteinizante (LH) é uma glicoproteína produzida pela glândula pituitária anterior. Sua produção é regulada pelo GnRH (hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina). Nas mulheres, o LH estimula a produção de esteróides ovarianos e a ovulação. Nos homens, controla a secreção de testosterona a partir das células de Leidig. Nas mulheres as concentrações de LH são baixas durante a fase folicular do ciclo menstrual, aumentando até um pico no meio do ciclo para causar a ovulação, caindo a níveis baixos durante a fase folicular. Após a menopausa, os níveis de LH sobem para valores altos, a exemplo de homens castrados. Valores aumentados: hipogonadismo primário, menopausa, fase lútea do ciclo menstrual, tumores produtores de GnRH, doença do ovário policístico. Valores diminuídos: hipogonadismo secundário (insuficiência hipotalâmica, se responder a estímulo com GnRH; insuficiência pituitária, se não houver resposta).

Referência:
Mulheres Fase folicular : 1,90 a 12,50 mUI/mL Fase ovulatória : 8,70 a 76,30 mUI/mL Fase lutea : 0,50 a 16,90 mUI/mL Pos-menopausa : 15,90 a 54,00 mUI/mL Contraceptivos : 0,70 a 5,60 mUI/mL Homens 17 a 70 anos : 1,50 a 9,30 mUI/mL Criança 1 a 7 anos: Masculino <0.10 mUI/mL Feminino <0.45 mUI/mL 8 a 9 anos: Masculino <0.44 mUI/mL Feminino <3.36 mUI/mL 10 a 11 anos: Masculino <2.28 mUI/mL Feminino <5.65 mUI/mL 12 a 14 anos: Masculino 0.31 a 5,29 mUI/mL Feminino <11.00 mUI/mL 15 a 17 anos: Masculino 0,15 a 5,33 mUI/mL Feminino <15.80 mUI/mL Limite de detecção: 0,07 mUI/mL

HORMÔNIO LUTEINIZANTE - LH - Curva

Sinônimos:
LH, Gonadotrofina hipofisária

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
12h

Interpretação:
Uso: investigação de infertilidade (distinção entre hipogonadismo primário ou secundário a deficiência hipotalâmica/pituitária); identificação de ovulação em distúrbios menstruais. O hormônio luteinizante (LH) é uma glicoproteína produzida pela glândula pituitária anterior. Sua produção é regulada pelo GnRH (hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina). Nas mulheres, o LH estimula a produção de esteróides ovarianos e a ovulação. Nos homens, controla a secreção de testosterona a partir das células de Leidig. Nas mulheres as concentrações de LH são baixas durante a fase folicular do ciclo menstrual, aumentando até um pico no meio do ciclo para causar a ovulação, caindo a níveis baixos durante a fase folicular. Após a menopausa, os níveis de LH sobem para valores altos, a exemplo de homens castrados. Valores aumentados: hipogonadismo primário, menopausa, fase lútea do ciclo menstrual, tumores produtores de GnRH, doença do ovário policístico. Valores diminuídos: hipogonadismo secundário (insuficiência hipotalâmica, se responder a estímulo com GnRH; insuficiência pituitária, se não houver resposta).

Referência:
Mulheres Fase folicular : 1,9 a 12,5 mUI/mL Meio do ciclo : 8,7 a 76,3 mUI/mL Fase lutea : 0,5 a 16,9 mUI/mL Pos-menopausa : 15,9 a 54,0 mUI/mL Contraceptivos : 0,7 a 5,6 mUI/mL Homens 17 a 70 anos : 1,5 a 9,3 mUI/mL Crianças 1 a 7 anos: Masculino <0.10 mUI/mL Feminino <0.45 mUI/mL 8 a 9 anos: Masculino <0.44 mUI/mL Feminino <3.36 mUI/mL 10 a 11 anos: Masculino <2.28 mUI/mL Feminino <5.65 mUI/mL 12 a 14 anos: Masculino 0.31 a 5,29 mUI/mL Feminino <11.00 mUI/mL 15 a 17 anos: Masculino 0,15 a 5,33 mUI/mL Feminino <15.80 mUI/mL

Hormônio Anti-Mulleriano (AMH)

Sinônimos:
Substância Inibidora Mülleriana (MIS), MULLER

Método:
Enzima Imunoensaio

Prazo:
20 dia(s)

Interpretação:
Uso: útil para o diagnóstico de várias entidades clínicas, tais como a puberdade precoce (AMH baixo), a puberdade tardia (AMH alto); o pseudo-hermafroditismo masculino, a Síndrome da Persistência do Ducto Mülleriano (PMDS); a suspeita de anorquia ou ectopia testicular. Poderia ainda auxiliar na determinação do sexo fetal, sobretudo em presença de aberrações cromossômicas. O AMH também tem sido utilizado para confirmar a retirada completa de tecido gonadal tumoral após cirurgias. No menino, o Hormônio Anti-Mülleriano (AMH), fator testicular secretado pelas células de Sertoli, causa a regressão dos dutos de Müller e continuará a ser produzido até a puberdade. Após este período, os níveis decrescem lentamente até atingirem valores residuais. Na menina, o AMH começa a ser produzido em pequenas quantidades pelas células da granulosa ovariana logo após o nascimento até a menopausa, tornando-se indetectável no soro após este período. O AMH age por meio de uma diminuição da atividade da enzima aromatase nas células da granulosa ovariana. Durante a puberdade, a expressão de AMH é regulada negativamente por hormônios androgênicos e diminui drasticamente nos túbulos seminais. Vários estudos demostraram que os níveis de AMH apresentam uma relação inversa em relação aos níveis de testosterona, porém correlacionam-se melhor com o desenvolvimento pubertário. Níveis séricos baixos de AMH são observados tanto nos pacientes com puberdade precoce de origem central (hipotalâmica) quanto naqueles nos quais o mecanismo fisiopatológico independente de gonadotrofinas, o que sugere que estas últimas não participem da retro-regulação do AMH na puberdade. Nestes pacientes, os níveis de AMH retornam aos valores encontrados na infância 3 a 6 meses após o tratamento. Em pacientes que apresentam defeitos na produção de hormônios androgênicos, os níveis séricos de AMH atingem valores anormalmente elevados no período neonatal e pré-puberal, o que sugere um possível papel estimulador das gonadotrofinas, observado apenas quando os efeitos supressores dos hormônios androgênicos estão ausentes. Em algumas situações, tais como na Síndrome dos Ovários Policísticos (PCOS), no diagnóstico de tumores da granulosa ovariana, e ainda nas recidivas de tumores após o tratamento específico tanto em mulheres quanto em homens (câncer de próstata), o AMH apresenta-se elevado.] para: [Durante o desenvolvimento embriogênico masculino, a secreção de AMH nas células de Sertoli testiculares é essencial para a regressão dos ductos Mullerianos (precursores do útero, trompas e vagina) e para o desenvolvimento normal do trato reprodutivo masculino. Nos homens, a secreção de AMH pelas celulas de Sertoli inicia-se durante a embriogênese e continua durante toda vida. Nas mulheres, o AMH sérico é baixo até o início da puberdade. Após, o AMH apresenta flutuações durante o ciclo menstrual até a menopausa, neste período os níveis de AMH caem. A dosagem de AMH constitui um instrumento útil para o diagnóstico de várias entidades clínicas, tais como a puberdade precoce (AMH baixo), a puberdade tardia (AMH alto); a Síndrome da Persistência do Ducto Mulleriano (PMDS); a suspeita de anorquia ou ectopia testicular. A dosagem de AMH também permite a avaliação dos estados intersexuais (hermafroditismo), pois é capaz de distinguir os casos de defeitos da diferenciação sexual masculina causados pela presença de testículos anormais, daqueles que possuem defeitos de secreção e/ou ação da testosterona. O AMH também tem sido utilizado para confirmar a retirada completa de tecido gonadal tumoral após cirurgias.

Referência:
Homens: 1,3 - 14,8 ug/L Homens clinicamente fértil: 0,8 - 14,6 ug/L Mulheres: Inferior a 12,6 ug/L Mulheres 3° dia do ciclo: Inferior a 10,6 ug/L Mulheres pós-menopausa: Inferior a 0,08 ug/L Meninos pré-púberes: 3,8 - 159,8 ug/L Meninas pré-púberes: Inferior a 8,9 ug/L Valores de referência antigo: Feminino: 14 a 19 anos: Não estabelecido Inferior a 14 anos: 0,30 a 11,21 40 a 49 anos: Inferior a 5,20 ng/mL 20 a 29 anos: 0,65 a 16,40 ng/mL 30 a 39 anos: 0,16 a 8,43 ng/mL ATENÇÃO: Novos valores de referência e unidade a partir de 04/03/13.

HORMONIOS GLICOPROTEICOS HIPOFISARIOS

Sinônimos:
Subunidade Alfa do Horm. Glicop. TSH,HCG,FSH e LH

Método:
Ensaio Imunofluorometrico

Prazo:
15 dias

Interpretação:
- O ensaio detecta a subunidade alfa da gonadotrofina coriônica humana (hCG), do hormônio tiroestimulante (TSH), do hormônio luteinizante (LH) e do hormônio foliculoestimulante (FSH). O teste é útil para o diagnóstico e o seguimento de tumores não-secretores, para a monitorização da recorrência de tumores hipofisários após ressecção e para o diagnóstico diferencial entre resistência aos hormônios tiroidianos e tumores hipofisários produtores de TSH.

Referência:
Mulheres Adultas Pré-Menopuasa : 80 a 604 ng/L Pós-Menopausa : 340 a 4000 ng/L Homens Adultos: 120 a 790 ng/L Método desenvolvido e validado pela área de Análises Clínicas.

HTLV I/II - Anticorpos

Sinônimos:

Método:
Quimioluminescência

Prazo:
24h

Interpretação:
Uso: rastreamento das infecções pelo vírus HTLV 1 e 2. Os vírus HTLV 1 e 2 são pertencentes à família dos Retrovirus, não estando associados a infecções pelo HIV. Em 95% dos casos ocorre infecção desprovida de alterações clínicas. Nos 5% restantes, pode haver evolução para leucemia de células T (em adultos), parapresia tropical espástica e doenças crônicas musculares. Os testes enzimáticos não distinguem entre HTLV 1 e HTLV 2. Existe a necessidade de confirmação posterior da positividade por Wertern-Blot.

Referência:
Não reagente : Ausência de anticorpos Obs.: Sugere-se, a critério médico, que os resul- tados reagentes e inconclusivos sejam confirmados com Western Blot para HTLV I e II.

HTLV I/II - WESTERN BLOT

Sinônimos:

Método:
Western blot

Prazo:
15 dias

Interpretação:
Uso: confirmação da positividade e discriminação entre as infecções por HTLV 1 e 2. Técnica de Western Blot é útilizada para confirmar a positividade do teste imunoenzimático (ELISA) e, a partir das bandas de proteínas detectadas, identificar o tipo de infecção, se é pelo vírus HTLV-1 ou pelo HTLV-2. - Critérios - Reagente para HTLV-1: Reatividade para GAG (p19 com ou sem p24) e mais 2 proteínas do ENV (GD21 e rgp 46-I). - Reagente para HTLV-2: Reatividade para GAG (p24 com ou sem p19) e mais 2 proteínas do ENV (GD21 e rgp 46-II). - Reagente para HTLV: reatividade para GAG (p19 e p24) e para proteína do ENV (GD21). Neste caso não é possível identificar entre os 2 tipos de vírus. - Indeterminado: quaisquer outras combinações de reatividade das bandas. - Negativo: nenhuma reatividade para bandas específicas do HTLV.

Referência:
Ausente Interpretação Uso : Confirma a positividade do teste de CLIA e a partir das bandas de proteínas detectadas, identificar o tipo de infeccção, se é pelo vírus HTLV-1 ou HTLV-2. Critérios Reagente para HTLV-1 Reativo para GAG (p19 com ou sem p24) e mais 2 proteínas do ENV (GD21 e rgp 46-I); Reagente para HTLV-2 Reativo para GAG (p24 com ou sem p19) e mais 2 proteínas do ENV (GD21 e rgp 46-II); Reagente para HTLV Reativo para GAG (p19 e p24) e para proteína do ENV (GD21), neste caso não é possível identificar entre os 2 tipos de vírus; Indeterminado Quaisquer outras combinações de reatividade; Negativo Nenhuma reatividade para bandas especificas.

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